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Big Brother TVI

Nuno Santos reage às críticas dos espectadores sobre decisão da TVI ao caso Hélder

Nuno Santos
TVI

Nuno Santos reagiu publicamente à decisão tomada pela TVI e Endemol sobre as afirmações sexistas e homofóbicas de Hélder, concorrente do Big Brother 2020. O participante foi punido esta terça-feira, ao ficar nomeado e com os portugueses a decidirem a sua permanência na casa mais vigiada do pais.

A punição da TVI e produtora do formato dividiu a opinião dos espectadores. Nuno Santos, diretor de programas da TVI recorreu às redes sociais para falar sobre o caso.

“Vai por aí uma grande discussão sobre se, confrontada com um comentário onde a discriminação sexual existiu, a TVI fez bem ou fez mal, exagerou na dose e – velho pecado – foi à ‘procura de audiências’. Sejamos claros: o concorrente Hélder para defender o seu estatuto de ‘mulherengo’, sublinhou que, antes tal, que ser como um outro concorrente de orientação sexual diferente. Nas sociedades ocidentais estas graçolas boçais que sempre visam os que são diferentes, os que estão mais expostos, tantas vezes mulheres ou crianças, já tiveram um preço muito elevado”, começa por dizer Nuno Santos.

O diretor de programas do canal afirma que se trata de aplicar as regras que “refletem a lei e o bom-senso“.

“Não, o Hélder não foi fisicamente agressivo, tentou até ser subtil no seu comentário, tê-lo-á feito como exibição da sua masculinidade. Mas, ainda que assim fosse, ainda que assim seja, o tema não tem relevância?! Era imperativo mostrar e contextualizar a situação – aliás, exibida em direto – e aplicar as regras. São as regras de um programa de televisão, mas refletem a lei e o bom-senso que, sendo por vezes raro, é quase um super poder. A TVI fez o que devia fazer. Qualquer outra atitude poderia ser entendida, até mais elogiada, mas nunca seria adequada aos tempos em que vivemos. Estamos em 2020”, conclui.

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BIG BROTHER Vai por aí uma grande discussão sobre se, confrontada com um comentário onde a discriminação sexual existiu, a TVI fez bem ou fez mal, exagerou na dose e – velho pecado – foi à “procura de audiências”. Sejamos claros : o concorrente Hélder para defender o seu estatuto de “mulherengo”, sublinhou que, antes tal, que ser como um outro concorrente de orientação sexual diferente. Nas sociedades ocidentais estas graçolas boçais que sempre visam os que sao diferentes, os que estão mais expostos, tantas vezes mulheres ou crianças, já tiveram um preço muito elevado. Não, o Hélder não foi fisicamente agressivo, tentou até ser subtil no seu comentário, tê-lo-á feito como exibição da sua masculinidade. Mas, ainda que assim fosse, ainda que assim seja, o tema não tem relevância ?! Era imperativo mostrar e contextualizar a situação – aliás exibida em direto – e aplicar as regras. São as regras de um programa de televisão, mas reflectem a lei e o bom-senso que, sendo por vezes raro, é quase um super poder. A TVI fez o que devia fazer. Qualquer outra atitude poderia ser entendida, até mais elogiada, mas nunca seria adequada aos tempos em que vivemos. Estamos em 2020.

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