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The Voice Portugal: Conheça os candidatos da 4ª Prova Cega. Veja as atuações

Foto: RTP/Shine Iberia

A nova edição do The Voice Portugal já arrancou na RTP1. No quarto programa de Provas Cegas foram conhecidos mais candidatos.

Esta semana, novas vozes incríveis vão continuar a surpreender. Cristina Moreira, a costureira, campeã nacional de matraquilhos que tem na música a sua maior paixão. E num tributo à mãe, invade o palco com toda a garra e poder da voz.

Mais uma atuação atrás da cortina. De quem será a voz que interpreta “Bella Ciao”?

Catarina Mendes, 20 anos, Lisboa, SIM | Mentor: Anselmo Ralph

Catarina sempre quis estar no The Voice Portugal e finalmente pode ter essa oportunidade. Adora e é mesmo fã da Marisa Liz e Amor Electro. Diz que sempre se guiou pela Marisa. A Catarina terminou agora a Licenciatura em Sociologia. No próximo ano vai fazer o mestrado em Internet e Novos Media.

Vive com os pais, mas à vez, está um mês com cada um. Trabalha como cantora. Faz alguns eventos. Já foi a programas de daytime e à rádio. Canta covers, Fado e Música Portuguesa.
O avô era fadista e morreu em maio deste ano. Sente que está a realizar o sonho dele. Diz que vai fazer uma homenagem ao avô no programa. O sonho do avô era dar a conhecer o talento da neta.

Com 3 anos foi para a Academia de Santa Cecília. Aos 6 anos começou a ter formação musical na academia, fez o primeiro solo na Aula Magna, com um fato de pinheirinho. Tem o 5o grau de viola de arco. Ainda toca.

Candy June, 20 anos, Pombal, SIM | Mentor: Anselmo Ralph
No mundo da música, a Candy tem um single (Make it Right). São os produtores da Blaya que lhe fazem os instrumentais. Vai agora gravar o videoclip do seu single com o Ricardo Reis que trabalha com a Aurea. Canta no Tokyo às terças com os Soulcats, às vezes também canta com o Virgul. Conhece concorrentes do The Voice Portugal (Mário Pedrosa, Fausto Vasconcelos) e o Pedro Cau que está a concorrer este ano.

Cristina Moreira, 34 anos, Vila Nova de Famalicão, SIM | Mentor: Aurea

O gosto pela música vem desde criança. A mãe gostava muito de a ouvir. A pessoa que mais a apoia “é a minha mãe, que apesar de não estar cá presente, sempre me incentivou a cantar. A minha mãe faleceu no dia 9 de junho deste ano e é por ela que (estou aqui), pois ela sabia que me tinha inscrito no programa e ficou muito feliz. Sei que não está cá presente e que o seu maior orgulho era ver-me no programa, sei também que mesmo não estando presente, vai estar lá em cima a dar-me todas as forças e todo o apoio que preciso.”

Trabalha como costureira numa fábrica de confeção em V.N. Famalicão. Canta numa banda de baile: os Myllenium. Todos os fins-de-semana de verão atua com a banda. São duas vocalistas femininas e dois masculinos. Canta qualquer estilo de música. Já atuou com a banda em França, para as comunidades de portugueses ali emigrados diversas vezes. Fazem concertos de 4 horas onde, além de cantar, também dança.

É jogadora federada de matraquilhos. Já foi campeã nacional. Gosta muito de jogar matraquilhos. Joga em dupla com o namorado quando são campeonatos mistos.

Pedro Cau, 20 anos, Porto, SIM | Mentor: Aurea

Pedro vive com a mãe, os avós e os irmãos. São uma família de artistas: a avó é pintora e ele e o irmão Alexis são cantores.
“A minha família tem problemas como todas, mas acho que são as nossas diferenças que nos unem, aqui cada um tem o seu lugar.”

Desde pequeno que começou a ouvir e ver vídeos de Elvis Presley e Michael Jackson e a querer imitar. Aos 8 anos, entrou para o conservatório de música do Porto onde esteve 4 anos. Teve formação musical e aulas de guitarra, instrumento que ainda toca. Ainda é grande fã do Michael Jackson e Elvis e também de Justin Timberlake.

A melhor memória da sua infância foi quando aos 11 anos cantou na festa de Natal da escola. Com 15 anos começou a escrever letras, tem cerca de 20 canções escritas num caderno, mas que ainda não passaram daí.
Está no 2o ano da licenciatura de gestão de marketing no IPAM. Também gosta de pintar. Era para ter ido para artes. Já praticou muitos desportos nomeadamente basquetebol e hóquei em patins.

Vir ao The Voice Portugal é a luta por aquilo que quer fazer. A música é o que o torna especial. Acha que agora é a altura certa para concorrer.

