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Ana Brito e Cunha sobre regresso à ficção: “Rezei e agradeci quando me ligaram”

Ana Brito E Cunha

Ana Brito e Cunha regressou às novelas, depois de cinco anos afastada da TV.

A atriz Ana Brito e Cunha regressou às novelas, depois de uma ausência de cinco anos. E em dose dupla, na SIC e TVI.

“Foi maravilhoso voltara trabalhar. E não há fome que não dê em fartura. Primeiro fui chamada para fazer uma participação na Serra, fiz dez episódios e quando estava a acabar o projeto na SIC chamaram-me da TVI para esta Florinda [Festa é Festa]. Posso dizer que me ajoelhei a rezar a agradecer. Porque isto não acontece a muita gente e tem que se agradecer”, conta a atriz.

Contudo, este afastamento não foi por falta de convites, mas sim por vontade própria. “O facto de ter casado tarde e ter sido mãe tarde levou a isso. Queria ser uma mãe muito presente na vida do meu filho Pedro. Não fazia sentido para mim não ser eu a aproveitar os primeiros anos de vida dele”, conta Ana Brito e Cunha.

Mais recentemente “já estava a bater mal” e com o ego a começar “a ficar baralhado”: “Não me escolhiam para nada e não percebi que a culpa era minha. Afinal eu é que não me mostrava. Não dizia que estava preparada para trabalhar. E assim que o fiz… o trabalho apareceu.”

Apesar de tudo, não se arrepende de ter estado com o seu filho durante os três primeiros anos. “Felizmente, tenho um marido ótimo, que, durante muito tempo, aguentou o barco para eu estar mais dedicada ao projeto família. Se calhar, se fosse noutra altura, isto seria impossível, porque, apesar de tudo, há contas para pagar. Reconheço que vivi um privilégio muito grande, poder não voltar a trabalhar três meses depois de dar à luz, como algumas amigas minhas tiveram de o fazer.”

Aos 46, Ana Brito e Cunha não descarta a hipótese de ter outro bebé. “Adorava ter outro filho. Mas não tem sido fácil. Já tentámos, já perdemos dois… mas achava importante o Pedro ter um irmão ou irmã”, nota, referindo que os dois abortos foram fases “muito difíceis” que “mexem muito” com as mulheres, “são dores muito profundas”.

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