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Patrícia Matos renunciou a paixão por causa da sua saúde

É uma das melhores amigas de Fátima Lopes, tal como ambas fizeram questão de sublinhar logo no início da conversa em ‘Conta-me como És”. A pivô do ‘Diário da Manhã’, Patrícia Matos, recuperou as histórias da sua infância e recordou que a comunicação sempre esteve presente no seu dia-a-dia, sobretudo depois de ter começado a fazer rádio pela mão do professor Emílio Serra.

Com uma grande ligação ao professor, a jornalista da TVI revelou que “tínhamos uma relação muito cúmplice. Ele era cego e provavelmente das pessoas mais inteligentes que conheci até hoje. Ele tinha uma sensibilidade em que ele me tocava e dizia ‘Tu hoje não estás bem’. Ele não precisava de ver para me sentir”.

Filha única, Patrícia esteve sempre rodeada de pessoas e de muito afeto, sobretudo o do seu avô: Henrique. “Todas as pessoas do mundo juntas, não fazem o meu avô Henrique”, contou com saudade, para a seguir explicar que o avô era um homem generoso e que nunca se queixou da dor, mesmo na hora da morte.

Apaixonada pela natureza e pelo desporto, Patrícia tinha no atletismo o seu grande amor, mas um problema de saúde obrigou-a a parar. “Uma vez, estava em casa e a rótula esquerda saiu e eu, com a inconsciência da idade, voltei a colocar a rótula. Percebemos que havia ali qualquer coisa que não estava bem”, começa por revelar para acrescentar de seguida que, após fazer uns exames, percebeu que tinha “um mau alinhamento na bacia que alterava o alinhamento do femur e das rótulas”.

“No segundo joelho só percebemos mais tarde. Primeiro achávamos que era só no esquerdo e fui operada primeiro ao esquerdo. Corrigimos e tive parafusos e, depois, tirei-os. Mais tarde, fui operada ao direito”, acrescentou. “O ortopedista avisou-me que nunca mais podia correr. Recentemente desafiei algumas leis da gravidade, mas não posso mais, Há outros desportos que se podem fazer, não é por aí”, contou.

Já sobre a sua carreira, a jornalista confidenciou que ligou ao seu padrinho de curso depois de se estrear, por opção de Manuela Moura Guedes, na condução do ‘Jornal Nacional’. “Eu nunca contei isto publicamente, mas o Ricardo Batista é das pessoas mais importantes da minha vida. No dia em fiz a minha primeira vez no Jornal Nacional de sexta-feira à noite ele foi a única pessoa a quem telefonei. Ele foi o meu primeiro colega de faculdade e padrinho de curso”, revelou.

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