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Daniel Oliveira: “Acredito que a SIC vai continuar a ser líder”

Daniel Oliveira, Sic
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As últimas semanas têm sido de muita agitação para Daniel Oliveira, diretor de Programas da SIC. Tudo para começar o ano em força e responder às estreias da TVI.

Na passada segunda-feira, a SIC presenteou os telespectadores com várias estreias: a nova novela ‘Amor Amor‘ e os renovados ‘Alô Portugal’ e ‘Linha Aberta’. Daniel Oliveira esteve ainda presente nos estúdios de ‘Casa Feliz’ e ‘Júlia’, no dia anterior, o diretor de Programas da SIC marcou presença nos bastidores do ‘Domingão’.

Acredito que a SIC vai continuar a ser líder, mas não antecipo vitórias. As vitórias têm de ser conquistadas, temos de ter uma atenção permanente, e é para isso que estamos a trabalhar“, diz Daniel Oliveira à revista ‘Sexta’. Isto apesar de segundo o próprio, a TVI estar a “fazer um investimento brutal em conteúdo.

A TVI aproximou-se da SIC nos últimos meses, e o diretor da SIC defende que a mesma foi “calculada”, uma vez que a estação de Paço de Arcos optou por guardar as maiores apostas para o início do ano. “Optámos por uma gestão mais rigorosa de ativos. Estamos todos a fazer o nosso melhor, acredito.

Daniel Oliveira considera que “a TVI de hoje é diferente da de há um ano“. Para 2021, o diretor de Programas da SIC traçou uma estratégia com 13 horas de televisão em direto, de segunda a sexta-feira: “Estamos a oferecer uma oferta forte e adequada, mais próxima das pessoas“.

Em 2020, a SIC voltou a ser líder de audiências pelo segundo ano consecutivo. A diferença para o segundo lugar, a TVI, foi a maior desde 2009. “E tivemos melhor resultado do que em 2019 e o melhor desde 2013“. Em ano marcado pela pandemia da Covid-19, Daniel Oliveira considera ter sido o maior desafio do ano, porque “tudo mudou” na forma de fazer televisão.

O responsável não esquece outro dos momentos marcantes do ano: a saída inesperada de Cristina Ferreira para a TVI. Daniel Oliveira reconhece que, durante mais de ano e meio, a apresentadora foi “muito importante” na estratégia da SIC e que o canal ficou a perder, a curto prazo, com a saída, mas pensa que a situação se acabou por inverter. “É óbvio que não ficámos mais fortes [quando Cristina Ferreira saiu para a TVI]. Mas tivemos um período de adaptação, de reorganização, em que as equipas se consolidaram para dar resposta e acredito que ficámos mais fortes depois. Hoje estamos mais fortes.

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