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A Entrevista

A Entrevista – Ricardo Rodrigues | Agora Nós

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Estivemos à conversa com o diretor de produção do Agora Nós. Ricardo Rodrigues integra a «espinha dorsal» do programa das manhãs da RTP1. «Temos que imaginar isto como uma maratona e não como uma prova de velocidade. O Agora Nós vai continuar no seu caminho e vai trazer conteúdos novos», revela.

O que difere o Agora Nós dos outros programas do daytime?

O Agora Nós surgiu na sequência de um programa com uma grande tradição, a Praça da Alegria – que é uma herança que fica e é uma grande responsabilidade (são duas décadas). E obviamente não chega fazer melhor nem pior, tinha que ser diferente. A forma de chegarmos ao mercado passa também por marcarmos alguma diferença em relação aos nossos mais diretos concorrentes. E portanto, isso consegue-se na abordagem, na dinâmica com os apresentadores, nos ritmos, na forma com abordamos os conteúdos. E acho que nós estamos a conseguir dar-nos a conhecer ao público e estamos a conseguir dar sinais de alguma diferença.

Ao longo do tempo, o Agora Nós e o Queridas Manhãs têm vindo a aproximar-se do Você na TV!. É um bom sinal?

É um ótimo sinal, como é natural. Estamos a ter o feedback mais direto, que é do público, que começa a ter mais curiosidade em vir conhecer-nos um bocadinho. Nós ainda estamos nessa fase, chegámos agora. O público tem que ter contacto connosco e depois começar a criar alguns hábitos. Nos últimos tempos, os indicadores em contínuo estão muito positivos. É um ótimo sinal e só nos alimenta a vontade de continuar a fazer mais e melhor.

O público lá em casa não sabe o que está do outro lado das câmaras. Quantas pessoas estão envolvidas num programa como o Agora Nós?

O Agora Nós tem uma característica que foi a união de duas famílias: a RTP e a Coral Europa. Isso logo aí é um marco um bocadinho diferente, que dá uma originalidade ao modus operandi da coisa. Tem sido um casamento muito feliz, muito interessante. Da parte da Coral, diretamente estão cerca de um pouco mais de duas dezenas de pessoas; da RTP será mais ou menos o mesmo número.

O que faz um diretor de produção?

No fundo é um bocadinho o «fazer acontecer». A produção, na génese, é a espinha dorsal de qualquer programa de televisão. Portanto, é o que cria depois a união entre todos os departamentos. Conjuga tudo isto para haver um workflow de trabalho a funcionar – desde garantir as condições, os meios, organizar toda a logística, toda a gestão financeira. E depois tem uma fase de definição no topo da pirâmide, que é definir com a equipa de conteúdos a linha editorial do programa.

O que podemos esperar do Agora Nós no futuro? É um programa que vão trabalhar para se manter mais 20 anos, como a Praça da Alegria?

Temos sempre que imaginar isto como uma maratona e não como uma prova de velocidade. Isto é um trabalho muito contínuo, sem pressas, sem grandes ansiedades. O Agora Nós vai continuar no seu caminho, vai continuar a trazer conteúdos novos. Brevemente vamos ter algumas novidades no Agora Nós. Vamos ter que nos reiventar todos os dias e ouvir também o que é que o telespetador nos vai dando de input.

eduardo.lopes@atelevisao.com

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