Beatriz Cassona, 23 anos, Mem-Martins, SIM | Mentor: Aurea
Beatriz é estudante de Jornalismo (vai para o 3o e último ano). Já trabalhou em imprensa escrita, mas diz que não é a praia dela. “Gostava de experimentar locução em rádio”. Tem uma irmã mais velha que é investigadora/cientista.
Com 16 anos fez a primeira tatuagem, uma clave de sol. Acha que tem 13 ou 14 tatuagens ao todo, mas não sabe de cor. “Não me arrependo de nenhuma! Todas têm um significado”.

Começou a cantar na escola, depois de acompanhar um professor à guitarra. Teve aulas de canto durante 5 anos e 3 anos de guitarra (sabe o básico).
Tem uma banda de covers (Bea and the thieves) há um ano e meio e tocam regularmente no bar TOKIO. Também tem projeto acústico de covers no registo pop/soul. Compõe, mas fica tudo na gaveta.

Está no The Voice Portugal porque é um programa que dá liberdade aos concorrentes. Acha que este programa lhe pode trazer exposição.

Luna Costa, 22 anos, Lisboa, SIM | Mentor: Mickael Carreira
Luna é gestora de reclamações num call center e trabalha com os clientes alemães (na Teleperformance, na Aplicação Wish, em alemão). Veio viver para Lisboa há 7 meses, com o namorado. O namorado toca baixo e é auditor financeiro.
Quis ter a sua independência financeira para também não ser um encargo para a mãe e até para a ajudar quando precisar. “A minha mãe é uma guerreira, é uma lutadora. É sensível, bondosa e muito calejada pela vida. Ela é mãe e pai, uma mulher que não tem comparação”.

Com 11 anos começou a tocar violino, depois guitarra e começou a cantar por causa do irmão: “Era cantora de casa de banho assumida, mas o meu irmão tirou-me de lá e comecei a cantar com ele em bares”
O irmão também está a concorrer – Alberto Pinho ou Tinho Pinho e o tio, Jorge Neto, são cantores de Kizomba.

“A minha maior inspiração é o meu irmão, lutou e luta todos os dias para chegar onde chegou.”

Eva Spitzer, 17 anos, Estoril, SIM | Mentor: Anselmo Ralph

Vive com os pais e irmão. São todos franceses e vivem em Portugal há 14 anos.
Veio para Portugal quando tinha 4 anos. Os pais tinham cá família, veio com os pais e o irmão acabado de nascer. Só tem 1 irmão que é 4 anos mais novo. Em casa falam francês. Viviam na Bélgica, onde ela nasceu e os pais decidiram vir para Portugal onde tinham família, para dar uma melhor vida aos filhos.
É muito tímida, mas usa a sua timidez para ter força para cantar e estar aqui hoje. Os pais são quem mais a incentiva. Timidez e falta de confiança podem ser os maiores obstáculos.
O seu maior sonho é ser cantora, ter o seu álbum e dar a volta ao mundo com a família. Começou a cantar há 5 anos com a melhor amiga (nome?). Ela foi uma das primeiras pessoas a motivá-la e apoiá-la, mas apenas tem aulas de canto há 1 ano. É muito tímida e cantar ajuda a ultrapassar essa timidez, a estar com ela própria. Canta em francês, português, inglês e espanhol.
Toca piano há 5 anos e aprendeu a tocar guitarra, sozinha, no ano passado. Compõe músicas pop, mas não tem banda. Canta maioritariamente no quarto.
Gosta muito da Marisa. Acha que as músicas dela são lindas.
Adora desporto. Faz parte da equipa de futebol feminina da escola.

Leo, 30 anos, Paris, SIM | Mentor: Aurea

O Leo é cantor e vive em Paris. Partilha casa com amigos, que também são músicos e artistas. É de Guimarães, foi para França aos 9 com os pais. O pai trabalha na construção civil e a mãe ajuda pessoas idosas nas suas casas. Divide o seu tempo entre Paris, Lyon e St. Etienne. Trabalha em estúdios em Paris e passa lá metade do mês quando é para compor e trabalhar para outros artistas. A sua família vive em Lyon e St. Etienne.

Está a concorrer ao The Voice Portugal porque nunca cantou no seu país de origem e sente o chamamento. Tem todo o prazer em vir para Portugal tocar.
Se lhe pedirmos para recordar algumas memórias de infância, a família é a primeira coisa que lhe vem à cabeça. Ainda tem bastante contacto com as pessoas e hoje é muito fácil com as redes sociais.

Já cantou com o James Corden numa animação privada num hotel em Barbados, na passagem de ano. Costuma fazer vários eventos fora de França, casamentos, eventos de solidariedade e festivais. Costuma cantar em casamentos, eventos de solidariedade e festivais.

