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Casados à Primeira Vista: Cunhado de José Luís levou-o à falência

O império familiar de José Luís, ex-concorrente de Casados à Primeira Vista, associado às Drogarias Granado, foi destruído graças aos luxos das ex-mulheres de José Luís, que sustentou, tendo sido o marido da irmã a arruinar os restantes negócios do “Conde”.

É o padrinho de José Luís em Casados à Primeira Vista, Fernando Rodrigues, que conta à publicação TV 7 Dias estas situações. A família de José Luís era detentora de uma cadeia de farmácias e era também armazenista de produtos farmacêuticos, área que permitiu aos pais do ex-concorrente fazer fortuna, até porque não se permitiam a grandes luxos, levando sempre uma vida humilde e poupada.

Com a saída do pai de José Luís do controlo das empresas, foi o concorrente de Casados à Primeira Vista a garantir a gestão das empresas e da fortuna familiar, no entanto, nem tudo correu como o previsto. Três casamentos com regime de partilha de bens, muitas viagens de luxo feitas com a primeira mulher, três processos de divórcio com partilha da fortuna, pouco ou nada restou a José Luís.

Duas das três mulheres são consideradas por Fernando Rodrigues como “Chicas-expertas”, por terem conseguido alterar o rumo das suas vidas graças ao casamento com José Luís. É o caso da primeira mulher, que era secretária do pai do “Conde” e que, além de ter usufruído da fortuna familiar durante o casamento, conseguiu com a separação ficar com grande parte dos bens. Já uma das outras mulheres, levou José Luís a criar um espaço de análises no interior de uma das farmácias e, depois do divórcio, ficou com esse espaço, uma vez que era analista clínica.

Apesar de ter perdido quase tudo para as ex-mulheres, José Luís manteve algum património, onde se incluía uma farmácia no centro do Porto, mas também viu-se obrigado a encerrá-la, tendo deixado nesse momento o negócio da farmacêutica.

Além dos golpes amorosos terem levado o empresário à bancarrota, também o seu cunhado contribuiu para afundar a fortuna da família. Inicialmente a trabalhar na farmácia, o marido da irmã rapidamente tomou conta do negócio dos materiais de construção como forma de apaziguar o clima dentro da farmácia, onde o cunhado estava a causar mau ambiente. A gerir a empresa de materiais de construção, que estava já afundada em dívidas, o “sr. Alberto”, como é tratado por um antigo funcionário que contou a história à revista TV 7 Dias, começou a gastar mais do que devia.

“Os negócios eram rentáveis, mas nem todo o dinheiro é lucro. Ele gastava mais do que o que devia. Sei que 2014 foi o melhor ano da Casa Neves [nome da empresa de materiais de construção]. O dinheiro era gasto em jogo e mulheres”, acusa Salomão, ex-funcionário da empresa.

O antigo funcionário vai mais longe e afirma que “Ele [Alberto] está encostado a essa família há muito tempo porque cheira a dinheiro”.

Tanto a farmacêutica como a empresa de materiais de construção estão, atualmente, a braços com processos de insolvência e dívidas que ultrapassam os 100 mil euros, estando o valor em dívida por falta de bens que garantam o seu pagamento.

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