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Rodrigo Guedes de Carvalho sobre incêndio que matou animais: “É inacreditável”

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Rodrigo Guedes de Carvalho pronunciou-se, este domingo, 19 de julho, sobre o incêndio em Santo Tirso que matou dezenas de animais.

O incêndio terá deflagrado num abrigo de animais em Santo Tirso, este sábado, e dezenas de animais morreram. O PAN- Pessoas, Animais, Natureza acusa agora a GNR e os proprietários do espaço de terem impedido que salvassem os animais.

“O que se passou em Santo Tirso é inacreditável…É inaceitável. Eu não vou dizer muito mais porque não quero correr o risco de estar aqui a cruzar algumas linhas, mas eu espero bem que depois de tanto palavreado, tantas boas intenções de leis e de fazer cumprir as leis. Ver estes casos de absoluta desumanidade é penoso para não dizer outra palavra. Esperemos apenas que isto não fique por aqui. Isto não pode ficar por aqui”, disse o pivot da SIC.

Nuno Markl também se pronunciou nas redes sociais sobre o assunto.

“Vale a pena ler este comunicado da Animal ONG sobre o que se passou em Santo Tirso. Um misto explosivo de ignorância, maldade, má vontade e burocracia usada no momento errado – propriedade privada colocada acima do salvamento de vidas de animais – conduziu a uma tragédia que só acontece mesmo num país que ainda olha para a defesa dos animais como uma luta de maluquinhos sem vida”, começou por escrever.

Nuno Markl salienta que este tipo de situação é inadmissível num país civilizado: “Bem, eu tenho uma vida, mas não me importo que me chamem maluquinho – por isso, sim, isto que aconteceu em Santo Tirso é inadmissível num país civilizado”.

“O problema é que, no século XXI, ainda somos demasiado medievais. Valha-nos a postura construtiva da ANIMAL sobre este assunto: educar agentes da autoridade para este tema, fazê-los perceber que um cão não é um objecto e que o conceito de “propriedade privada” e “invasão de propriedade” se tornam secundários quando há seres vivos a morrer queimados vivos, é essencial. Sobretudo quando já havia sinais de que dentro daquela propriedade privada ocorria uma estirpe bastante duvidosa de amor pelos animais. Uma pena que se seja tão certinho e cumpridor com algumas leis e o rigoroso oposto com outras”, concluiu.

Veja aqui as publicações:

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Vale a pena ler este comunicado da @animal.ong sobre o que se passou em Santo Tirso. Um misto explosivo de ignorância, maldade, má vontade e burocracia usada no momento errado – propriedade privada colocada acima do salvamento de vidas de animais – conduziu a uma tragédia que só acontece mesmo num país que ainda olha para a defesa dos animais como uma luta de maluquinhos sem vida. Bem, eu tenho uma vida, mas não me importo que me chamem maluquinho – por isso, sim, isto que aconteceu em Santo Tirso é inadmissível num país civilizado. O problema é que, no século XXI, ainda somos demasiado medievais. Valha-nos a postura construtiva da ANIMAL sobre este assunto: educar agentes da autoridade para este tema, fazê-los perceber que um cão não é um objecto e que o conceito de “propriedade privada” e “invasão de propriedade” se tornam secundários quando há seres vivos a morrer queimados vivos, é essencial. Sobretudo quando já havia sinais de que dentro daquela propriedade privada ocorria uma estirpe bastante duvidosa de amor pelos animais. Uma pena que se seja tão certinho e cumpridor com algumas leis e o rigoroso oposto com outras.

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