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Luísa Castel-Branco arrasa Joana Amaral Dias

Joana Amaral Dias concedeu uma entrevista polémica a uma revista nacional, tendo falado abertamente sobre o assédio que sente sempre que publica uma fotografia sensual nas suas redes sociais. 

A ex-deputada foi mais longe e atirou: “podes ser um objeto sexual se fores atriz mas não podes comportar-te como tal se fores escritora”.

Já esta terça-feira, 29 de outubro, o tema foi abordado no programa ‘Passadeira Vermelha’ e Luísa Castel-Branco fez questão de desfazer o ‘equívoco’ em torno da expressão “escritora”. “Ela publica livros inseridos no contexto daquilo que ela estudou. Escritor é um conceito diferente. Quanto à opinião dela que não pode ser um sex symbol porque é escritora, ou psicóloga criminal ou política, eu gostava que ela percebesse que ser um sex symbol para qualquer mulher não é um facto positivo”, atirou.

“Porque sex symbol significa que ela não tem miolos. A única coisa que as pessoas vão olhar é porque ela tem umas medidas ótimas. Se calhar é assim que olham para ela”, disse ainda, sublinhando que nutre uma especial simpatia por Joana Amaral Dias.

Cláudio Ramos tem, no entanto, uma visão distinta da sua colega de painel e garante que “não é por ela se querer considerar uma sex symbol que ela tem de ser burra. não é obrigação dela educar o público”.

Luísa Castel-Branco fez questão de esclarecer depois que “ela é uma sex symbol a partir do momento em que se pôs nua a mostrar a barriga e nesse tempo ainda estava na política, demonstrou bem o que ela pensa das mulheres, da política”.

A também escritora Luísa Castel-Branco recordou que  o exercício do cargo de deputado implica “ter uma dignidade própria”. “A falta dessa dignidade é exemplar aqui”. disse a comentadora acrescentando: “As atitudes dela há muito tempo que me envergonham”.

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