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Cláudio Ramos: “Nunca fui despedido de um programa de televisão”

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Cláudio Ramos protagonizou a transferência televisiva do ano, em Portugal. Depois dos vários programas de daytime da SIC e de formatos como “Contra Capa” e “Passadeira Vermelha”, na SIC Caras, foi anunciado como apresentador da nova edição do reality show “Big Brother”, na TVI. 

Sobre a saída da SIC, Cláudio afirma que saiu d’ “O Programa da Cristina” e da “Passadeira Vermelha” porque quis. “Recebi o convite da TVI para apresentar o Big Brother e decidi deixar os outros projetos. Nunca fui despedido de um programa de televisão.” Algumas dessas relações pessoais continuam. “Os amigos mantém-se para além dos programa de televisão, são só programas de televisão. Se por acaso alguns amigos não se mantiveram depois de abandonar a estação é porque não eram amigos, são outra coisa qualquer”, confessa Cláudio.

Apresentar este formato histórico era um sonho que ambicionava alcançar.“Apresentar o Big Brother era um grande sonho, gosto muito do formato. Gosto de grandes formatos e deste formato em específico por ser uma experiência fantástica. É um jogo muito duro, não é fácil. Estão ali, convivem entre si, estão ali para jogar, criam laços muito fortes e também os rompem muito facilmente… Chegar-me este convite aos 46 anos é prazeroso”. Cláudio Ramos comentou ainda os casos polémicos de Hélder, Edmar e Pedro Soá, concorrentes do formato da TVI e reforçou também que “não ambiciono ser um apresentador de primetime como as pessoas podem pensar”.

Anteriormente apresentado por Teresa Guilherme, o atual apresentador do formato mostra-se pouco preocupado com comparações e legados. “Não carrego peso nenhum. São pessoas completamente diferentes, já eram entre si. A Júlia Pinheiro fez um formato, a Teresa Guilherme fez outro, o Manuel Luís Goucha também acabou por fazer outro. Eu sou a quarta pessoa a fazê-lo e sou diferente. Estou a fazê-lo em condições especiais porque todos eles tinham público em estúdio, eu não tenho. Não sinto o peso do legado. Muito pouco preocupado com o que os outros fizeram antes”.

O apresentador recordou ainda os tempos das “Noites Marcianas”, na SIC, onde começou a traçar o estilo que o viria a caracterizar e a aperfeiçoar o “comentário sobre figuras mediáticas”. “Tornei-me o melhor a fazer esse tipo de comentário, ninguém o faz como eu”.

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