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Cinha Jardim recorda Salazar: “Tinha sempre um sorriso. Era uma pessoa dócil”

Cinha Jardim
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Cinha Jardim foi convidada de Manuel Luís Goucha esta segunda-feira, 9 de agosto.

Cinha Jardim esteve à conversa com Goucha e desabafou sobre a opinião que algumas pessoas têm dela. Para além disso, falou sobre António de Oliveira Salazar.

Sempre fui uma pessoa sem filtro, desde miúda. Muitas vezes as pessoas não me compreendem. Acham que por ser mulher devo sempre defender as mulheres, mesmo quando estão erradas, ou atacar sempre os homens. Adoro o meu lugar, adoro que os homens me tratem como uma senhora“, começou por dizer a ex-comentadora do ‘Big Brother’.

Cinha recordou a infância e a adolescência em Moçambique, onde ficou até aos 16 anos e o seu relacionamento de 17 anos com Raúl Leitão, o pai das suas duas filhas, Pimpinha e Isaurinha. “Quando eu o conheci ele era vendedor. O nosso namoro foi muito rápido. A minha mãe morreu. Ele separou-se. Vivemos durante cinco ou seis anos a trabalhar… Adorei constituir família. Depois, como a vida dá muitas voltas, acabei por vir para Lisboa, mas mantive os laços com a família do Raúl“, revelou.

A dada altura, recordou António de Oliveira Salazar: “Ele achava muita graça ao meu pai, tinha total confiança, e quando vínhamos cá, íamos ao Dr Oliveira Salazar”.

Segundo Cinha Jardim, Salazar era “simpático connosco, tinha sempre um sorriso, era simpático, uma pessoa dócil“.

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