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Big Brother. Diogo sobre ‘cadeiras quentes’: “Era uma merd*”

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Diogo Cunha esteve à conversa com Marta Neves, para o ‘Big Live’ e respondeu a algumas questões sobre a sua prestação no ‘Big Brother 2020’. O segundo classificado do reality-show da TVI confessou que não gostava das ‘cadeiras quentes’ e garantiu que não ia cortar o cabelo até porque a Ana Catharina gosta de o ver assim. 

Os amigos de Diogo doaram 3 mil euros ao Banco Alimentar Contra a Fome deixando-o muito orgulhoso.  “É para isso que serve o ‘Big Brother’ a meu ver”, afirma. Sobre o facto de ter dito que se preparou 10 anos para esta experiência, esclareceu foi orientado nas dúvidas. Neste caso, preparar-se mentalmente para a desilusão caso não fosse selecionado. Depois, “começaram a explorar cenários” e traços de personalidade.

Ao contrário de vários colegas, Diogo adorou o ‘BB Zoom’.  “Foi muito bom, precisava de um tempo para mim”,  contou, revelando que leu e releu, aprendeu a mexer nos microfones e a estar com as câmaras. Sobre o novo reality-show confessa que não esta curioso com os concorrentes, mas sim com o formato para ver o que é que vai ser de diferente. No entanto, gostava que a “paz” continuasse na nova edição.

Na opinião de Diogo, o objetivo de falar na saúde mental e nas outras causas dos colegas foi bem sucedido. Porém, gostava que fossem trazidas polémicas, temas importantes, que passaram fora da casa para ser discutidas lá dentro, nomeadamente a morte de George Floyd.

Participar num novo reality-show está, para já, fora de questão. Também comentar não é algo que o puxe: “Não sei o que isso acarreta”. O que quer mesmo é ir de férias e depois ter trabalho como ator na televisão ou no teatro. Não poupa nos elogios a Bruno Nogueira que considera ser o “Rei do Instagram”.

Questionado por fãs como aguentou calmo em discussões, afirma que sabia que os fãs estavam a comentar por ele cá fora. Sobre as cadeiras quentes não tem dúvidas. “Era uma merd*. Foi das coisas que disse nos castings que detestava que acontecesse porque ai era confronto gratuito. Era uma das coisas que eu não tolerava ou queria tolerar, faz parte. Não era cadeira quente, nós tivemos reuniões na sala. Por norma, as pessoas falam num tom mais ríspido”, recordou.

Quanto a cortar o cabelo está, para já, fora dos planos. “Eu quero cortar o cabelo para o próximo personagem. Até lá, enquanto a Ana Catharina gostar de me ver com o cabelo comprido eu vou deixar“, disse entre risos. Da experiência aprendeu a “ter paciência”.

 

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