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José Eduardo Moniz: “Vão ter de levar comigo, quer queiram quer não queiram”

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José Eduardo Moniz quebrou o silêncio e decidiu falar sobre as últimas notícias que têm envolvido o seu futuro na TVI. Num longo texto publicado na sua conta de Instagram, o consultor de Conteúdos de Entretenimento e Ficção da estação Queluz colocou um ponto final aos rumores da imprensa.

“Praia Verde. Sol, areia e mar. Bom sítio para recarregar baterias, para ler, para rever amigos, para pensar. Não fossem os paparazzi abelhudos e o ambiente seria perfeito.  Se a deformação profissional não trouxesse até mim os jornais, as revistas e as redes sociais, os dias seriam memoráveis. Assim, não é possível desligar do chorrilho de mentiras e de especulações que, nos últimos dias, têm envolvido o meu nome”, começou por escrever na descrição de uma foto tirada na praia.

“Costumo dizer, mesmo assim, que é para o lado que durmo melhor. Com a desinformação que por aí reina e com os jogos de bastidores que infectam o meio, o melhor é não ligar. Os cães ladram e a caravana passa”, continuou, realçando a sua importância no canal.

“Uma amiga minha, com algum sentido de humor, dizia-me, há uns meses, que o trabalho deixado por mim, de herança, na TVI, em 2009, tinha sido de tal maneira sólido e eficaz, que resistira dez anos às investidas da concorrência. Observando as coisas a esta distância, não posso evitar um sorriso de satisfação. Foi um modelo que resistiu, de facto, dez anos. E mais resistiria se a sua modernização tivesse ocorrido, ajustando-o a tempos novos”, acrescentou.

“(…) Não tendo nada para provar a ninguém, nem perante ninguém, nem sequer querendo perder tempo com a estupidez alheia, prefiro que o marfim corra. E continuo a sorrir. Com o conforto de quem sabe o que quer, que só está onde está até lhe apetecer, com a noção de que poderia encontrar-me, há mais de um ano, a trabalhar noutro sítio, tanto cá dentro como lá fora, enfrentando grandes desafios e promovendo transformações importantes, susceptíveis de adicionarem mais marcas às que, com mérito ou sorte, consegui ir deixando, ao longo da minha vida profissional”, afirmou, finalizando com um aviso.

“Portanto, descansem os detractores e os especuladores de meia tigela: vão ter de levar comigo, quer queiram, quer não queiram. Logo verao como ! E viva o sol, o mar e a praia !”, rematou.

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Praia Verde. Sol, areia e mar. Bom sítio para recarregar baterias, para ler, para rever amigos, para pensar. Não fossem os paparazzi abelhudos e o ambiente seria perfeito. Se a deformação profissional não trouxesse até mim os jornais, as revistas e as redes sociais, os dias seriam memoráveis. Assim, não é possível desligar do chorrilho de mentiras e de especulações que , nos últimos dias, têm envolvido o meu nome. Costumo dizer, mesmo assim, que é para o lado que durmo melhor. Com a desinformação que por aí reina e com os jogos de bastidores que infectam o meio, o melhor é não ligar. Os cães ladram e a caravana passa. Uma amiga minha, com algum sentido de humor, dizia-me, há uns meses, que o trabalho deixado por mim, de herança , na TVI, em 2009, tinha sido de tal maneira sólido e eficaz, que resistira dez anos às investidas da concorrência. Observando as coisas a esta distancia, não posso evitar um sorriso de satisfação. Foi um modelo que resistiu, de facto, dez anos. E mais resisitiria se a sua modernização tivesse ocorrido, ajustando-o a tempos novos. Aliás, o que se passa no audiovisual portugues é suficientemente preocupante para não fazer qualquer profissional consciente reflectir sobre o presente e o futuro, sobre que caminhos percorrer e sobre o que vale ou não a pena, hoje em dia, tendo em conta as mudanças que as tecnologias precipitam. Não tendo nada para provar a ninguém, nem perante ninguém, nem sequer querendo perder tempo com a estupidez alheia, prefiro que o marfim corra. E continuo a sorrir. Com o conforto de quem sabe o que quer, que só está onde está até lhe apetecer, com a noção de que poderia encontrar-me, há mais de um ano, a trabalhar noutro sítio, tanto cá dentro como lá fora, enfrentando grandes desafios e promovendo transformações importantes, susceptíveis de adicionarem mais marcas às que, com mérito ou sorte, consegui ir deixando, ao longo da minha vida profissional. Portanto, descansem os detractores e os especuladores de meia tigela: vão ter de levar comigo, quer queiram, quer não queiram. Logo verao como ! E viva o sol, o mar e a praia !

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