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TVI Big Brother

Unidos pelo pensamento! Ana Catharina e Diogo fazem importantes reflexões

Diogo, Ana Catharina, Big Brother
Instagram

Ana Catharina e Diogo Cunha conheceram-se no ‘Big Brother 2020’, da TVI, e iniciaram uma relação amorosa. Acabaram pouco tempo depois do término do reality-show, de uma forma que, diz-se, não terá sido muito amigável.

Ana Catharina e Diogo Cunha podem ter o coração separado um do outro, mas no pensamento têm um dilema em comum: o problema das redes sociais.

Recentemente, tanto um como o outro refletiram acerca desse assunto através das respetivas contas de Instagram.

Confira aqui ambas as publicações:

Ana Catharina

“NÃO DÊ ‘LIKE’ NESSA FOTO. Se deu, dê um ‘deslike’. Isso mesmo, vamos sair do automático e repensar nossa vida online por aqui. Por trás da foto: nessa época, tinha emagrecido muito, mas não de forma saudável. Não conseguia comer. Não estava bem e isso não tem nada de sexy.

Recentemente, tenho pesquisado sobre a (má) influência das redes sociais. Tenho observado que não é saudável o que elas têm feito com a minha vida e posso imaginar o que elas não fazem com a vida de milhares de adolescentes no mundo.

A busca pela eterna validação externa é não só viciante e degradante como gera muita ansiedade. Tanto os likes quanto os comentários negativos mexem com o ego. Como se o nosso bem estar dependesse de um simples duplo toque numa tela e o nosso mal estar dependesse de um comentário maldoso menor que uma oração nada a ver com a realidade de quem realmente somos.

Nas redes há muita gente postando fotos de realidades que é apenas uma parte dela. E muitas vezes também não é real! E voilà, nosso cérebro pensa que realmente é a realidade e criamos a comparação: mas porque minha vida também não é perfeita assim? Porque eu não tenho esse corpo? Porque não tenho esse ‘sucesso’?

Porque essa não é a realidade! E isso, gente, mata. E isso faz meninas fazerem cirurgias plásticas para ficarem parecidas com os filtros dos stories, isso cria depressão… mas não se iluda… a vida real não é esse fragmento que aparece aqui.

O próprio sistema cria um compromisso que faz com que estejamos constantemente postando fotos para que nossa métrica não caia. E não caia da onde? Para quem? Porquê?

E quanto mais rolamos nosso feed para baixo, mais queremos rolar, porque foi assim que o sistema foi criado. Dessa forma, nosso dedo vicia, assim percebemos que não conseguimos passar UM dia longe disso aqui.

Gosto sempre de dar o meu próprio exemplo para dizer que NINGUÉM, independente de número de seguidores, likes, profissão, ‘whatever’ está livre dos sintomas da vida online“.

Diogo Cunha

Duas Horas de Twitter e Instagram por dia. É o limite que estou a impor a mim mesmo. Duas horas!

Assustei-me, quando vi o relatório de #tempodeecrã e percebi que houve dias em que passei mais de cinco horas agarrado ao #Twitter e ao #Instagram.

Não é saudável, mesmo que seja durante a pandemia. Não é saudável. Não pode ser saudável. Tanto que não pode ser saudável que não tenho feito outras atividades (que tanto prazer também me dão) como ver um filme!

Já não vejo um filme seguido desde março do ano passado. Conseguem perceber a gravidade? Estou tanto tempo online nestas apps que até nem tenho tido paciência para ver um filme do início ao fim, sem pausar o filme e agarrar no telefone.

É um vício, um problema e preciso de o resolver! Para já, a solução é limitar o meu tempo de ecrã nestas duas aplicações!

Não posso precisar de estar constantemente a saber da vida dos outros, não preciso de sentir que estou a perder alguma coisa e muito menos de sentir que a vida da minha vizinha é mais interessante do que a minha“.

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