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Grupo que gere a SIC apresenta prejuízos de cerca de 1,2 milhões de euros

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Reprodução SIC

O grupo Impresa, detentor da SIC e do jornal Expresso, terminou o primeiro trimestre do ano com prejuízos na ordem dos 1,2 milhões de euros. A justificar o número tão elevado está o facto de o edifício onde se situa a sede ter feito obras de expansão para poder receber o canal televisivo, que já opera em Paço de Arcos desde 27 de janeiro deste ano.

“O aumento nas depreciações para 1,8 milhões de euros, devido ao projecto de expansão do Edifício Impresa e ao investimento em tecnologia nos novos estúdios fez com que a Impresa registasse um resultado líquido negativo de 1,2 milhões de euros”, lê-se no relatório enviado pelo grupo, esta quinta-feira, à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Apesar do valor negativo, Francisco Pedro Balsemão, CEO do grupo Impresa, não se revela preocupado. “Foram essas mudanças e o consequente aumento da competitividade da nossa grelha que permitiram que a SIC voltasse a ser líder de audiências 12 anos e meio depois”, garantiu o filho do antigo primeiro-ministro Francisco Pinto Balsemão. “Essa liderança contribuiu já para um crescimento de quase 5% nas receitas totais, incluindo as publicitárias”, justificou ainda o empresário.

Recorde-se que no início do ano, e depois de 26 anos a operar em Carnaxide, a SIC mudou-se para Paço de Arcos. Atualmente, a estação televisiva transmite a partir do edifício no qual já se encontrava o jornal Expresso e que funciona também como sede do grupo Impresa. Esta mudança relaciona-se só com a informação, já que os estúdios de entretenimento continuam no Parque Holanda, em Carnaxide.

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