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Cristina Ferreira assume “culpa” pela separação de António Casinhas

© Flash

A poucos dias de se estrear na SIC, com o seu novo programa das manhãs, Cristina Ferreira deu uma entrevista ao Expresso. A apresentadora da SIC foi questionada sobre a forma como ultrapassou a traição do ex-companheiro, António Casinhas, em 2011, com Alexandra Roque e que culminou com o fim do relacionamento.

E surpreendeu com a resposta, assumindo ter sido “muito culpada” por ter acontecido. “Isso foi a forma como as pessoas que leram na imprensa viram no momento, mas não foi assim que eu o vi. Sinto-me muito culpada, devo confessar“, afirma.

Essa exposição da vida dele só acontece porque ele viveu comigo. Sei o sofrimento que isso lhe provocou, vivi-o de perto, e não queria que isso tivesse acontecido. Começámos a namorar quando eu tinha 17 anos, não estava na televisão, não existia essa exposição, e não sei se soubemos lidar com ela. Nunca dei uma entrevista ao lado dele, mas a imprensa foi à procura de tudo. Todos os fins de semana estavam à porta da minha casa”, acrescenta.

Cristina Ferreira revela que a exposição mediática chegou a atingir a família de António, algo que lhe magoa até hoje. “Essa invasão foi muito dolorosa para todos, até para a família dele. Há uma frase que ele me disse um dia e que me deixou muito triste: ‘Nem com a minha irmã posso almoçar porque toda a gente dirá que estarei a trair-te‘. Foi muito difícil ultrapassar isso. É uma mágoa que tenho. E não perdoo alguma imprensa e algumas pessoas que me fizeram muito mal”, admite.

Do relacionamento de Cristina e António, surgiu Tiago, atualmente com 10 anos, e a apresentadora continua a não esconder o “amor” que ainda sente pelo ex-companheiro.

“Por muito que gostes de uma pessoa, quando as vidas não permitem que isso acontença, quando não vai haver felicidade total, as pessoas têm de seguir outro caminho, ir à procura daquilo que as faz feliz. Agora tenho a certeza de que eu e ele – sei que este sentimento é recíproco – vamos amar-nos para o resto da vida, sendo que o amor encerra aquilo que cada um quiser”.

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