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‘Pipoca Mais Doce’ fala dos comentadores do Big Brother e deixa recado

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Depois de terminado o “Big Brother 2020”, são muitos os balanços feitos pela equipa do reality show da TVI. ‘A Pipoca Mais Doce’, uma das comentadoras desta edição, recorreu às redes sociais para falar sobre os comentadores.

“Acho que nunca se falou tanto dos comentadores como nesta edição do Big Brother. O “porque há comentadores que…” tornou-se quase uma frase-chave de cada concorrente que ia saindo e encarando a dura realidade de não ser assim tão amado cá fora. Solução mais fácil? Culpar os comentadores. Vamos lá ver se nos entendemos”, começou por escrever Ana Garcia Martins.

Os comentadores não são responsáveis por aquilo que cada concorrente escolhe ser, dizer ou fazer dentro da Casa. Também não são responsáveis pela formação (ou falta dela), índole (boa ou má), personalidade, atitudes, comportamentos. Comentamos o que vemos e, claro, escolhemos a forma como o fazemos”, frisou.

“Pessoalmente, a minha opinião sobre os concorrentes nunca foi estanque, foi mudando conforme os próprios concorrentes iam mudando no jogo. Uns mudaram para melhor, outros para pior, e acho que não há maior prova de isenção do que essa, ter a capacidade de pôr de lado simpatias e avaliar actos específicos. Para os mais esquecidos, relembro que de início adorava a Sónia e que praticamente nenhum dos Sensatos figurava no meu leque de preferidos”, acrescentou, referindo que a sua opinião sobre os concorrentes foi mudando ao longo do jogo.

Já sobre o painel de comentadores, a blogger não tem dúvidas que esta edição conseguiu “reunir um painel interessante, diversificado, com estilos e posturas diferentes”.

“Quando concorrentes passam a vida a berrar que são muito frontais, muito directos, muito digo-tudo-na-cara, na maioria das vezes estão só a demonstrar que faltaram ao nível básico do curso de Iniciação ao Civismo e Convivência Cordial e Respeitosa com Outros Seres Humanos. Porque quando depois alguém lhes diz, realmente, o que pensa das atitudes deles, fazendo-o de forma assertiva, educada, directa e sem condescendência, aí calma lá, que afinal já não gostamos tanto de frontalidade e “ai que estão a humilhar-nos””, atira.

Por fim, ‘Pipoca’ termina com um apelo aos fãs do reality show e uma mensagem a todos os colegas.

“Pessoas, tenham juízo e aceitem a responsabilidade por aquilo que, deliberadamente, escolheram mostrar ao país. Como diz a Ana Arrebentinha, “se não estavam capazes, não tinham vindo”. Nesta foto está a Marta, que funciona aqui como elemento representativo dos meus colegas-comentadores. Levo todos no ❤️. Menos o Pedro Crispim, calma, também há limites 😂”, terminou, em tom de brincadeira.

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Acho que nunca se falou tanto dos comentadores como nesta edição do Big Brother. O “porque há comentadores que…” tornou-se quase uma frase-chave de cada concorrente que ia saindo e encarando a dura realidade de não ser assim tão amado cá fora. Solução mais fácil? Culpar os comentadores. Vamos lá ver se nos entendemos. Os comentadores não são responsáveis por aquilo que cada concorrente escolhe ser, dizer ou fazer dentro da Casa. Também não são responsáveis pela formação (ou falta dela), índole (boa ou má), personalidade, atitudes, comportamentos. Comentamos o que vemos e, claro, escolhemos a forma como o fazemos. Pessoalmente, a minha opinião sobre os concorrentes nunca foi estanque, foi mudando conforme os próprios concorrentes iam mudando no jogo. Uns mudaram para melhor, outros para pior, e acho que não há maior prova de isenção do que essa, ter a capacidade de pôr de lado simpatias e avaliar actos específicos. Para os mais esquecidos, relembro que de início adorava a Sónia e que praticamente nenhum dos Sensatos figurava no meu leque de preferidos. Se a minha opinião mudou, tem unicamente a ver com a forma como cada um se foi revelando. Voltando aos comentadores: acho que conseguiram reunir um painel interessante, diversificado, com estilos e posturas diferentes, e a graça é mesmo essa. Quando concorrentes passam a vida a berrar que são muito frontais, muito directos, muito digo-tudo-na-cara, na maioria das vezes estão só a demonstrar que faltaram ao nível básico do curso de Iniciação ao Civismo e Convivência Cordial e Respeitosa com Outros Seres Humanos. Porque quando depois alguém lhes diz, realmente, o que pensa das atitudes deles, fazendo-o de forma assertiva, educada, directa e sem condescendência, aí calma lá, que afinal já não gostamos tanto de frontalidade e “ai que estão a humilhar-nos”. Pessoas, tenham juízo e aceitem a responsabilidade por aquilo que, deliberadamente, escolheram mostrar ao país. Como diz a @anarrebentinha, “se não estavam capazes, não tinham vindo”. Nesta foto está a Marta, que funciona aqui como elemento representativo dos meus colegas-comentadores. Levo todos no ❤️. Menos o @pedro.crispim, calma, também há limites 😂

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