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Pedro Soá diz que o Big Brother está morto: “O Marco Costa parece em modo freira”

Pedro Soá, Big Brother
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Pedro Soá é da opinião de que a TVI errou ao fazer tantos Big Brother’s seguidos e que a atual edição não tem conteúdo nenhum. Além disso, garantiu ainda que não integraria o leque de atuais concorrentes do reality show.

“Este Big Brother está morto. E porquê? Porque as pessoas têm medo”, considerou Pedro Soá, ex-concorrente das edições 2020 e Duplo Impacto, à conversa com o A Televisão. Todas elas têm medo do que irá acontecer cá fora, porque têm a vida social delas, os amigos, o trabalho… Até o próprio Marco. Se formos a ver o Marco de há uns anos e o Marco de agora, parece que está em modo freira”, atirou.

“A compensação financeira que te dão, não só com o prémio, mas com o que ganhas de cachet, e do que vais sofrer cá fora, não compensa. Uma coisa é ganhares um prémio como no Brasil, mais os patrocínios. Agora em Portugal? Ganhas uma chucha. Ninguém vai lá para se chatear”, acrescentou. “Estes BB’s não são interessantes, com famosos ou sem famosos”.

Sobre as versões para famosos, não tem dúvidas. “80% das pessoas que entraram foi pelo dinheiro, e não porque quisessem. O primeiro só foi interessante por causa do Bruno de Carvalho, e as pessoas estavam sempre à espera que pudesse acontecer alguma coisa. Era o Bruno e mais 12. Mas depois acontece que se centra tudo numa pessoa e desgasta-se essa pessoa. Foi o que aconteceu comigo. Quando se foca tudo numa pessoa, há desgaste, vêm as coisas negativas… Leva-se a pessoa à saturação. Depois ele saiu e o programa morreu”, recordou.

Pedro Soá não entraria neste BB Famosos

“Se me ligassem a perguntar se eu entraria, eu não entrava. Para já, porque está lá uma pessoa que eu gosto bastante que é o Marco. Preferia entrar com pessoas que eu não conhecesse e que não tivesse ligação nenhuma”, explicou.

“Se fosse um projeto para entrar no início, e um BB Famosos em que estivessem todos ao mesmo nível, mas não. Há sempre um mais famoso. Por isso, ou me faziam uma boa oferta monetária, ou não, porque não há igualdade entre todos”, referiu.

No Brasil, até aceitaria. Mas acha que no país-irmão não são dadas essas oportunidades. “Nós damos oportunidade aos brasileiros de entrarem no BB português, mas eles não. Sempre achei isso triste. E eu até acho que eu, a Teresa, o Rui, o Savate, a Joana, no Brasil, teriamos hipótese, porque nós temos muito para dar. Gostava de ver um Big Brother 50-50, com metade de portugueses e a outra metade de brasileiros”, acrescentou ainda Pedro Soá.

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