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Ângelo Rodrigues fala sobre o racismo e recorda episódio vivido por Nelson Mandela

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Instagram / Reprodução

Numa altura na qual muito se tem falado sobre racismo, devido à morte do afro-americano George Floyd, Ângelo Rodrigues decidiu abordar o tema na rede social Instagram.

O ator, de 32 anos, recordou um episódio vivido por Nelson Mandela, antigo presidente da África do Sul e Prémio Nobel da Paz em 1993, e sublinhou que “todos os problemas criados por humanos podem ser solucionados por humanos”.

Ora leia:

Nelson Mandela, ponta de lança na luta contra o sistema de segregação racial na África do Sul, esteve 27 anos preso. Num voo para a Argélia, Mandela ouviu que os pilotos eram negros. E ele pensou: ‘Será seguro?’. Sublinho, um militante ativo contra o racismo que entrou na prisão terrorista e saiu de lá presidente, pensou: ‘Será seguro?’.

A má gestão igualitária que os nossos antepassados deixaram é esta herança que entope o inconsciente coletivo. Uma incubadora de arquétipos que aceitamos perpetuar de bom grado durante a nossa curta existência. Mas, lembrem-se, nenhum bebé acorda e é um supremacista branco.

A História – essa teenager que privilegia os intrépidos e os destemidos – tem a estranha mania de acontecer nos atalhos. Seja por Rosa Parks, que ousou sentar-se num autocarro num lugar outrora pertencente a brancos, seja por George Floyd, vítima da vilania de um agente de autoridade. Vale lembrar que um acontecimento destes pode ter um efeito borboleta mais à frente, tenha ele acontecido num transporte público ou sendo ele disseminado pelo mundo através de um vídeo num dispositivo tátil.

Martin Luther King Jr. continua a ter um sonho. Conseguiremos nós contribuir ativamente para que ele o concretize? Conseguiremos fazer do racismo estrutural mais do que uma luta sazonal? Todos os problemas criados por humanos podem ser solucionados por humanos. Por isso, onde nos posicionamos na História?

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Nelson Mandela, ponta de lança na luta contra o sistema de segregação racial na África do Sul, esteve 27 anos preso. Num voo para a Argélia, Mandela ouviu que os pilotos eram negros. E ele pensou: “será seguro?”. Sublinho, um militante activo contra o racismo que entrou na prisão terrorista e saiu de lá presidente, pensou: “será seguro?”. A má gestão igualitária que os nossos antepassados deixaram é esta herança que entope o inconsciente colectivo. Uma incubadora de arquétipos que aceitamos perpetuar de bom grado durante a nossa curta existência. Mas lembrem-se, nenhum bebé acorda e é um supremacista branco. A História – essa teenager que privilegia os intrépidos e os destemidos – tem a estranha mania de acontecer nos atalhos. Seja por Rosa Parks, que ousou sentar-se num autocarro num lugar outrora pertencente a brancos, seja por George Floyd, vítima da vilania de um agente de autoridade. Vale lembrar que um acontecimento destes pode ter um efeito borboleta mais à frente, tenha ele acontecido num transporte público ou sendo ele disseminado pelo mundo através de um vídeo num dispositivo táctil. Martin Luther King Jr. continua a ter um sonho. Conseguiremos nós contribuir activamente para que ele o concretize? Conseguiremos fazer do racismo estrutural mais do que uma luta sazonal? Todos os problemas criados por humanos podem ser solucionados por humanos. Por isso, onde nos posicionamos na História? ______________________________________________________________ #blacklivesmatter

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