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Resumos SIC

Por Ti: resumo dos próximos episódios

Por Ti

 

Episódio 78

 

 

Destaques

Mónica decidida a ir viver para Lisboa.

Miguel assiste a avanço da parte de Dieter com Lara.

Dulce investiga quem sabotou as escavadoras.

Rui envolve-se numa luta para defender Afonso.

 

Mónica caminha triste e sai da capela quando vê Helena e Paulo, com um ar feliz na moto 4. Mónica fica destroçada.

Renata está no posto e quer apresentar queixa pelo que se passou com as escavadoras, acha que é óbvio que boicotaram os motores das escavadoras, para impedir novamente o arranque das obras da barragem. Zé diz que vão ajudá-la a avançar com a barragem e Neca diz que sem evidencias não podem sair a revistar pessoas à toa. Zé mostra vontade em assinar os documentos. Renata chama a atenção para uma barata e pede que a matem, aproveita a distração dos dois e coloca a chave do táxi de Xana, no bolso do casaco de Zé (pensando ser o de Neca).

Paulo fala da liberdade que sentiu vir de boleia com Helena na moto4 e diz que não têm razão para se esconderem. Dieter dá-lhe razão, comenta que está farto de andar às escondidas com Lara, mas a situação é diferente da situação de Paulo.

Mónica entra em casa decidida, diz que não aguenta mais ficar em Rio Meandro, diz a Mia que vai voltar para Lisboa.

Helena entra em casa e ouve um barulho, fica tensa. Matias aparece e diz-lhe que não tem direito de estar ali. Helena diz-lhe que veio buscar umas roupas e aquela casa ainda é dela. Matias provoca-a, mas Helena sai para dentro.

Mia pede à mãe para pensar melhor, acha que não é a melhor altura para sair de Rio Meandro. Mónica, decidida, diz-lhe que não consegue continuar ali a ver o pai e Helena como se nada fosse. Gostava de não dar esse gosto aos dois, mas não aguenta. Diz que também não é justa com Mia ao pedir para Afonso não ir lá a casa. Mia não aceita que ela vá para Lisboa, pede-lhe que pense melhor.

Constança leva o corta-relvas a arranjar à oficina de Tó, diz que precisa dele com urgência. Tó diz que tem muito trabalho, agora com a nova empresa e aponta para o cartaz. Constança não percebe do que se trata e Tó explica que são tours de bicicletas. Constança brinca com o cartaz, diz que faz lembrar-lhe os cartazes das festas da escola das filhas e Tó fica desapontado.

Renata, contente, conta a Nuno o que fez no posto. Acha que Xana vai acusar o Neca e ele vai sentir-se tão injustiçado que vai juntar-se a Zé e assinar o contrato de indemnização, contrariando a mulher. Nuno diz-lhe que pode não correr como ela pensa porque Neca faz tudo o que Xana quer. Renata está confiante que Neca pode revelar mais garra e este conflito vai dividir Neca e Xana fragilizando-os.

Mia está revoltada porque não era Mónica que tinha que sair de Rio Meandro, mas sim Helena e Paulo que se passeiam indiferentes ao sofrimento dos outros. Afonso sente que ela canaliza a raiva para ele e lembra-a do que Eugénio lhes falou sobre uma tempestade, acredita que é a separação dos pais. Xana entra na tasca e começa a distribuir panfletos a oferecer recompensa de 500 euros a quem encontrar o seu táxi.

Isabel fica emocionada ao saber que Orlando vai continuar ali na aldeia e abraça-o. Orlando, incomodado com o abraço, afasta-a, agradecendo por ter rezado por ele e lutado para ele ficar, pede desculpas se foi bruto com ela em algum momento. Isabel vai fazer um doce para o comemorarem ao jantar.

Tó está de volta do corta-relva quando Dulce entra na oficina. Diz que ele é bom com motores e quer saber onde esteve na hora de almoço. Tó diz que é obvio que é bom com motores, por isso tem uma oficina. Ela diz que por isso tem de o interrogar e falas das escavadoras terem parado. Armanda chega e mente ao dizer que almoçou com ele. Dulce olha-os em silêncio, diz que vai ficar atenta e sai. Armanda beija-o e ele afasta-a, diz que não está preparado psicologicamente. Armanda, chateada, diz que é virgem, mas não tem lepra.

Bernardo e Constança entram no quarto de Luísa que está a meditar. Estão indignados porque o ex-namorado dela abriu um negócio com Tó. Luísa diz que não quer saber do dinheiro nem de Afonso, só quer saber de impedir que a barragem destrua a natureza. Bernardo fala da ideia que acabou de ter, diz que podem rentabilizar a casa de turismo como um centro de meditação e bem-estar.