“Não sei se tenho capacidades para ganhar, mas gostaria de cantar com todo o meu coração.”

Barbarella Alves, 30 anos, Santo-Tirso, NÃO

A Bárbara é, geralmente, tratada por Barbarella, por ser muito extrovertida. Costumam chamá-la Barbarellaaaaaaaaaa.
Trabalha numa empresa de eventos/animação. Ela é a organizadora dos eventos e RP e também canta, quando a chamam. A empresa chama-se Party People.

A sua mãe trabalha na Santa Casa em geriatria.
Participou no A Capella com os Groove Box.
Daqui a 5 anos quer estar só a cantar. Fez 30 anos e sente que é a altura, já fez outras coisas este ano, como saltar de para-quedas. Sentiu que aos 30 era altura de fazer “all in”.

Tinho Pinho, 27 anos, Évora, NÃO
Tinho vive com a mãe em Évora. Tem uma irmã a viver em Lisboa (Luna Costa, também está a concorrer).
Os pais são de São Tomé. Albert nasceu na Alemanha e a irmã já em Portugal. É sobrinho do cantor cabo-verdiano Jorge Neto.

Albert estuda Ciências do Desporto na Faculdade de Évora. Acabou o 2o ano. Desporto sempre fez parte da vida dele. Praticou futebol, mas já deixou por falta de tempo e prefere a música.
Sempre cantou, influenciado pelo pai que era músico e cantor. Em casa sempre houve contacto com a música. Gostava de cantar, mas não cantava à frente de muita gente. Até que uma professora de inglês do 5o ano ouviu-o a cantar, gostou bastante e pô-lo a cantar na festa de Natal.

Toca guitarra há 11 anos e costuma cantar em casamentos, eventos solidários, festas e bares. “O meu maior sonho é vingar no mundo da música, acho que tenho algo bom para dar e dizer às pessoas. ”Chegou a cantar na rua onde diz que cresceu muito como artista”.

Tem uma banda os “Tinho Pinho & Maffa Jaffa” (covers reggae).

Carlos Pereira, 25 anos, Mafra, SIM | Mentor: Marisa Liz

O Carlos vive com os pais no Livramento. Está empregado numa quinta com várias estufas de alfaces onde é agricultor. Põe alfaces, colhe alfaces, arranja alfaces. Tem uma namorada, Joana Mourato, que trabalha no escritório do pai – GestiMafra. Namoram há 1 ano e tal. Ele estava a tocar e a cantar num concerto, já se conheciam e ela apaixonou- se. Diz ter uma relação muito saudável e aberta com os pais. O pai é bate-chapa numa empresa de camionagem e a mãe trabalha num lar. Os pais são a sua maior inspiração e foram eles que o ensinaram a ser quem é com o que tem e a enfrentar um dia de cada vez e a lutar pelo futuro – “São guerreiros da vida, pessoas que fazem de tudo para ajudar, simples e honestos.” Eles e a namorada são as pessoas que mais apoio lhe dão. Começou na música quando ouviu k7s antigas. Aí sentiu a adrenalina e pensou: “Quero uma t-shirt preta com caveiras”. Foi aí que começou o seu rock metaleiro.

Costuma cantar em concentrações de motards. Também tem uma mota, mas não é motard, é uma DT de 50 centímetros cúbicos.

Rúben Pires, 25 anos, Lisboa, SIM | Mentor: Mickael Carreira
O Rúben vive em Lisboa com os pais que têm uma empresa de canalizações e redes de gás. Tem irmãos que são mais novos e, por isso, são estudantes.
Trabalha numa loja de maquilhagem no Loures Shopping. Antes, tirou um curso de maquilhador. Foi uma coisa que arranjou da qual gosta muito.

Tem uma banda – os The Guest. São um quarteto vocal. O Hugo Batista que também está a concorrer faz parte desse quarteto. Além disso, o Rúben também anima karaokes.
Participa no The Voice Portugal porque não desiste do sonho. A banda começou a cair um bocado no esquecimento e ele disse que ia desistir. Mas agora voltou.
Diz não ter um look definido em termos de género.

Fernando Adanjo, 56 anos, Lisboa, NÃO
É divorciado e tem 3 filhos. Vive com a mãe e a filha. É professor de Educação Física no Centro Educativo Navarro Paiva, em Lisboa. Dá aulas de Educação Física a meninos problemáticos, que já cometeram algo ilícito.
A música surgiu tarde. Aos 30 anos chamaram-no a atenção para a sua voz, numa aula de hidroginástica. Um dia, num restaurante onde cantavam Ópera, pediram-lhe para cantar e a partir daí, nunca mais parou.

