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De Olho nos Segredos

A Entrevista – Luís C., ex-concorrente da «Casa dos Segredos 5»

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Os portugueses votaram e decidiram que quem devia abandonar a Casa dos Segredos 5, este domingo, era o Luís C. O modelo e licenciado em direito foi a votos com os concorrentes mais velhos do programa, Paulo, que teve 22% dos votos, e Luís M. que teve 11%. Em estúdio, com Teresa Guilherme, o concorrente revelou que já estava à espera deste desfecho. «Diverti-me muito. Isto valeu pela experiência», refere o jovem, satisfeito com a sua participação no reality show da TVI.

1 A Entrevista - Luís C., Ex-Concorrente Da «Casa Dos Segredos 5»

Foste expulso com 67% dos votos. Estavas a contar com uma percentagem tão elevada?

Não. Quer dizer, não sei… Já estava preparado para sair, mas nunca tinha pensado em percentagens, sinceramente. Pelo feedback que tenho recebido, a percentagem não é assim uma coisa negativa.

Tu, o Paulo e o Luís M. (os três nomeados) foram alvos de uma brincadeira da produção. Ficaste chateado com a partida?

Não, eu não fiquei surpreso, tanto que isto já tinha acontecido com a Sofiya. Quando a Teresa me mandou sentar, eu fiquei de casaco, para ir para a rua. Toda a gente estava a despedir-se. Eu agarrei, sentei-me e vesti o casaco de cabedal, porque já sabia que ia sair. Portanto, não fiquei minimamente surpreendido e disse logo à Teresa que estava a contar com isso.

Achas que saíste na altura certa?

Acho. Acho que saí numa altura em que, apesar de já haver alguma confusão, o programa vai virar um bocado e vão começar a haver grupos, e vai começar a ser mais mau ambiente na casa. Portanto, eu saí a dar-me bem com toda a gente.

Estiveste 15 dias na casa. O que é que te faltou mostrar?

Se eu continuasse… Bem, eu até estava a ficar mais solto, entre aspas. Estava a começar a ficar menos reservado e cada vez mais eu, como sou cá fora. Mas os meus princípios e isso foi tudo mostrado. Estava mais reservado, mais recatado, mas dei a conhecer o essencial de mim.

Porque é que entraste tão retraído?

Porque aquilo acima de tudo é um jogo, em que as pessoas para protegerem os seus segredos mentem. E como tal não ia entrar… [pausa] Entrei mais calmo, aí está, para ver como eram os outros jogadores.

O teu maior medo era as invenções das revistas?

Sim. Por isso entrei como entrei, mais reservado, porque sabia que ao fazer parte do programa, a minha vida pessoal ia ser investigada. E não queria que inventassem situações irreais devido à minha prestação na casa. Se eu fosse uma pessoa conflituosa, iam inventar conflitos. Como fui uma pessoa como sou, não dei margem de manobra para que inventassem nada.

Conseguias ficar três meses fechado dentro da casa?

Não. Eu nestes quinze dias juro que presumi que não conseguia ficar três meses. Ficava com saudades da minha família, já não estava a comer como eu gosto de comer, lá dentro também não dá para treinar quase nada… Enfim, já me estava a custar um bocado.

Isso quer dizer que estas duas semanas de clausura foram complicadas para ti.

Eu não diria complicadas. Foi uma experiência diferente, não foi nada que eu não aguentasse, porque eu se calhar até me aguentava mais um mês. Um mês era o que eu tinha ideia de ficar, depois aí tinha que fazer uma avaliação sobre a minha prestação, sobre tudo. Mas acho que saí numa altura boa, porque já estava a ficar um bocado desgastado, já estava a começar a haver mau ambiente na casa… E também já estava a começar a ter um bocado de fome [risos].

O que é que te fez mais confusão na casa?

Foi ter que lidar 24h sobre 24h com as mesmas pessoas.

A tua entrada, como gótico, foi um grande choque… Como é que te sentiste quando recebeste esta missão?

