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TVI e Cristina Ferreira em conflito. TVI pondera não pagar ordenados

Cristina Ferreira Tvi E Cristina Ferreira Em Conflito. Tvi Pondera Não Pagar Ordenados

Passou uma semana e meia do anúncio oficial das negociações para o término do contrato entre Cristina Ferreira e a estação de Queluz de Baixo. Até ao momento, não houve mais informações sobre as negociações.

Segundo apurou a revista TV7 Dias, junto de fontes ligadas ao processo, os responsáveis do Grupo Media Capital continuam a querer dificultar a vida à ainda funcionária do canal. O problema continua a ser o mesmo, os episódios que Cristina deixou gravados de Apanha se Puderes até «fevereiro/março», apesar do seu contrato terminar no final de novembro.

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As duas partes continuam em negociações para chegar a um acordo, mas entretanto surgiu outro problema nas negociações. Segundo apurou a mesma publicação, a estação de Queluz de Baixo não está disposta a libertar a apresentadora antes do final do seu contrato e a aceitarem pagar-lhe os últimos 3 meses de salário. «Há divergências quando a isso», conta uma fonte que está próxima do assunto. «Como ela já não volta ao ecrã, estava a ser estudada a possibilidade de não lhe serem pagos os salários-base de setembro, outubro e novembro», assegura uma fonte à mesma publicação.

Outra fonte próxima da profissional de televisão, garante que esta não sai «por dinheiro e que isso não é o que está em causa». Cristina apenas quererá «o que é seu por direito».

Após o fim do contrato da apresentadora em final de novembro, a TVI não pode voltar a por imagens da antiga funcionária no canal e é um dos grandes problemas nas negociações. «Assim que deixe de ser funcionária da estação, a Cristina não mais apareça no ecrã, logo os episódios de Apanha se Puderes que estão por exibir não podem ir para o ar», revela uma fonte.

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Helena Forjaz, diretora de comunicação Institucional do Grupo Media Capital, confirmou à mesma publicação que ainda não havia acordo, mas não adiantou mais pormenores sobre o que estaria a dificultar as negociações, acrescentando que «dificultar não será a palavra certa. As negociações estão a ser tratadas pelo nosso departamento jurídico e não vamos falar sobre elas», afirmou.

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