Raio X - Factor X

«Raio X» | Semana 2 de «Factor X»

Estamos de volta para mais um Raio X. A segunda emissão do programa desta segunda edição do Factor X chegou ao fim e nós, bem, cá estamos para vos dar as nossas opiniões acerca do que vimos!

Antes de mais, quero realçar o facto de a música portuguesa estar a ser, cada vez mais, uma opção principal e não secundária! Quero também congratular a todos os concorrentes de hoje que partilharam connosco as suas histórias, as suas recordações e algumas mágoas. É uma atitude que requer coragem, por isso, congratulo-os a todos! Este ano a idade mínima para a inscrição é de 12 anos, por isso é justo dizer que há muito mais a ser analisado por parte dos jurados que, num plano geral, não estiveram completamente errados. E sem dúvida mais flexíveis no que toca aos nervos, algumas inexperiências e desafinações dos nossos novos concorrentes.

Começamos com a Cláudia, uma pequena alma livre que pisou o palco como se em casa estivesse e nos contagiou a todos com a sua boa-disposição (apesar dos seus passos de dança peculiares!). Pedro Moreira e Fernanda Martins, trouxeram-nos “Say something”. Apesar de alguma dificuldades a nível vocal por parte do Pedro e, talvez de alguma falta de presença de ambos, a música entrou facilmente no ouvido, independentemente de ter sido apenas uma cópia da música original.

A pequena Inês (a primeira concorrente do segundo programa a trazer-nos música portuguesa), apesar das suas capacidades, deixou que os nervos levassem a melhor e não conseguiu atingir o nível que pretendia. A Sónia esteve correcta ao dizer que quando subimos ao palco, não existe rouquidão nem nervosismo. Só o nosso melhor. Mas admito que até eu estou curiosa para voltar a ouvir a Inês daqui a uns anos!

Passando para o Bertílio, foi dos concorrentes com o timbre de voz menos comum deste segundo programa. Uma voz interessante e fora do vulgar que pode não agradar a todos, mas o Factor X foi criado para encontrarmos algo de novo e refrescante. A meu ver, o Bertílio foi um bom começo para essa procura! Acerca da Sara Coelho, pouco posso dizer para além de que é uma voz afinada. E mais não digo pela simples razão de, tal como os jurados, querer saber se a Sara consegue efectivamente se enquadra noutros estilos musicais que poderão vir em fases futuras. Miguel “Iberus”… Bem, foi uma prestação a trote de cavalo. Rápida e divertida mas com uma opinião geral de que não existe o factor x neste engenheiro civil tagarela. A Maja foi talvez a audição mais interessante, por não ser de nacionalidade portuguesa e mesmo assim nos ter apresentado um dos nossos maiores símbolos culturais, o fado. Para além da sua dicção, A Maja tem poucas ou nenhumas falhas a serem apontadas no que toca a presença de palco e à ligação com o público.

Passando para o José Rodrigues, devo dizer que apreciei a postura calma com que ele se apresentou, sendo que tomou a decisão arriscada de interpretar um tema de Ed Sheeran. O polémico Sérgio Vasconcelos, a sua técnica vocal foi na verdade, fraca. Os “gritos” que ouvimos requerem imensa técnica e o Sérgio ainda está muito aquém de a ter, para além de ter exagerado na rouquidão da sua voz. Depois de duas música, conseguimos ouvir uma versão ‘limpa’ da voz do Sérgio e, embora ache que ele precisa ainda de encontrar a sua identidade vocal, tem um timbre bastante bom.

Por último tivemos a Ana Margarida que, de todos os concorrentes que vimos hoje foi a que, apesar dos seus 16 anos, nos mostrou mais controlo vocal e mais presença de palco.

Continuem a acompanhar o Factor X e o nosso Raio X porque voltamos para a semana!

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