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Elenco de ‘Quero é Viver’ desabafa sobre a guerra: “Se o Putin fosse Putina, não estávamos nesta situação”

Elenco De Quero É Viver
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O elenco da novela ‘Quero é Viver’, da TVI, reuniu-se para celebrar o Dia Internacional da Mulher.

O elenco da novela ‘Quero é Viver’, da TVI, celebrou o Dia Internacional da Mulher no Parque dos Poetas, em Oeiras e a situação que se vive atualmente na Europa com a guerra entre a Rússia e a Ucrânia não passou despercebida.

“Estou a ajudar como posso. Não estou inserida em nenhuma iniciativa específica, mas tenho contribuído com o máximo de bens possíveis e estou muito atenta ao que se está a passar”, contou Sara Barradas à TV 7 Dias.

Joana Seixas mostrou-se bastante preocupada com a situação. “Há um tirano que está a atacar um Estado que é bastante mais indefeso e que não tem as mesmas armas de resposta. Espero que, de alguma maneira, haja uma baixa de consciência naquele homem e que as coisas tomem outro rumo“, afirmou.

Fernanda Serrano assumiu-se como “feminista” e afirmou que se existissem mais mulheres num lugar de destaque na política, que não existiria “o enquadramento político global que temos agora”. “Não creio que as mulheres achegassem a um ponto decrépito destes. Nunca”, garantiu.

“Nesta altura em que estamos, assusta-me muito ser mãe e ter muitos filhos. A guerra não está assim tão longe. Na sexta-feira, o Santiago fez 17 anos e passa-me muitas coisas pela cabeça, nem todas elas felizes…”, confessou.

Da mesma forma, Rita Pereira lamenta a situação e ainda realça a descriminação racial que se está a viver na Ucrânia. “Podia ser o meu marido a não conseguir entrar naquele comboio, podia ser eu com o meu filho ao colo, ele tem caracóis, e se calhar identificavam-no como preto e não conseguia entrar. Como mãe, preocupa-me muito”, constatou.

“Se o Putin fosse Putina, não estávamos nesta situação”, terminou a atriz da novela ‘Quero é Viver’.

Leia também: Elenco de ‘Quero é Viver’ participa em evento dedicado ao Dia da Mulher

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1 Comentário

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  • Até em situação de guerra, usam o feminismo e o empoderamento das mulheres para fazerem comentários destes. Dita a história que os grandes ditadores e terroristas são maioritariamente homens, mas isso não significa que os homens sejam todos maus e que as mulheres são todas inocentes e vítimas. Eu sou homem e quer pessoalmente quer profissionalmente nunca discrimine ninguém pelo género, raça, religião ou ideologia. E mais, nunca convivi de perto com situações em que as mulheres ganhavam menos do que os homens, mas sei que é uma realidade. Se Putin fosse mulher, não saberemos como seria a Rússia atual e se teria desencadeado esta guerra. Todos temos de ter direitos e deveres iguais para todos, mas também por vezes será necessário combater este tipo de feminismo extremista, em que só as mulheres são competentes e apenas estas podem e devem ocupar cargos de poder, enquanto que os homens são uns inúteis e incompetentes. Existem pessoas boas e más, com ou sem competências em todos os géneros. Igualdade sim, este tipo de pensamentos nem pensar!

ATV News

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