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Fernanda Serrano escreve mensagem enigmática: “Os filhos deixaram de ser prioridade”

Fernanda Serrano
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Fernanda Serrano escreve uma crónica na TV Guia onde aborda a temática das responsabilidades parentais. A atriz deixou várias mensagens enigmáticas, que ao que tudo indica são recados para Pedro Miguel Ramos.

Fernanda Serrano e Pedro Miguel Ramos divorciaram-se e refizeram a sua vida. Porém, parece que nem tudo corre às ‘mil maravilhas’ ao analisar a crónica escrita pela atriz na revista TV Guia.

O que um dia foi uma família, de um dia para o outro torna-se uma parte de uma família, onde só um dos elementos é ‘obrigado’ a assegurar todas as condições que proporcionem o bem-estar, o equilíbrio, a educação, o dia a dia, a segurança, a atenção e o amor, que em tempos deveria ter sido assumido por dois“, escreveu Fernanda Serrano a certa altura.

O outro decidiu ter uma outra e nova vida. Houve uma rutura, tem um novo rumo e os filhos deixaram de estar no topo da lista das prioridades e, mais grave, das responsabilidades de vida. E… Nada acontece“, acrescentou Fernanda Serrano.

Parte do texto escrito por Fernanda Serrano:

Entendo, como mãe, que a nossa maior responsabilidade na vida é a de ter filhos e assumir, perante eles e a nossa sociedade, o compromisso de lhes dar um lar, amor, cuidados, educação, segurança e fazermos dos filhos as nossas prioridades máximas a todos os níveis de entendimento e consciências.

Percebo, dos dias de hoje, por tantas vezes falar com mães e pais, que, vivendo ou não em conjunto, em muitas situações até, isso não acontece, por, pura e simplesmente, um dos elementos sair e, consequentemente, deixar de estar presente na vida dos filhos.

Assumem que, pelo facto de saírem de uma relação conjugal, deixam de assumir a sua quota-parte das responsabilidades de pai ou mãe. Infelizmente, isto acontece muito mais frequentemente do que se pensa e com a maior displicência possível

Não entendo como o sistema permite que tal aconteça desta forma silenciosa. O que um dia foi uma família, de um dia para o outro torna-se uma parte de uma família, onde só um dos elementos é “obrigado” a assegurar todas as condições que proporcionem o bem-estar, o equilíbrio, a educação, o dia a dia, a segurança, a atenção e o amor, que em tempos deveria ter sido assumido por dois.

Porque… O outro decidiu ter uma outra e nova vida. Houve uma rutura, tem um novo rumo e os filhos deixaram de estar no topo da lista das prioridades e, mais grave, das responsabilidades de vida. E… Nada acontece. Tudo é permitido como desculpa, os baixos rendimentos fictícios e inesperados, os compromissos de trabalho de última hora, que, de repente, não lhes permite assumir o pouco tempo de possibilidade de estar com os filhos.

Enfim, um sem-número de estratégias novas, desconhecidas até então. Os filhos, esses, ficaram para trás, alguém, com certeza, cuidará. Eles não ficarão sem ninguém por perto, alguém que por eles olhe e cuide. Não.

(…)

E o pior, a justiça permite. É mais fácil permitir do que provar o mau. Se, um dia, duas pessoas quiseram ter um filho, ter uma família, assumam esse compromisso para a vida toda, sempre. Os filhos não decidiram cá estar. Os pais, sim.

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