Não gostei. Admito que não gostei ao início, mas agora vendo de outra perspetiva, sei que devia ter aproveitado melhor a missão, apesar de para o fim já ter corrido melhor, já me estava a rir.

Quem são os mais conflituosos da casa?

A Cristina e a Agnes, as duas mais conflituosas. Qualquer discussão que seja cria mau ambiente. Eu próprio criei mau ambiente quando discuti com a Agnes, mas não fui dos mais conflituosos (e nem sou conflituoso sequer). E é assim, há discussões desnecessárias, às vezes. Eu não tenho acompanhado, porque não tenho tido hipótese (neste dois dias ainda não consegui ver praticamente nada, digamos assim). Mas vi ontem que houve uma discussão da Agnes com o Pedro, que acho que foi um bocado forte. E isso gera mau ambiente. A Cristiana, o facto de não se dar com o Bruno, discutia muito com o Bruno… Dá mau ambiente.

O que é que se passou realmente entre ti e a Agnes?

Entre mim e ela? Foi o convívio diário. Não tenho nada contra ela. Já disse mais que uma vez que ela não se exprimiu da melhor maneira. Pronto, nós não a deixámos descansar (indiretamente não a deixámos descansar) e ela exprimiu-se mal. E nós temos que lidar com ela todos os dias… e daí a minha reação não ter sido boa. Não lhe faltei ao respeito, mas entrei em rota de colisão com ela devido ao facto de não ter para onde ir. Por exemplo, se isto fosse cá fora, eu ia dar uma volta e quando me sentisse mais calmo falava com ela mais calmamente, nem sequer discutia.

Foram os conflitos com a Agnes que ditaram a tua expulsão?

Não. Pode ter ajudado, porque sei que há algumas pessoas que não gostam de mim devido à maneira como falei com ela, mas também há pessoas que não gostam de mim pela minha postura, e outras que não gostam de mim por outros motivos que eu não faço a mínima ideia. Mas não estou nada preocupado, porque fui eu mesmo e sei que há pessoas que gostam de mim.

Não achas que o facto de atacarem a Agnes dá-lhe algum protagonismo? Nas sondagens da internet, ela é agora uma das preferidas.

Sim, mas não quer dizer nada. As sondagens estão sempre a mudar. Ok, mas acredito que se ela tem tido algum protagonismo com isso, é porque virou-se muita gente contra ela. Mas, lá está, as sondagens vão mudando. Não são sempre iguais. O Luís M. era dos favoritos à saída na primeira semana e depois acabei por sair eu. E eu estava lá em cima, estava descansado, era dos favoritos… Foi o que me contaram, não sei.

Ficaste ofendido quando a Agnes disse que parecias uma «árvore» lá na casa?

Não… Eu até achei piada, porque foi uma coisa diferente, nunca me tinham chamado isso. Eu lembro-me que ela disse que eu parecia uma árvore que andava sempre de um lado para o outro. Fartei-me de rir na altura, não fiquei ofendido nem nada.

Na tua perspetiva, quem vão ser os principais inimigos?

Cristiana e Bruno, pelo que eu vi. Quando eu saí, era a Cristiana e o Bruno. Eram os que não se davam mesmo. Talvez o Bruno e a Liliana, também, apesar de a Liliana não ser conflituosa; é uma menina muito calma. Acho que o Bruno e a Cristiana vão protagonizar mesmo os maiores conflitos.

Com que «olhos» vês a relação do Daniel e da Liliana? Eles estão a ser muito criticados…

Não sei… Durante a casa, eu achava que eles eram amigos só. Não sei como será cá fora, mas lá dentro, com o tempo, tudo pode mudar… Não faço a mínima ideia do que é que poderá acontecer entre eles. Não sei se o Daniel tem namorada cá fora, não sei se a Liliana ainda tem…

E o Hugo e a Inês, é amor ou é jogo?

Acho que ela gosta dele. Ele está um pouco indeciso, mas também engraça com ela.

Agora que estás cá fora, e já tens acesso à lista de segredos, qual é que foi aquele que te surpreendeu mais?

O da Inês [«As duas “ex” do meu namorado estão na casa»], porque é uma coisa que eu não fazia a mínima ideia.

