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Big Brother TVI

Pipoca Mais Doce despede-se do Big Brother com uma longa mensagem

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Um dia depois da final do Big Brother 2020, da TVI, Ana Garcia Martins pronunciou-se “sobre esta loucura” que foi o reality-show.

A famosa ‘Pipoca Mais Doce’ confessou que foi convidada para outros programas, anteriormente, mas que recusou. Contudo, aceitou este porque “era uma edição comemorativa dos 20 anos de Big Brother em Portugal”, porque “era uma hipótese de a TVI dar a volta a um período menos bom”, e que isso constituiu, para ela, um desafio. “E eu gosto de desafios”, sublinhou.

Depois, garantiu ainda que sempre teve “total liberdade” para opinar como quisesse e que nunca lhe foi pedido nem para ser “mais contida”, nem para ser “mais exagerada”. “Tive total liberdade para ser o que sou e acho que foi isso que pautou o meu caminho neste programa”, acrescentou.

Por fim, deixou ainda um recado. “Uns gostaram muito, outros não gostaram nada mas, filhos, ando nisto há demasiado tempo para saber que não chegamos a toda a gente. E, se assim é, prefiro chegar só a alguns, mas chegar tal como sou”, concluiu.

Texto completo aqui:

Ai, meus douradinhos de pescada (os da Iglo, não me venham cá com versões contrafeitas), tenho tanto para vos dizer sobre esta loucura que foi o Big Brother que nem sei por onde começar. Posto isto, apertem os cintos, que hoje vão levar com 82 posts sobre o assunto.

Vocês sabem que sempre adorei reality shows e que sempre os comentei nas minhas redes sociais de forma satírica, humorística, corrosiva e sem paninhos quentes. Já tinham aparecido, aqui e ali, convites para me associar a alguns programas, mas nunca aceitei, sobretudo porque tinha medo de perder a minha liberdade e porque a imagem dos reality shows andava um bocadinho pelas ruas da amargura.

Mas com este BB foi diferente. Porque era uma edição comemorativa dos 20 anos de Big Brother em Portugal. Porque nos prometeram concorrentes diferentes, ‘normais’. Porque era uma hipótese de a TVI dar a volta a um período menos bom e eu gosto de desafios. Por isso tudo, disse sim.

Entrei neste projeto sem nenhuma expectativa que não a de me divertir. E, três meses depois, confirmo que cumpri o objetivo: diverti-me muito, ri até às lágrimas em muitas ocasiões. E isso, para mim, é sempre o que conta mais. Mas houve outras coisas boas: todas as pessoas com quem me cruzei, o que aprendi (com os meus colegas, com alguns concorrentes, com tanta gente), o vosso feedback, a possibilidade que isto me deu de chegar a outras pessoas. E a liberdade. Nunca, nunca, nunca me foi dito que falasse mais disto, menos daquilo, que fosse mais contida, mais exagerada. Tive total liberdade para ser o que sou e acho que foi isso que pautou o meu caminho neste programa.

Uns gostaram muito, outros não gostaram nada mas, filhos, ando nisto há demasiado tempo para saber que não chegamos a toda a gente. E, se assim é, prefiro chegar só a alguns, mas chegar tal como sou. Para esses, obrigada por me terem acompanhado nesta viagem e espero que, de alguma forma, se tenham sentido (bem) representados por mim.

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Ai, meus douradinhos de pescada (os da Iglo, não me venham cá com versões contrafeitas), tenho tanto para vos dizer sobre esta loucura que foi o Big Brother que nem sei por onde começar. Posto isto, apertem os cintos, que hoje vão levar com 82 posts sobre o assunto. Vocês sabem que sempre adorei reality shows e que sempre os comentei nas minhas redes sociais de forma satírica, humorística, corrosiva e sem paninhos quentes. Já tinham aparecido, aqui e ali, convites para me associar a alguns programas, mas nunca aceitei, sobretudo porque tinha medo de perder a minha liberdade e porque a imagem dos reality shows andava um bocadinho pelas ruas da amargura. Mas com este BB foi diferente. Porque era uma edição comemorativa dos 20 anos de Big Brother em Portugal. Porque nos prometeram concorrentes diferentes, “normais”. Porque era uma hipótese de a TVI dar a volta a um período menos bom e eu gosto de desafios. Por isso tudo, disse sim. Entrei neste projecto sem nenhuma expectativa que não a de me divertir. E, três meses depois, confirmo que cumpri o objectivo: diverti-me MUITO, ri até às lágrimas em muitas ocasiões. E isso, para mim, é sempre o que conta mais. Mas houve outras coisas boas: todas as pessoas com quem me cruzei, o que aprendi (com os meus colegas, com ALGUNS concorrentes, com tanta gente), o vosso feedback, a possibilidade que isto me deu de chegar a outras pessoas. E a liberdade. Nunca, nunca, nunca me foi dito que falasse mais disto, menos daquilo, que fosse mais contida, mais exagerada. Tive total liberdade para ser o que sou e acho que foi isso que pautou o meu caminho neste programa. Uns gostaram muito, outros não gostaram nada mas, filhos, ando nisto há demasiado tempo para saber que não chegamos a toda a gente. E, se assim é, prefiro chegar só a alguns mas chegar tal como sou. Para esses, obrigada por me terem acompanhado nesta viagem e espero que, de alguma forma, se tenham sentido (bem) representados por mim ❤️

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