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Filho de Júlia Pinheiro está doente «é como ter vidro a morar na garganta»

Rui Maria Pego Filho De Júlia Pinheiro Está Doente «É Como Ter Vidro A Morar Na Garganta»

O filho mais velho de Júlia Pinheiro, Rui Maria Pêgo, está em sofrimento devido a uma amigdalite. O comunicador desabafou com os fãs e contou em pormenor os sintomas da inflamação, que só neste ano já vai na «quarta amigdalite».

«Estou com amigdalite. Outra vez. Para quem nunca teve é como ter vidro a morar na garganta e a roçar-se feliz no que pode. Uma amigdalite é um castigo silencioso tornado bactéria que se aloja e nos domina. Tira-nos a energia. Suga-nos o bom humor. Em casos limite, impede-nos de comer e beber – dobra-nos», começa por contar o locutor da rádio Mega Hits, recordando a pior amigdalite que já teve na sua vida.

«Este céu arrancado agora e guardado aqui é só um reminder da pior de todas vivida exatamente neste quarto exatamente há 3 anos. Exatamente. Era tudo muito diferente. Cegava de febre. Não comia. Por isso e não só por isso», relembrou o também apresentador.

«Bem-vindo, Outono! Quem está comigo neste barco da infecção sazonal?», questiona Rui, recebendo de seguida várias mensagens de melhoras dos seguidores e algumas dicas de produtos.

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Estou com amigdalite. Outra vez. Para quem nunca teve é como ter vidro a morar na garganta a roçar-se feliz no que pode e encontra. É um castigo silencioso tornado bactéria que se aloja e nos domina. Tira-nos a energia. Suga-nos o bom humor. Em casos limite, impede-nos de comer e beber – dobra-nos. Já as tive na rádio, no teatro, no Filho da Mãe, em exames e muito apaixonado. Não me parece haver aqui um moodboard. Este céu arrancado agora e guardado aqui é só um reminder da pior de todas vivida exactamente neste quarto exactamente há 3 anos. Exactamente. Era tudo muito diferente. Cegava de febre. Não comia. Por isso e não só por isso. Na altura, aproveitei e revi todas as temporadas de Sete Palmos de Terra e chorei desde as vísceras como um branco privilegiado que mora num país sem guerra mas que tem DOR e DRAMAS e HEARTBREAK. Importa aqui reforçar: o sofrimento não leva escala de gradação. Embora, visto à distância, há lugares de partida que são Trevas. Lembram-se de quando a Claire vai embora e todos envelhecem? E as fotografias mudam todas na parede? Será para sempre o meu season finale preferido. Disse de sempre? De sempre. Para gente in synch com patcholi e Eckhart e luas e túneis multidimensionais, as amigdalites surgem por não verbalizarmos a raiva que sentimos. É o significado espiritual, assomam os que conhecem o IRS mas que prefeririam pagar em karma. Percebo-os. Devo ter algum para queimar. A verdade é que não sei. O que reconheço é que este céu é muito bonito, que não há amor como o dos pais e que voltar ao quarto onde matámos mais do que 22 demónios é o antídoto certeiro para a quarta amigdalite do ano. Bem-vindo, Outono! Quem está comigo neste barco da infecção sazonal? #bleçed

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