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The Voice Portugal: Conheça os candidatos da 2ª Prova Cega

Foto: RTP/Shine Iberia

A nova edição do The Voice Portugal já arrancou na RTP1. No segundo programa de Provas Cegas foram conhecidos mais candidatos.

Bárbara Tinoco, 19 anos, Sintra, NÃO

Vive com os pais e com as duas irmãs (mais novas). O pai é técnico de som (eventos, festivais). Tem o 5o grau do conservatório e agora está no 2o ano do curso de Ciências Musicais. Compõe desde os 13. Toca guitarra e mais alguns instrumentos de cordas. Nunca pensou em cantar e não cantava para ninguém.

Quando entrou na Faculdade, mostrou um tema a uns amigos. Decidiram levar esse tema ao programa Masterclass da Antena 1 e a partir daí começou uma “parceria criativa” com um amigo, o Vladlen. Bárbara diz que ele a “faz sair da caixa”. Ele toca piano e ela guitarra. Juntos formam o duo “Ele e Ela” (admite que o nome é básico e que dá vontade de gozar).

Bárbara gosta de Pop (puro e duro) e country. Gostava de cantar um original dela no palco do The Voice Portugal.
Num registo um pouco diferente, Bárbara participa em torneios de Magic The Gatteringa nível nacional. Também adora jogos de tabuleiro e recentemente apurou-se para uma competição nacional de Catan! Diz com graça que é uma “nerd em full-time!”.

Zé Maia Rodrigues, 23 anos, Setúbal, SIM | Mentor: Anselmo Ralph

Começou no Conservatório de Setúbal aos 11/12 anos. Frequentou o Coro e completou o 5a grau de Piano, até aos 18 anos.
Foram os pais que lhe passaram este gosto pela música. No carro ouviam muita música ainda em K7s, desde Bob Dylan, Supertramp até ao jazz.

Começou a tocar e cantar ao vivo com 16 anos, num bar em Setúbal, por brincadeira. Depois disso começou a cantar em bares e a ser convidado para atuar em bailes de finalistas, em festas privadas e depois nunca mais parou.
Gostava de alcançar o máximo possível. Ganhar visibilidade para conseguir ganhar trabalho e ter sucesso na música.

É quase a derradeira oportunidade de singrar no mundo da música. Mas se correr mal, é claro que a música não vai deixar de estar presente na sua vida.
É licenciado em Educação Física e Desporto. Adora praticar desporto, como canoagem, corrida, ginásio e de estar com os amigos e ir à praia. Foi federado em hóquei em patins, mas já não pratica.

Luís Enrique, 28 anos, Lisboa, NÃO

O Luís nasceu na Venezuela, mas os seus pais são madeirenses. Saíram da Madeira há 40 anos. Por causa da grave crise na Venezuela, o Luís e parte da sua família tiveram de regressar à Madeira. Na Venezuela, o pai tinha uma empresa de agricultura de flores e a mãe era doméstica.

Entretanto, na Madeira há pouco emprego e o Luís decidiu vir para Lisboa. Isto aconteceu em fevereiro. O Luís nunca tinha vindo a Lisboa, sequer. Agora vive no Martim Moniz e trabalha num call-center da Sitel (telecomunicações).
A família faz-lhe muita falta, mas ele adora estar em Lisboa, diz que não existem fronteiras.

O Luís adora cantar e tem muitas saudades de o fazer. Na Venezuela era cantor, tinha bandas e costumava cantar em eventos e casamentos, apesar de ter medo de regressar de madrugada para casa, como medo dos raptos. Além disso, tinha aulas de música com a Mayra Martinez, a primeira vencedora de um reconhecido talent show internacional e também tirou um curso de publicidade.

Elsa Fria, 37 anos, Quinta do Conde, SIM | Mentor: Mickael Carreira

A Elsa vive com o companheiro e 3 gatos. É vendedora especializada numa loja de decoração de interiores. Para além disto, também dá aulas de canto numa academia em Santa Iria da Azóia.
Antes de ter esta profissão, fez de tudo um pouco: já foi dona de um bar, trabalhou em call-centers, em duas lojas de eletrodomésticos e numa empresa francesa de geolocalização de frota onde chegou a diretora financeira da empresa.

A Elsa percebeu muito cedo que o seu caminho era a música. Mas só agora se inscreveu no The Voice Portugal. Ao longo dos últimos 20 anos foi evoluindo. Toda a gente sempre lhe disse que devia concorrer, mas fazia-lhe confusão, talvez por conhecer tanta gente que já esteve no mundo dos programas e depois a realidade é outra. Agora chegou a altura de levar o seu reconhecimento a outro nível.

