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Holofotes

Espectador Internacional

Antes de mais, um excelente ano a todos os leitores deste pequeno espaço que, quinzenalmente, passam por cá e lêem estas pequenas e simples palavras; 2010 será melhor que 2009 e, claro, o meu desejo que a TV portuguesa mude, é cada vez maior!

Dr Espectador InternacionalComeço esta primeira crónica de 2010 a felicitar a SIC por duas razões: a primeira (e mais evidente) foi a estreia de NCIS: Los Angeles (Investigação Criminal: Los Angeles, em português) nas tardes de domingo por ser um excelentehorário e a segunda, pela fantástica e maravilhosa Daniela Ruah que está imparável nesta grande produção da cadeia americana CBS. Contudo, devo referir que reprovei, veemente, uma atitude da SIC, no passado ano, quando estreou a quinta temporada de NCIS sobre o facto de ter dito uma inverdade quanto à entrada de Daniela Ruah na série conseguindo em dia de estreia valores de share altíssimo quando, no fundo, o que anunciavam nas promos não era verdade; de facto, ela entrou nos episódios 22 e 23 intitulados “The Legend (Part I and II)” mas da sexta temporada.

Mas, deixando de parte erros, ouso dizer que a Daniela Ruah está mais que fantástica! Fluente em inglês com uma pronúncia riquíssima (com um “tic” em que se nota a sua nacionalidade portuguesa) e uma brilhante representação! É de ficar tremendamente orgulhoso quando um conterrâneo nosso, aparece em produções estrangeiras, ainda para mais, uma produção americana de altíssima qualidade!

Reparem: entrámos num novo ano mas a programação dos privados portugueses continua má ou pior; continuamos com as novelas da noite e, ainda por cima, a SIC colocou a sua novela nos dias úteis… Que inferimos daqui? Uma luta de novelas para ver quem ganha? Uma luta que se desenrola desde 2000 e que não vai durar para sempre! De facto, temos uma programação que só acalenta os corações das gentes mais idosas. E esta pequena ponte leva-me ao título de hoje: “Espectador Internacional”. Não devemos nós olhar um pouquinho apenas para a programação dos outros países da Europa (e não só) e fazer tudo para melhorar a nossa televisão? Mas então, perguntam-me vós: “Onde está o dinheiro?”. De facto, são investidos rios de dinheiro naquilo a que se chama a ficcção nacional aka novelas. E o resto: concursos dinâmicos, séries originais, filmes cativantes que poderiam ser feitos e exibidos em horário nobre, documentários que são tão apreciados por todos e que aumentava o conhecimento da população,… Imensas ideias que não são aproveitadas! Se somos um país aliterado, porque não apostar forte e tornar os portugueses, pessoas cultas?

Conclusão: Não vejo futuro na nossa televisão. Digo isto com toda a certeza. Virá o dia em que mudarei de opinião mas aí a TV teria de sofrer um Extreme Makeover à séria. Não acreditam? Dia 31 de Dezembro deste ano, veremos se tenho razão.

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