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«Flash Interview» com Dalila Carmo

Dalila Carmo «Flash Interview» Com Dalila Carmo

Já estreou a nova rubrica do site A Televisão. Se estreia em televisão, então os seus protagonistas estarão em Flash Interview para falar das suas expectativas e ambições. Dalila Carmo assume um dos papéis principais de A Impostora e é, este domingo, a nossa convidada.

Como é que os portugueses vão receber a nova novela da TVI?

Eu espero que os portugueses recebam bem e intensamente porque foi tão intenso tudo, deu tanto trabalho a fazer que eu espero que as pessoas gostem. Tenho muita expectativa em saber qual vai ser a reação do público. Eu vi dois episódios. Fiquei muito, muito feliz. Deu-me um alento enorme.

Estrear A Impostora, estando ela toda gravada, é um risco ou uma vantagem? 

Há prós e contras. Para nós, é mais complicado não vermos o nosso trabalho. Por outro lado, há agora um certo alívio em ter acabado o projeto e deixá-lo respirar. [O problema] é que não pode haver depois alterações.

E se as audiências não forem as esperadas? 

As audiências não me incomodam. As cenas mal feitas é que me incomodam porque eu sou muito crítica. Se não gostar de alguma cena, fico lixada. Agora se o episódio tem mais ou menos audiência, isso é uma preocupação do canal. Nós não podemos ter essa prioridade em mente quando estamos a fazer alguma coisa. Queremos fazer as coisas bem nem que seja para um telespectador só. Claro que sabe bem se o projeto está a ganhar nas audiências. Mas acima de tudo, eu quero que o projeto tenha qualidade e as audiências nem sempre significam um bom produto.

A história de A Impostora começa com um desastre áreo. Foi difícil fazer essa cena?

Vocês vão achar que o avião está a tremer, mas não. O avião na realidade não caiu [risos]. Não foi das cenas mais difíceis que fiz. Por uma questão de sanidade mental, a pouco que nos resta [risos], temos que fazer a gestão e lidando com as dificuldades de cada cena momento a momento. Obviamente não gosto de fazer cenas de quedas de aviões, mas eu estou a trabalhar. Já tenho os meus pânicos quando voou, mas também não é por causa deles que vou deixar de viajar. É assim que eu encaro a vida também.

Para si, o que foi mais difícil durante os nove meses de gravações? 

O ritmo e não é por ser um papel duplo, até porque uma das gémeas desaparece. Para mim, o papel de protagonista em novela é o trabalho mais difícil que existe em televisão. E o mais difícil é também não banalizar as cenas. Eu costumo dizer que não há cenas maiores ou menores. Dedico-me a todas. Há um espaço meu e da minha vida que deixa de existir porque é o preço a pagar.

Portanto, só integrará uma outra novela daqui a muito tempo? 

É importante respirar e deixar o telespectador também respirar. Não sei! Não consigo projetar a médio e longo prazo porque gosto de projetos a curto prazo. Vivo muito do presente e então “O que é que vais fazer para o ano?”, epá, não me perguntem uma coisas dessas [risos].

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