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Quer o Destino: Sara Barradas despede-se com elogios à “inimiga” e mais duas atrizes

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Uma semana depois do término das gravações, Sara Barradas pronunciou-se sobre a telenovela ‘Quer o Destino’, da TVI. Num texto que partilhou no Instagram, elogiou o trabalho feito por três outras atrizes: Ana Bustorff (Elvira), Marina Mota (Joana Reis) e a “inimiga” Maria José Paschoal (Catarina Santa Cruz).

“As gravações terminaram há uma semana. Parece que já passou imenso tempo, parece que foi ontem. Não sei quando foi, se foi tarde ou cedo, sei que não foi há tempo suficiente para poder falar de forma clara e desprovida de emoções”, lê-se na fase inicial da publicação.

“Mas, dando continuidade ao post anterior, não poderia deixar de falar e agradecer aos meus colegas atores. Não posso, nem seria justo, falar de uns e não falar de outros. Por isso, e contrariando o que acabei de dizer, decidi falar apenas de três atrizes (perdoem-me os outros colegas, julgo que entenderão e concordarão comigo), que reúnem o nosso respeito e admiração de forma unânime e nos representam, a todos (elenco), de variadíssimas formas: Maria José Paschoal, Marina Mota e Ana Bustorff”, continuou.

A mensagem, anexada a uma publicação na qual surgem três fotografias de Sara com as referidas atrizes, prosseguiu.

“Todas tão diferentes na particularidade, na forma de estar e de trabalhar, e tão parecidas no geral, na essência do ator. E, ainda assim, falar delas é falar de referências. Falar delas é falar de inspiração. Falar delas é falar de talento. Falar delas é falar de intuição, é falar de técnica, é falar de profissionalismo, é falar de rigor. É falar em decorar e em esquecer. Falar delas é falar de saber-se estar, falar de educação, de sensibilidade e bom senso. Falar delas é falar em entrega e partilha. É falar em algumas certezas e muitas dúvidas, e em algumas dúvidas e muitas certezas. Falar delas é falar de rir e chorar no mesmo minuto, é falar de as olharmos nos olhos e nos sentirmos pequeninos. Porque elas carregam o peso da profissão e da vida. Porque nelas está cada um de nós. Obrigada”, completou.

Ora confira:

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As gravações terminaram há uma semana. Parece que já passou imenso tempo, parece que foi ontem. Não sei quando foi, se foi tarde ou cedo, sei que não foi há tempo suficiente para poder falar de forma clara e desprovida de emoções. Mas, dando continuidade ao post anterior, não poderia deixar de falar e agradecer aos meus colegas actores. Não posso, nem seria justo, falar de uns e não falar de outros, por isso, e contrariando o que acabei de dizer, decidi falar apenas de três actrizes (perdoem-me os outros colegas, julgo que entenderão e concordarão comigo), que reúnem o nosso respeito e admiração de forma unânime e nos representam, a todos (elenco), de variadíssimas formas: Maria José Paschoal, Marina Mota e Ana Bustorff. Todas tão diferentes na particularidade, na forma de estar e de trabalhar, e tão parecidas no geral, na essência do actor. E, ainda assim, falar delas é falar de referências. Falar delas é falar de inspiração. Falar delas é falar de talento. Falar delas é falar de intuição, é falar de técnica, é falar de profissionalismo, é falar de rigor. É falar em decorar e em esquecer. Falar delas é falar de saber-se estar, falar de educação, de sensibilidade e bom senso. Falar delas é falar em entrega e partilha. É falar em algumas certezas e muitas dúvidas, e em algumas dúvidas e muitas certezas. Falar delas é falar de rir e chorar no mesmo minuto, é falar de as olharmos nos olhos e nos sentirmos pequeninos. Porque elas carregam o peso da profissão e da vida. Porque nelas está cada um de nós. Obrigada.

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