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‘Nazaré’. Conheça todas as personagens da novela da SIC

Divulgação SIC

‘Nazaré’ estreia esta segunda-feira na SIC. A nova novela da estação de Paço de Arcos tem Carolina Loureiro como protagonista.

Esta trama marca a estreia de Rui de Carvalho na ficção da SIC. Carla Andrino e Virgílio Castelo estão também de regresso ao canal, após uma ausência prolongada.

Conheça todas as personagens de ‘Nazaré’.

Carolina Loureiro (Nazaré)

É a única filha de Matilde. O pai deixou-as quando Nazaré era demasiado pequena para se lembrar dele, mas recorda as noites sem dormir, o choro incessante, as crises de angústia e as depressões sucessivas da mãe, ano após ano depois do abandono. Matilde tem um tumor alojado no cérebro, à partida inoperável. Nazaré é a única que cuida dela, são só as duas. A única coisa que sabe sobre o pai é que cometeu um homicídio, fugiu e deixou a mãe no desespero. É um espinho cravado no seu coração.

Nazaré habituou-se a assumir as responsabilidades desde muito nova. Trabalhar não lhe faz calos e ela só quer cuidar de Matilde o melhor que consegue, comprar-lhe os medicamentos, pagar as contas da casa e pôr comida na mesa. O pouco trabalho que tem à jorna nos barcos pesqueiros da Nazaré não chegam para garantir tudo, até porque tem de lutar constantemente contra o preconceito para conseguir embarcar.

A vida difícil que Nazaré leva desde muito nova não lhe quebra o espírito, nem rouba a alegria. É desenrascada e lutadora, nunca vê o lado negro da vida, nem quando percebe que a condição da mãe se está a agravar. Só pensa em lutar por ela, em fazer tudo o que for preciso para a salvar. Os médicos falam-lhe num cirurgião em Londres, o único capaz de a operar. Caro, mas que representa uma luz ao fundo do túnel. A partir daqui, Nazaré vai fazer o que for preciso para a levar para lá, incluindo alinhar com o namorado Toni num vertiginoso assalto à Quinta dos Blanco, que a vai conduzir inadvertidamente aos braços de Duarte.


José Mata (Duarte)

É um playboy, filho de um magnata da indústria madeireira, dono da gigante Atlântida. Sempre teve tudo o que quis e o melhor que o dinheiro pode comprar. Adora carros velozes, mulheres e nunca trabalhou um dia na vida dele. Sim, é exatamente aquilo que estão a pensar: Duarte é um tremendo mimado! Mas vai mudar muito em breve.

Duarte gosta de viver a vida sem compromissos. Quando está menos acelerado procura a companhia de Bárbara. Os dois têm uma amizade “colorida” apesar de Bárbara querer mais que isso. Contudo não será ela a mulher que vai ser capaz de “domar” Duarte. Nazaré aparece inesperadamente na vida dele e é bem capaz de ser a única que o vai fazer querer assentar.

Afonso Pimentel (Toni)

Ao contrário de Nazaré, ele não tem muita moral e não pretende desistir da “carreira” de ladrão tão cedo. Quer ficar rico. Dar o golpe que lhe resolva permanentemente a vida. Os escrúpulos que possa ter são facilmente contornáveis com algum dinheirinho extra.

Toni tem pouquíssimos travões morais, sendo Nazaré um deles. O outro é Matias, o seu irmão.

Glória, mãe de Matias e Toni, tem um restaurante no Mercado que é o palco de alguns dos negócios paralelos de Toni.

Nazaré é a mulher da sua vida. Namoram desde o 5º ano e ela é a única que conhece todos os esquemas de Toni apesar de este lhe vender a ideia de um futuro risonho a dois.

Albano Jerónimo (Félix Blanco)

É sócio minoritário e vice-presidente da Atlântida. Irmão de António, marido de Verónica, pai de Bernardo e Érica, tio de Duarte. Vive na Nazaré com a sua família e a família do irmão.

Ambicioso. Invejoso. Pouco escrupuloso. Possessivo. Qualquer um destes adjetivos podia ser um cognome para Félix. Mas também ama, também sente, também sofre. Simplesmente, o lado negro ganha.

O António pensa que vai pôr a empresa nas mãos de Duarte, mas Félix tem outros planos.

Quanto à sua família… Casou apaixonado por Verónica, mas ao longo dos anos a relação esfriou. Não porque ela perdesse a beleza, os anos só a tornaram mais bonita, mas chegou a um ponto em que isso deixou de interessar. Hoje em dia, têm um casamento de fachada, só com objetivos.