Afonso entra na tasca e Henrique provoca-o, diz que sabe que foi ele e os amigos dele que travaram as escavadoras. Afonso diz que não o conhece para estar a acusá-lo e Henrique diz que podem ir lá fora para lhe refrescar a memória do tempo que ele trabalhava no grupo Jones. Henrique dá um toque no ombro de Afonso, que tenta manter a calma. Rui que estava a almoçar, levanta-se e pega no braço de Henrique, sugere que beba a cerveja lá fora e Henrique dá-lhe um soco. Afonso empurra Henrique com brusquidão. Rui fica atordoado e Tosso expulsa Henrique.

Rui diz que está bem e que não ia deixar Henrique se meter com Afonso que o olha com um sorriso. Rui pergunta se foi ele que sabotou as máquinas. Afonso fica em silencio uns instantes e evita falar sobre a barragem. Rui acusa Mia de lhe fazer a cabeça e que ela e Paulo deram cabo da família dele. Afonso diz que Mia não fala com o pai e que também está a ser difícil para ela, acaba por sair dali chateado.

Mia discute com Paulo por causa de Helena, diz que ela vai embora para Lisboa porque está a sofrer por culpa dele. Paulo fica arrasado. Dieter dá uma palmada carinhosa no rabo de Lara e Miguel que olha na direção da filha, vê o gesto. Escandalizado, avança para o bar e diz a Dieter que não toca na filha dele. Dieter fica atrapalhado sem saber o que dizer ou fazer. Lara intervém e diz que ele não lhe tocou, o pai viu mal pois o balcão é apertado e o Dieter estava a tentar chegar aos copos. Miguel pouco convencido, sai.

Rui abre a porta a Renata que se finge preocupada com ele, faz-lhe uma festa no rosto marcado pelo soco de Henrique. Rui olha nos olhos de Renata, confuso e curioso com o gesto dela. Afonso vem do quarto nesse momento e Renata diz que veio pedir desculpa pelo que se passou na tasca, mas as coisas seriam mais simples se Afonso e Mia não atrasassem o início das obras. Afonso diz que ela está a fazer-lhe acusações infundadas, avisa Rui para ter cuidado com Renata e sai.

Neca fala sobre o roubo do táxi, Zé despe o casaco e o porta-chaves cai. Neca pergunta como é que ele tem o porta-chaves, mas Zé diz que não sabe como as chaves apareceram ali e pede para acreditar nele. Neca diz que Xana não pode descobrir que ele tinha as chaves.

Orlando abre a porta a Miguel, que percebe que estão a festejar algo. Orlando sai e Miguel conta o que se passou na loja com Lara, mas Isabel desvaloriza, Miguel liga a Simão.

Simão e Rita entram em casa da amiga de Helena, vindos do exterior, pé-ante-pé, sem fazer barulho, mas eis que o telemóvel de Simão começa a tocar. Ele tenta tirar o telemóvel do bolso, mas atrapalha-se. Simão e Rita procuram provas que Helena seja a Sereia. Helena e Paulo entram vindos do exterior. Parece que vão encontrar Rita e Simão, mas quando avançam para o centro da sala, já não há sinal dos dois, à exceção do telemóvel de Simão que ficou caído no chão da sala. Paulo e Helena começam a beijar-se, mas vão para o quarto. Rita e Simão saem devagar.

(conclusão)

Por Ti

 

Episódio 77

 

 

Destaques

Padre Valentim ouve confissão de Xana e percebe todo o mal-entendido à volta do soutien.

Tó e Afonso travam as escavadoras.

 

Amélia e Ofélia queixam-se pelas filhas andarem sempre a controlá-las. Amélia sai para dentro e Armanda chega com um ar feliz e ouve Ofélia perguntar onde dormiu. Armanda diz que ela tem de sair lá de casa e finge que liga a Tatiana. Ofélia grita para ela não ligar.

Rita diz a Luísa que se sente aliviada por ter tido um pretexto para despedir o pai. Mia entra no bar e Luísa agradece-lhe a ajuda como advogada que deu ao pai. Rita indignada por Luísa agradecer a Mia, mas Luísa manda-a calar. Nuno sentado numa mesa ao lado, está atento à conversa e ouve Rita dizer que se a melhor amiga dela fizesse o que Mia fez ela partia-lhe a boca. Nuno mete-se e diz que faria o mesmo que Rita diz. Olham para ele, que tenta disfarçar e diz que não batia, mas nunca mais lhe falava. Nuno acaba a elogiar Luísa e diz que o maior culpado foi Afonso porque Luísa não merecia ser tratada assim.