Achou melhor ter formação primeiro e só depois se aventurar mais a sério. Costuma cantar em eventos particulares.
A pessoa que mais o apoia é o irmão. O maior obstáculo neste mundo tem sido a falta de contactos na área.

Participou nas provas cegas em 2016 com o tema “Cielito Lindo”. Virou 3 cadeiras (Marisa, Anselmo e Mickael). Saiu na Batalhas.

Michael Marques, 21 anos, Madeira, NÃO

Trabalha num restaurante aos fins-de-semana, e agora no verão a tempo inteiro, a servir às mesas. Toca e canta num restaurante no Funchal velho. É trabalhador estudante e diz orgulhar-se muito disso.
Está a tirar a licenciatura em Artes Visuais na Universidade da Madeira. Numa atividade de praxe conheceu a sua namorada, Liliana. Cantou a música “Over and Over Again” quando pediu a namorada em namoro. Vai repetir o terceiro ano. Quando terminar a licenciatura gostava de vir para Lisboa com a namorada.

Toca guitarra e canta. É autodidata. Também sabe tocar baixo e está a aprender ukulele. Veio ao casting com a namorada da Madeira de propósito. Não ia desistir do sonho, gastou as suas poupanças, mas tinha de vir.

Joana Carvalhas, 15 anos, Corroios, SIM | Mentor: Anselmo Ralph

A mãe tinha uma amiga que ensaiava meninas para irem a festivais, e ela começou a ter aulas de canto. Começou por ter aulas de canto, mas insistiu para cantar Fado e foi aí que tudo começou. Foi para a Casa do Povo de Corroios e a mãe começou a inscrevê-la em concursos de Fado.

O que gosta mesmo é de cantar em casas de Fado. Canta no Luso, Tasca do Xico, Mascote da Atalaia. Canta sempre acompanhada de guitarristas.
“Quando canto Fado esqueço tudo, fecho os olhos e canto para mim”. Não sabe explicar bem a sensação.

Já cantou com gente conhecida como a Celeste Rodrigues, Conceição Ribeiro, Vítor Miranda, Mónica Sintra, Anita Guerreiro e Artur Batalha.
Já cantou em vários festivais. Aos 10 anos participou na Gala dos Pequenos Cantores da Figueira da Foz, aos 11 anos no Festival Chafariz de Ouro em Portimão, aos 12 anos, no Festival Internacional Rússia em São Petersburgo, Tenerife e Roménia, aos 13 anos foi a um Festival na Moldávia, aos 14 a outro na República Checa e em inúmeros festivais de Fado.

Hugo Baptista, 31 anos, Lisboa, SIM | Mentor: Aurea
O Hugo é bancário há 11 anos. Estudou Humanidades até ao 12o ano e quis seguir Comunicação Social. Na altura não conseguiu entrar e decidiu trabalhar para pagar a carta. Acabou por se dar bem no ramo bancário e foi ficando até hoje. Está solteiro e vive sozinho. Começou a cantar em miúdo. O pai era baterista. A mãe também canta, mas o Hugo só descobriu há um ano.

Teve formação de voz. Passou por várias bandas e coros. Não é conhecido do público, mas está no meio há alguns anos e é conhecido por muita gente.
Formou o grupo The Guest por iniciativa própria. Compôs temas em parceria com outro membro. Fizeram dueto com os Anjos, editaram disco em 2016 e tiveram sucesso relativo. Entretanto saíram 2 elementos e projeto ficou em standby.

Este ano foi convidado a participar como backvocal do Azerbeijão no Festival da Eurovisão 2018. “Foi uma experiência espetacular. Não era fã Eurovisivo mas fiquei adepto.”. “Passámos as passas do Algarve nos Ensaios mas depois daquilo acho que estou pronto para tudo.”

Já cantou com os Anjos, Mafalda Arnauth, Mafalda Saccetti, Suzi, Katia Moreira, Anselmo Ralph, Pérola, C4 Pedro, Yola Araújo.

Gonçalo Lopes, 22 anos, Coimbra, SIM | Mentor: Mickael Carreira
O Gonçalo estuda Ciências da Informação e trabalha numa empresa de catering em casamentos. Pais vivem em Mira. O pai é engenheiro de planeamento urbano e a mãe é gestora de recursos humanos.
Tem um afilhado com 5 anos que é o seu maior fã. A namorada, Adriana, estuda medicina e também canta.

Está no mundo da música há 8/9 anos. Entrou graças à influência do pai que foi pianista. Toca guitarra elétrica e acústica e costuma cantar em festas regionais.
Diz que o maior obstáculo tem sido viver em Coimbra, longe do centro da música que é Lisboa. A participação no The Voice Portugal é mais uma etapa que quer ultrapassar a nível pessoal e profissional.

Joga hóquei em patins na Mealhada (Hóquei Clube Mealhada).