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A Entrevista

A Entrevista – Ana Sofia

Destaque A Entrevista - Ana Sofia

Destaque A Entrevista - Ana Sofia

Em 2012, no VJ Casting da MTV, Ana Sofia Martins foi escolhida entre 11 candidatos portugueses. Passado um ano, o A Televisão quis saber como está a correr esta aventura de ser apresentadora do canal de música. «A MTV foi o canal indicado para começar a minha carreira televisiva», garante Ana Sofia. No entanto, revelou que foi criticada no início da sua carreira. «Quando as pessoas começaram a ver que ganhei por mérito próprio, calaram-se e seguiram com as suas vidas».

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– Em 2012 ganhou o casting da MTV e tornou-se VJ. Como está a correr a experiência?

– Está tudo a correr lindamente! A MTV foi o canal indicado para começar a minha carreira televisiva, é um formato jovem e dinâmico que gosto muito de fazer. Com o meu crescimento pessoal e profissional virão propostas mais adultas.

– Por ser conhecida, foi acusada de ter cunhas?

– Sim, passei por essa situação que felizmente só durou um par de meses. Quando essas pessoas começaram a ver que ganhei por mérito próprio calaram-se e seguiram com as suas vidas.

– Com que dificuldades se deparou nos primeiros tempos como VJ?

– Não tive muitas dificuldades. Talvez o facto de finalmente ter liberdade para mostrar a minha personalidade me tenha causado um misto de confusão e alegria ao mesmo tempo. Depois, senti necessidade de adquirir mais conhecimentos do meio e fiz um curso de Apresentação e Diretos Televisivos no CENJOR. Desde então que estou em pulgas para fazer diretos.

– Até hoje, qual a situação mais caricata que já lhe aconteceu numa entrevista?

– Ainda foi em fase de castings da MTV, e foi com a Marisa Liz dos Amor Electro. Eu estava extremamente nervosa, e comecei a passar para ela aquilo que eu estava a sentir. Então, a primeira tontice que me saiu da boca foi: «Então Marisa, estás nervosa?» (risos). Bem, o olhar dela para mim foi priceless!

– Recentemente, vimos a Ana Sofia a «enganar» o público do Optimus Alive, falando-lhes sobre bandas que não existem (e as pessoas acreditavam no que você dizia). Foi divertido fazer esta brincadeira?

– Foi engraçadíssimo! Correu lindamente, porque, na minha opinião, o público português tem bastante fair-play e até se ri quando se apercebe das brincadeiras. Foi algo que me deu gozo fazer, porque tive que testar a minha capacidade de manter uma expressão mais séria como se estas bandas realmente existissem.

– Nos últimos anos, a MTV tem sido criticada por dar cada vez menos atenção à música. Qual a sua opinião relativamente a este assunto?

– A MTV Portugal continua a dar atenção à música, especialmente à música portuguesa. Apoiamos imensos artistas e bandas, cobrimos concertos, e interessamo-nos em seguir as suas carreiras. O que aconteceu nos últimos dez anos é um fenómeno natural. Os jovens estão mais ocupados que nunca e, sempre que querem ver um videoclipe, não ficam sentados à frente da televisão à espera que passe o vídeo. Com a internet e a sua evolução podemos ter informação mais rápido do que nunca. Quanto aos reality shows que passamos, se não houvesse procura nem audiências, este tipo de programas nem seria feito. Basicamente, passa no canal aquilo que os jovens querem ver.

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«O Diogo já me disse muitas vezes que me devia dedicar à comédia… Acho que é uma maneira ‘soft’ de me chamar palhaça»

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– Então e como é trabalhar com Diogo Dias?

– É maravilhoso, o Diogo é cinco estrelas! Desde o primeiro dia que tem sido incansável. É super engraçado e muito bom colega. Dá-me muito prazer trabalhar com alguém tão profissional como ele. Ao seu lado sou uma aprendiz e ele o mestre que tem nove anos de casa.

– Recebe conselhos do seu colega? O que é que ele lhe diz acerca da sua prestação na MTV?

– Peço-lhe muitos conselhos quando estamos a trabalhar, porque ele domina totalmente esta área. Acho que ele está contente comigo, especialmente porque estou sempre a fazê-lo rir! Inclusive já me disse muitas vezes que me devia dedicar à comédia… Acho que é uma maneira soft de me chamar palhaça. (risos)

– Que género de programas gostaria de apresentar na MTV?

– Sem sombra de dúvida um programa de moda!

– Acredita na possibilidade de futuramente voltar a acontecer um evento MTV em Portugal (como os Europe Music Awards em 2005)?

– Tudo é possível, e acho que seria muito bom para levantar a moral dos portugueses neste momento… Boa música e muitos visitantes de outros países.

– Trabalhar em televisão… É isto que pretende continuar a fazer no futuro?

– Sim, quero crescer muito a esse nível. Não só na MTV, como futuramente noutros canais. Sei que tenho muito para aprender, mas ao mesmo tempo tenho muito para oferecer e vontade de fazer mais e melhor. Quem sabe não me torno na Portuguese Oprah? (risos) Gosto muito de sonhar, e gosto ainda mais de realizar os meus sonhos.

– Como avalia o atual panorama televisivo em Portugal?

– Acho que estamos no caminho certo, mas acho que falta uma coisa muito importante: variedade. E quando digo variedade refiro-me a variedade racial. Basta ligarmos a televisão e compararmos a percentagem de caucasianos e das outras raças. Somos todos humanos, e não deveria haver esta «preocupação». Mas num país como Portugal, que teve tantas colónias, não haverá espaço e tempo de antena para uma televisão mais «colorida»? Fica a sugestão.

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