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Rui da «Casa 7» chora morte de criança que ajudou

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Afonso não resistiu a um cancro, rabdomiossarcoma, estádio 4. Rui Pedro Reis, ex-concorrente da Casa dos Segredos 7, assim que soube a história do menino, deu a cara pela campanha de solidariedade para recolher fundos para Afonso fazer um tratamento na Alemanha.

E a campanha foi bem sucedida, Afonso foi até aquele país para fazer o tratamento, mas de nada lhe valeu. «Ele faleceu no passado dia 7. De manhã, a mãe, Carla Fernandes, foi ao quarto e encontrou o filho sem qualquer estímulo. Chamou o INEM e deram-no logo como morto», começa por contar o algarvio à TV7 Dias, que ficou muito abalado com a notícia.

«Li­garam-me logo de manhã. Fui apanha­do completamente de surpresa. Tinha acabado de acordar e estava a tomar o pequeno-almoço quando me ligaram. Perdi a vontade de comer. Fiquei an­gustiado. Eu andava a acompanhar o processo de perto e ele estava a conse­guir ultrapassar as etapas. Foi um cho­que, principalmente porque ele tinha um espírito muito positivo e de superação», conta, sem conseguir esconder a emoção.

Rui da «Casa dos Segredos 7» ajuda criança com cancro

«É como percorrer uma maratona e escorregar ao pé da meta. Sempre acre­ditei que iria ser um enorme exemplo de superação», afirma, contando como o menino tinha passado estes últimos dois meses. «Ele estava em Portugal depois de ter levado a segunda vacina na Alemanha. Eram cinco no total. Ele estava cada vez mais fraco. Na primeira vaci­na teve convulsões, quase falecia mas agora estava estável», recorda.

O funeral realizou-se no passado dia 8, em Cacela Velha. «Foi num local paradisíaco. Um mar de gente. O pai estava mui­to abatido e o irmão não esteve no funeral porque ficou com a mãe, que não estava em condi­ções de estar presente. Esteve no velório e já foi muito duro», disse Rui, sem nunca esquecer a luta de Afonso até ao fim. «Ele estava sempre tranquilo. Ti­nha noção que estava doen­te, mas nunca se falava em morte ou risco disso. Havia sempre o sentimento de su­peração. Só tinha medo em relação às dores», conclui.

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