Na obra, Tó e Afonso aproximam-se de um camião. Tó tem na mão um frasco com um líquido azul. Tó coloca esse líquido dentro do depósito do camião. Afonso diz-lhe para ser rápido enquanto controla se alguém aparece.

Bernardo está ao balcão da tasca a lamentar-se sobre a sua detenção para todos ouvirem. Xana indignada diz que quem o ouve parece que cumpriu 25 anos de prisão, não percebe qual a ideia dele de roubar a cruz. Tosso reforça que também não entende. Zé volta a falar do valor da indeminização e Xana pede que confie nela. Fala do grande negócio que fez quando comprou o táxi e Bernardo mostra-se interessado. Simão entra na tasca e tenta falar com Adelaide, que ao vê-lo, faz menção de fugir para a copa. Simão diz que ele é que devia estar chateado com ela porque lhe deu t-shirts envenenadas. Ela responde-lhe sempre mal e Simão fica arrasado. Tosso atento à conversa, avia-lhe o pão.

Tó diz que os camiões não fazem mais que 20 metros. Afonso diz que têm de conseguir empatar as retroescavadoras, enquanto a providência cautelar não dá entrada no tribunal. Tó não sabe o que é e Afonso explica-lhe o que é uma providência cautelar. Afonso pergunta se Armanda ainda está escondida na oficina, mas Tó não quer falar de Armanda, mostra-lhe o cartaz que mandou fazer para o projeto das bicicletas.

Neca mostra naperons a Dulce quando Xana entra desaustinada a gritar que roubaram o seu táxi, quer ativar todos os meios para procurá-lo e fazer cartazes com as fotos que tem, diz que paga recompensa a quem encontrá-lo.

Nuno entrega as chaves do táxi de Xana. Diz que a taxista é tão cheia de si que é daquelas que vai ao café e deixa a chave na ignição, que ninguém a rouba. Renata acha que ela assim vai assinar a indemnização porque vai precisar de dinheiro para comprar outro carro e continuar a trabalhar. Renata recebe chamada a avisar que as escavadoras não andam.

Rui chamou Afonso e conta-lhe a proposta que fez à mãe. Afonso acha obvio que a mãe não aceite sair de Rio Meandro. Rui diz que é humilhante que Helena passeie na rua com Paulo. Diz que Paulo conseguiu tirar-lhe o filho e a mulher. Afonso diz que não está contra ele e Rui fala da barricada. Afonso diz que sabe separar as coisas e não vai deixar de estar contra a construção da barragem só porque o pai a apoia, tal como não vai deixar de defender a mãe só porque Rui a odeia. Diz que Rui devia saber separar também. Rui pede para que Afonso saia, prefere estar sozinho a mal-acompanhado.

Mónica limpa o pó e emociona-se ao encontrar o caderno de receitas culinárias de Paulo. As lágrimas escorrem pelo seu rosto e ela segue para a kitchenette, deitando o caderno no balde do lixo. Mia vem do quarto e percebe que Mónica estava a chorar e vai abraçá-la. Renata aparece e vem acusar Mia do que se está a passar com as escavadoras. Mónica irrita-se e começa a passar a esfregona nos pés de Renata, que dá uns passos para trás, expulsa-a de casa.

Helena está inconformada com a atitude de Rui, desabafa com Paulo sobre a proposta que Rui fez. Paulo conforta-a e diz que é melhor pararem de falar de Rui. Helena diz que ainda bem que está ali e encosta-se no peito dele.

Luísa retira do seu estojo de óleos essenciais, dois frascos de jasmim e eucalipto. Explica a Nuno que deve inalar 3 a 7 vezes ao dia para problemas respiratórios. Nuno encantado com a sabedoria dela, recebe sms e fica chateado porque não podem rebocar as máquinas. Luísa questiona ele ser serviçal com Renata, Nuno diz que tem uma divida de gratidão com ela e sai.

O Padre Valentim diz a Orlando que hoje ficou a saber mais do que anda ali a fazer e no meio de tantas conversas houve uma que foi bastante esclarecedora, mas não diz com quem. Vai dizer ao bispo que tem a certeza que foi incriminado. Orlando sente-se muito aliviado. Vemos que Xana aguarda a sua vez para se confessar. Assim que sai uma senhora, ela senta-se no lugar da confissão, acelerada e confessa que foi ela que meteu o soutien no confessionário, acha que está a falar com o padre Orlando, mas é o padre Valentim que a ouve.

Afonso visita a avó e desabafa sobre a separação dos pais e como isso está a interferir na sua relação com Mia que se já não gostava de Rui, agora não pode ver Helena desde que assumiram a relação. Amélia tranquiliza-o, diz que vai ficar tudo bem.

(conclusão)

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