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Maria João Costa indignada com a falta de preocupação da dona do animal que atacou o seu patudo

Reprodução Instagram

Maria João Costa conseguiu encontrar a dona do cão que atacou violentamente o seu patudo num parque, em Lisboa. A autora de vários conteúdos da TVI mostrou-se desiludida com a falta de preocupação da mulher com a saúde do seu animal. 

Tudo aconteceu na terça-feira, em Lisboa, quando passeava os seus cães e um foi atacado violentamente por um outro que se encontrava a passear no mesmo parque.  Dada a desresponsabilização da dona do outro animal, que segundo Maria João Costa não se preocupou com o estado de saúde do animal, esta fez uma denúncia através da rede social Instagram.

Depois de a ter encontrado, mostrou-se surpreendida com a forma como esta está a lidar com o caso. “Este é o cão que atacou o Limão. A proprietária do animal foi encontrada, mas a sua única preocupação foi que eu não apresentasse queixa contra o seu cão (o agressor, o Dogue Alemao). A jovem não visitou o Limão, nem manifestou nisso qualquer interesse, e perguntou-me ontem, pela 1a vez, como é que ele estava; os seus pais, com quem vive, supostamente informados, também não me procuraram”, começou por escrever.

Recusaram-se a dar o contacto da pessoa que, na altura, estava a passear com o patudo e não lhe perguntaram se precisava de ajuda. “Eu não pedi essa ajuda sequer, felizmente não preciso, mas se um cão meu tivesse agredido outro, eu seria a primeira a responsabilizar-me por todas as despesas médicas. Aqui ninguém se lembrou disso, sequer”, acrescentou.

Veja o texto na íntegra publicado por Maria João Costa:

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Este é o cão que atacou o Limão. A proprietária do animal foi encontrada, mas a sua única preocupação foi que eu não apresentasse queixa contra o seu cão (o agressor, o Dogue Alemao). A jovem não visitou o Limão, nem manifestou nisso qualquer interesse, e perguntou-me ontem, pela 1a vez, como é que ele estava; os seus pais, com quem vive, supostamente informados, tb n me procuraram. Quis falar com eles para me assegurar que iam ter cuidado com o seu cão, mas a jovem recusou-se dizendo que já estavam informados. Além disso, não me deu o contato da pessoa que passeava o cão quando se deu o incidente, apesar de lho ter pedido mais do que uma vez, e não me perguntou sequer se eu precisava de alguma ajuda por causa do Limão. Eu não pedi essa ajuda sequer, felizmente não preciso, mas se um cão meu tivesse agredido outro, eu seria a primeira a responsabilizar-me por todas as despesas médicas. Aqui ninguém se lembrou disso, sequer. Eu não ter falado nisso, não invalida que o tivessem feito se fossem gente decente. Até porque não consigo deixar de pensar que se, ao contrário de mim, isto tivesse acontecido a uma pessoa sem possibilidades de internar o animal e fazer-lhe uma cirurgia, e nós sabemos que são muitas as pessoas que adoram os seus animais e não têm como suportar as despesas de um internamento, o cão teria morrido naquela noite. Eles não sabiam quem eu era, nem se podia suportar o custo. Tratando-se de uma jovem que é filha de um senhor que já foi tão importante neste país (na casa de quem vive, o que faz dos pais dela tutores legais do cão também), a quem, depois de ter sido considerado insolvente, vão ser perdoados os 67 milhões de euros que deve a vários bancos portugueses, mas todos sabendo que continuam a viver muito bem, aliás, a mãe da jovem está de férias nas Caraíbas neste momento e o pai fora do país também, custa a crer que nem sequer lhe tenha passado pela cabeça perguntar se eu precisava de alguma coisa. Já me ocorreu que se calhar ela pensou: aquela escreve telenovelas; deve receber bem mais que os atuais três salários mínimos declarados pelo pai! É o que vem nas notícias. Como se alguém acreditasse nisso. E é assim que vai Portugal. (Cont com)

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