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«Sol de Inverno»: resumo de 30 de setembro a 6 de outubro

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sol-de-Inverno-resumosResumo de 30 de setembro a 6 de outubro da novela Sol de Inverno.

11º Episódio

Inês está desesperada sem conseguir que Margarida volte a respirar e pede que a ajudem a chamar uma ambulância. O dono da casa onde decorre a festa que envolve álcool e drogas, só quer que Inês leve a amiga dali para fora para não o comprometer. Rodrigo aplica uma massagem cardíaca a Margarida e consegue, com muito esforço, que ela acorde. Quando Inês lhe pede que a ajude a levar a amiga ao hospital, Rodrigo esquiva-se com o argumento de que não quer responder a perguntas. Inês lembra-se então de telefonar a Luís que as acompanha até às urgências. Perante as perguntas do enfermeiro e do médico, o treinador de Margarida força Inês a contar toda verdade para que ela possa ser tratada convenientemente. O médico censura o comportamento de risco que elas tiveram ao misturarem álcool com drogas que ninguém sabe como são produzidas. O médico, com cara de poucos amigos, aconselha Luís a prevenir a família de Margarida de que ela vai passar a noite no hospital.

Joana faz companhia a Matilde enquanto esta faz a mala e, disfarçando a inveja que sente, vai dizendo que ela não tinha necessidade de ir morar para o hotel com Salvador, já que podiam muito bem esperar que a casa nova estivesse pronta. A prima adianta que não vai demorar muito, porque o senhorio está disposto a entregar-lhes as chaves dentro de dois ou três dias. Matilde sublinha que não fazia sentido ficar longe de Salvador, depois de ele ter enfrentado a mãe, saindo de casa para viver com ela. Joana insiste em ver o amor da prima como uma questão financeira, insistindo que devia era casar para garantir o futuro. Matilde reafirma que está ao lado de Salvador porque o ama e não porque ele tem dinheiro. Sofia entra no quarto e interrompe a conversa. Matilde antecipa-se e diz que não vai mudar de ideias. A mãe contrapõe que está ali apenas para lhe pedir desculpa por ter desejado que ela fosse infeliz com Salvador, confessando que falou sem pensar, embora certa de que ela vai sofrer se continuar ao lado do filho de Laura. Matilde irrita-se e, depois de a mãe sair do quarto, pede a Joana que a convença a não se meter entre ela e o namorado.

Tomás e Artur tomam cerveja juntos e aproveitam para se conhecerem melhor. Tomás conta que está a viver no palacete em troca de pequenos biscates que vai fazendo a Lé, lembrando que Concha se opôs a este negócio. Artur afirma que a namorada é que orienta a mãe, que é uma freak, convencida que o tempo de Woodstock vai regressar. Tomás fica curioso e pede a Artur que lhe explique em que consiste a sua actividade de rent a friend. O namorado de Concha esclarece que acompanha pessoas, especialmente turistas, por Lisboa e arredores, para que tenham maior facilidade em visitar os locais que têm referenciados. Por falar no assunto, lembra-se que tem um grupo de turistas à sua espera na mesa do bar. Tomás pede mais uma rodada e Lúcia exige que pague imediatamente. Artur nota a agressividade e Tomás brinca com a situação, atirando que tem o dom de irritar as mulheres com muita facilidade. Concha chega nesse instante para passar alguns minutos com Artur, contando-lhe que esteve a organizar a escrita de Lé, pois quando for altura de entregar o IRS a mãe não saberá onde tem os documentos. Concha avisa o namorado de que não vai andar com ele a guiar os turistas pela noite de Lisboa, porque está muito cansada.

Inês suplica a Luís que não avise a família de Margarida de que ela foi parar ao hospital pelos excessos que cometeu. O instrutor está renitente mas acaba por aceitar.

Salvador confessa toda a felicidade que sente pelo facto de Matilde estar finalmente a seu lado, ainda que num quarto de hotel. Ambos anseiam por entrar de vez na casa onde vão viver juntos. O casal não resiste ao fogo da paixão e cai na cama para uma noite de amor.

Já de manhã, Margarida desperta enjoada e confusa por estar num quarto de hospital com Luís à cabeceira. Lentamente apercebe-se do que sucedeu e o médico ajuda a que se sinta culpada pela imprudência que cometeu, pois adverte-a de que a paragem cárdio-respiratória que sofreu podia ter sido fatal. Entre lágrimas e a auto-censura, Margarida só não quer que a família saiba o que lhe sucedeu e Luís confirma que nada disse.

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