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Luísa Castel-Branco: “Não tive uma vida feliz”

Luisa Castel-Branco

Luísa Castel-Branco escreveu uma livro, intitulado ‘Quando Eu Era Pequenina’, que fala sobre a sua infância difícil. A autora testemunhou momentos de dor e de superação.

Os meus pais fizeram o que podiam, mas a verdade é que não tive uma vida feliz“, começou por descrever Luísa Castel-Branco. As discussões entre os pais eram muito fortes, ao ponto que a mãe foi internada no Júlio de Matos por tentativas de suicídio.

A autora garantiu que já perdoou os pais, apesar de nunca mais se ter esquecido desses momentos. Sobre o pai comentou que ele era exigente e quando morreu ela percebeu que faltou-lhe o beijo que ele nunca lhe deu e o abraço.

Estudou num colégio religioso e não foram tempos nada fáceis. O facto de ser canhota fez com que lhe amarrassem o braço esquerdo para deixar de escrever com essa mão.

E uma violência. Eu era muito mais gaga do que sou hoje, no início não era e fui desenvolvendo a gaguez perante essas coisas“, disse.

Foram momentos marcados pela violência física e psicológica. A progenitora morreu durante o tempo que escrevia este livro, no dia 17 de julho.

“Graças a Deus que morreu. Já estava com uma sonda a alimentar há quase dois anos, tinha Alzheimer, tinha demência, Parkinson…”, disse Luísa Castel-Branco, considerando horrível o processo da morte da mãe.

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