A sua fraqueza são os filhos, sobretudo, o Bernardo. Félix não consegue lidar com o facto de ele não ser “normal”, por isso é duro com ele porque não gosta de o ver ser gozado, quer que saia da concha e enfrente o mundo. Já a Érica… essa miúda é uma força da natureza. Rebelde e ambiciosa como o pai, linda como a mãe. Que orgulho! Félix acredita que será Érica a levar o seu império para o futuro!


Sandra Barata Belo (Verónica Blanco)

Designer de móveis da Atlântida. É a mulher de Félix, mãe de Érica e Bernardo, tia de Duarte e irmã de Rute. Mora na Nazaré com a sua família e a família do cunhado.

Quando conheceu Félix, viu que era o homem certo para si: tinha a sua ambição e não se contentava com um segundo lugar em nada na vida. A verdade é que o seu casamento não foi apenas um ato estratégico. Verónica amava o seu marido, mas à sua maneira – e o amor transmutou-se noutra coisa, evoluiu com o tempo para uma parceria bem oleada.

Tenta ser a melhor mãe que consegue para os seus filhos. A Érica herdou a sua beleza, força e energia, mas infelizmente emprega-a mal, prefere prolongar a adolescência numa rebeldia sem fim. O Bernardo é o menino que lhe ensinou o que era amar sem esperar nada em troca. Verónica sonha com o dia em que ele a olhará nos olhos e reconheça nela tudo aquilo que ninguém vê: que mesmo as mulheres mais fortes têm um lado frágil, um lado que precisa de ser acarinhado.

Matilde Gomes (Custódia Gallego)

Aposentada, está separada de Joaquim, de quem tem uma filha, Nazaré.

Foi-lhe diagnosticado um tumor no cérebro que não pára de crescer, num sítio onde nenhum médico se atreve a tocar. A doença mudou-a, sente que, ela e a filha, não mereciam todo o sofrimento porque estão a passar. A Nazaré é o seu maior orgulho, apesar de saber que a filha tem o coração ao pé da boca e é impulsiva, sabe também que criou uma mulher com os valores no sítio.

Matilde era uma mulher feliz, até ao dia em que Joaquim desapareceu e a deixou sozinha, com uma filha por criar. O desgosto e a descoberta da traição com Dolores fizeram-na entrar num estado de depressão profundo.

António Blanco (Virgílio Castelo)

António gere a Atlântida com a ajuda do irmão Félix e, apesar dos seus esforços para que o único filho se interesse pelo que irá herdar, este prefere divertir-se em festas e viagens, seguro de que esse dia estará distante. Mas não está. Pouco antes de ir com o filho para a quinta da família, António descobre que Félix planeia um incêndio de grandes proporções para comprar a madeira mais barata. António, discute com o irmão, ameaça expô-lo e entregá-lo à polícia, se ele não cancelar tudo. Mas esta discussão só vem acelerar aquilo que Félix e a mulher Verónica planeiam há anos: cravar as garras no império de António, mesmo que isso signifique a morte dele.

Joaquim Gomes (Rogério Samora)

Há muito tempo que Joaquim deixou de ser o campónio que fugiu para Espanha com uma mão à frente e outra atrás, que comeu dos contentores do lixo e mendigou nas ruas de Barcelona. Ele aprendeu a sobreviver. Primeiro, a fazer caricaturas nas Ramblas, depois aperfeiçoando a sua arte copiando obras nos museus da cidade, tornando-se num dos falsificadores de quadros mais solicitados da Península Ibérica. Ganhou dinheiro e a proteção de uma quadrilha com os seus talentos, mas decide deixar tudo isto para trás depois de saber que António morreu. É hora de voltar a Portugal. Joaquim desaparece e deixa a quadrilha sem ninguém que o substitua. Só que escapar não é tão fácil como ele pensa e os antigos “empregadores” vêm cobrar.

Matias Silva (Pedro Sousa)

É o outro lado do espelho de Toni, o mais antagónico reverso da medalha. Bom rapaz, trabalhador e sem tempo para disparates. Só um, vá… É apaixonado pela namorada do irmão. Que azar, certo? Ainda por cima, porque prefere amar em silêncio do que tentar conquistá-la. Nunca trairia o irmão dessa maneira.

Matias faz surf das ondas gigantes. Trabalha, juntamente com a mãe Glória e o irmão, no Mercado.

Glória Silva (Luísa Cruz)

Glória é mãe de Matias e Toni e protege os seus meninos de tudo e de todos. Os irmãos exploram uma banca de peixe fresco que vão buscar logo de madrugada à lota, enquanto Glória tem um restaurante típico no primeiro andar.

Glória não imagina que, dos dois filhos de ouro, só um é que se aproveita. Recusa com violência as acusações de quem lhe quer abrir os olhos, sendo capaz de pegar na faca de amanhar peixe para fazer valer a sua opinião. É tudo inveja por eles serem os Reis do Mercado!

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