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Fernando, de “Casamento Marcado”, responde a polémica: “Não falo mal dos UHF, nem nunca vou falar”

Ana Ramos
7 min leitura
Facebook/TVI

Fernando Rodrigues, um dos protagonistas de “Casamento Marcado”, respondeu, na noite desta segunda-feira, no “TVI Extra”, à polémica sobre os UHF.

Acerca das declarações de António Manuel Ribeiro, vocalista dos UHF, o participante do programa contou: “Acordei, um dia, com um colega meu a dizer-me ‘Tens ali uma notícia muito estranha’. E eu fui ler e fiquei um bocado escandalizado, porque havia lá coisas que não eram verdade, para começar. Eu fiquei na dúvida se aquilo tinha sido escrito pelo António e confirmei que sim”.

“Eu percebi que o problema ali era que o Fernando não pertenceu durante 10 anos. Desculpem lá, se calhar, foram 18… O que é que querem que eu diga? Eu tive de mandar um comunicado a explicar quando falo com as pessoas que foram durante 20 anos da minha vida que eu vivi a música dos UHF… Pelo meio, saí durante três meses e, depois, saí outra vez durante dois anos ou três, não tenho a certeza, nem eu sei. É normal, quando eu falo com as pessoas, que diga que toquei durante, mais ou menos, 20 anos nos UHF; toquei baixo, que foi o que eu toquei mais”, explicou Fernando Rodrigues.

“Eu fui baixista dos UHF, fui o baixista que mais tempo tocou nos UHF. Agora, fui muito feliz nos UHF. Agora, se foram 20 ou 17, peço desculpa se me enganei. Aí, o erro foi meu. Peço desculpa se não foram 20 e foram 18 e meio e dois meses e três dias”, continuou.

Fernando Rodrigues falou ainda sobre a relação com António Manuel Ribeiro: “Eu e o António temos uma relação de amor/ódio já de há muitos anos”. “A última vez que falei com ele foi por causa disto e ele disse-me que foi ele quem escreveu. Não gostei e ficámos por aí. Acho que não há necessidade disso. Conhecemo-nos há muitos anos. Ele podia ligar-me e dizer-me: ‘Ó Fernando, tens de meter isto a limpo’. E eu próprio ia dizer: ‘Peço desculpa a todos, não são 20 anos. São 18 anos, três meses e dois dias’. E acho que ficava tudo esclarecido”, acrescentou.

“Acho que era um bocado escusado. Eu posso me defender no sentido em que houve momentos em que as relações não foram muito boas. 20 anos é como um casamento: a gente discute… Eu não vou é para a rua dizer o que é que aconteceu lá dentro. Não vou, porque eu defendo a camisola até ao final, seja o que for”, sublinhou Fernando Rodrigues.

“Passei momentos felizes, momentos menos bons e vou sempre defender a minha camisola até ao fim. Nunca me ouviram a falar mal dos UHF, nem nunca vou falar. Acho que foi muito precipitado algumas coisas que foram ditas. (…) Por mim, não falo mal dos UHF nem nunca vou falar. Fui feliz, estou contente! Foram experiências espetaculares e não guardo mágoas, nem rancores de ninguém”, garantiu.

Fernando Rodrigues esclareceu ainda que só é “famoso agora”: “Não era famoso nos UHF, nunca fui. Tanto que há pessoas que me criticaram a dizer que ‘Tu disseste que foste músico conhecido’. Quem escreveu isso no rodapé da TVI não sei. Eu sempre disse ‘Toco numa banda conhecida, nunca disse que eu fui conhecido’. Porque eu só era conhecido no dia do concerto quando saía do palco. Cá fora, era só mesmo o António”.

“É verdade que tens mau feitio como o António diz?”, quis saber Flávio Furtado. “Todos nós temos mau feitio. Eu só digo uma coisa em relação a isso, que é: Eu não gosto de lamber botas, ponto número um. Não gosto de engolir as coisas, tenho um feitio e as outras pessoas também têm e, às vezes, chocam. É só isso”, comentou Fernando Rodrigues.

“Agora, eu não venho cá para fora dizer quais são os feitios das pessoas. Se as coisas acabam, acabaram, ponto final. Eu nem sequer venho falar do António… nunca me ouviram falar nada, nem vou falar mal. Agora, o que é mau, ou o que foi mau vai ficar para mim. Se eu tenho mau feitio, perguntem à minha família. Vocês veem na casa o meu feitio. Tenho um problema: Eu não me sei calar. Continuo a falar e as únicas críticas que eu vejo cá fora é: ‘Mas tu nunca te calas?’. E eu estou sempre: ‘Bla, bla, bla, bla’. Eu tenho uma hiperatividade e, se calhar, isso choca um bocado com o comportamento das outras pessoas”, rematou Fernando Rodrigues.

Para Fernando Rodrigues, “o maior erro disto tudo foi terem ido à imprensa falar uma coisa quando a pessoa, o responsável da banda podia tê-lo feito num comunicado simples, como depois fez a defender-se”.

Questionado por Flávio Rodrigues sobre se esta situação pudesse ser aproveitada pela banda, Fernando Rodrigues comentou: “Os UHF são uma banda que não precisam, já têm os seus fãs, já têm tudo o que eles precisam. Sempre tocaram. Há pessoas que ainda hoje me dizem: ‘Mas ainda existem?’. Existem e tocam muito. Se calhar, não em Lisboa tanto, como deveria ser, mas eles não precisam de mim, acho eu. Espero eu que não, porque eu também não quero que se aproveitem, ou, pelo menos, que estejam a denegrir a minha imagem para se poderem aproveitar – que eu não me acredito, porque o António nunca foi assim”.

Veja aqui e aqui uma parte da conversa.

Esclarecimento sobre Fernando RodriguesHá cerca de duas semanas fui contactado pela produção de um novo reality show…

Posted by António Manuel Ribeiro on Wednesday, June 7, 2023