E o Ódin, que tem um fetiche pela Teresa Guilherme?

Achei o maior piadão! Esse segredo achei o maior piadão, porque também era uma coisa que eu não fazia ideia. Ele mandou umas piadas sobre isso, mas nunca pensei que esse fosse o segredo dele.

O Mickael Carreira quase que desvendou o segredo em direto…

Sim, sim. Disse qualquer coisa da tatuagem e nós associámos todos ao segredo dele. Mas sempre falámos sobre uma das tatuagens que ele tem no braço, que era qualquer coisa relacionada com morte ou assim do género. Só que a última que ele fez nós não associámos, e eu nem reparei nessa tatuagem que ele tem no braço. Sabia que ele tinha feito uma recentemente, mas não sabia o que era.

Se não fosses o agente secreto da aplicação, que outros segredos poderias levar para a casa?

Eu sempre quis este segredo ou então «Sou cúmplice da Voz». Nos castings sempre quis este segredo e não ponderei qualquer outro segredo.

Mas não terias mesmo outros segredos?

Não, não. Eu queria este, «Cúmplide da Voz», que neste caso era o «Agente da aplicação». Era o segredo que eu achava mais piada.

Então e temos concorrentes a jogar?

Há, sim. O Bruno está a jogar muito (e bem)! O Luís M, a Cinthia também está a jogar muito (e bem também). A não ser a Vânia, ninguém suspeitou da relação deles. E a Vânia também está a ser um bocado jogadora.

O Bruno, devido ao polémico segredo que tem, pode não reunir a preferência do público…

Eu acho que vai haver um ponto de viragem e o Bruno vai começar a ficar melhor na «corrida». Eu dava-me muito bem com ele, aliás, dava-me bem com toda a gente. Mas dava-me muito bem com o Bruno, treinava com ele e tudo, e acho que é uma pessoa engraçada de se ver, na casa.

Ainda é cedo, mas já vês algum potencial vencedor?

A minha aposta sempre foi a Inês, e eu tenho dito isso a toda a gente. Eu dizia que ela era muito transparente, muito honesta, e eu achava que o segredo dela não tinha nada a ver com o que é. Não sei se as pessoas gostam do segredo e aceitam o segredo dela, mas segundo as minhas previsões ela vai estar nos cinco finalistas. Eu gostei muito da prestação dela na casa.

Mas é sempre difícil ganhar uma mulher.

Acho que isso não tem nada a ver. Mas é assim, o Hugo também é um dos favoritos, não é?

Olha e tu, se fosses o grande vencedor, o que é que farias com o prémio final?

Se fosse o vencedor… pagava o mestrado, ajudava a minha família a pagar o que é que fosse, e o que sobrasse ia viajar.

Parece-me justo. Diz-me, o que é que fica desta experiência?

Algumas amizades, nomeadamente o Paulo e a Liliana, e a experiência em si. O facto de eu ter participado é uma coisa que, bem, eu não conseguia simular aquilo noutra situação, portanto, fica isso.

Como é que está a ser o feedback dos teus amigos e familiares relativamente à tua prestação?

Gostaram muito, estão muito orgulhosos da minha prestação. Não desiludi ninguém. Eles conhecem-me, sabem como eu sou (sabem que eu sou muito mais extrovertido com quem gosto) e perceberam exatamente o porquê da minha postura e ficaram muito orgulhosos.

Estás preparado agora para seres conhecido na rua?

Eu ainda não andei muito bem na rua. Tenho andado sempre de um lado para o outro. Não sei muito bem o feedback das pessoas. Mas houve muita gente que veio ter comigo, disseram que gostaram da minha participação, que eu não devia ter saído. Ainda não sei como é que vai ser o andar na rua mesmo, mas não acho que seja nada do outro mundo.

O que esperas retirar da tua participação?

Não sei, não pensei muito sobre o que posso retirar disto, mas espero divertir-me, não ter chatices com ninguém. E tudo o que vier, desde que seja positivo: trabalho, entre outros, aceito.

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