A Elsa tem aulas de canto com o CC. Tem também uma banda que se chama Mabelle e outra Mabelle Big Band com mais elementos. Já estão na estrada há muito tempo e já tocaram no Hard Rock e no Tokyo. Costumam tocar muito na margem sul e no Algarve.

Di Noise, 39 anos, Lisboa, SIM| Mentor: Aurea

A Di Noise (Denisa Figueira da Silva) é da Madeira (S. Pedro Funchal) e é licenciada em Educação de Infância. Tem trabalhado como backvocal, nos últimos 5 anos, para o Dengaz. Com 12/13 anos formou um grupo de covers com umas amigas – “As jovens estrelas”. Mais tarde, começou a cantar em festas, hotéis e eventos pontuais. Participou na Operação Triunfo (RTP).

Orgulha-se de ter deixado uma vida estável para trás e seguir a vida de música (com tudo o que isto acarreta). Sempre que sobe a palco homenageia a “eterna avó Ivete”. O maior fã é o pai, mas o namorado está quase a superá-lo.
Vive com o namorado (músico e produtor) numa “animada casa de músicos”. São muito cúmplices e há sempre um deles a cantar numa divisão da casa.

Está muito agradecida aos pais por tudo o que fizeram por ela. A melhor memória que guarda da infância é a casa onde cresceu e o facto de abrir a porta das traseiras e por os pés na areia da praia.
Participar no The Voice Portugal significa estar fora da sua zona de conforto, adrenalina e nervosismo. Viu o anúncio na TV e pensou “porque não?”. A tour do Dengaz onde estava integrada foi cancelada.

Diz que para escolher um mentor vai ter que, em palco, sentir a energia.

João Palma, 22 anos, Lisboa, SIM | Mentor: Aurea

O João está a estudar canto lírico na Escola Superior de Música.
Tem dois irmãos, um com 20 anos que está a estudar em Munique e uma irmã com 12 anos na escola alemã. É primo da Cuca Roseta (já abriu um concerto dela, que o convidou) e neto da Helena Roseta – a pessoa que mais o incentiva a viver este sonho da música. “A minha avó dá-me muita força e apoia-me diariamente.”
Este ano esteve a fazer Erasmus em Madrid, agora já está de volta a Lisboa. Para ele, o primeiro plano é a música. É disso que quer viver, o plano B é ser professor de música. Imagina-se daqui a 10 anos no West End a cantar num musical. Porque o pai diz que se ele for para os EUA nunca mais volta. E como o João já está a contrariar um bocadinho o pai com o sonho da música e até gosta de Londres, é o máximo que pode fazer. O pai acha que ele devia ser gestor e tirar um MBA.

Jaissa Nogueira, 22 anos, Porto SIM |Mentor: Mickael Carreira

Jaissa é cabo-verdiana. Está em Portugal há 4 anos. Veio sozinha para estudar na Licenciatura em Anatomia Patológica, no Porto. Ao fim de dois anos, mudou de curso para Terapia Ocupacional na Escola Superior de Saúde do Porto. Vive com mais 3 amigos cabo-verdianos. Não vai a Cabo Verde desde que veio estudar para Portugal. Os pais e o irmão mais novo estão em Cabo Verde.

A Jaissa começou a cantar como apoio ao estado emocional, ouvia muita música como refúgio. Com 17 anos aprendeu a tocar guitarra. Foi aí que sentiu que a música fazia parte da sua vida porque começou a compor e começou a descobrir a musicalidade. Agora, acha que Portugal já é a sua casa. Adora o Porto. Quer ficar a viver cá e gostava que a mãe viesse daqui a 3 anos quando se reformar, junto com o irmão que tem agora 12 anos.

Tyler Faraday, 33 anos, Lisboa, SIM | Mentor: Marisa Liz

Trabalhou como engenheiro eletrónico. Estudou em Espanha, Brasil, EUA e trabalhou nos EUA, Alemanha e Espanha. Trabalhava com máquinas de Raio X e Ressonância Magnética. Tinha um emprego de sucesso. Diz que esta era a sua “primeira” vida.
Toda a família vive em Málaga. Os pais são mais velhos (o pai tem já 85 anos) e já têm 9 netos. Vai com frequência a Málaga, mas é desligado da família.

Estudou Engenharia pelos pais. A “primeira” vida que teve foi pelos pais.
Agora está na sua “segunda” vida, ligada à música e que eles apoiam, apesar de ao início estarem reticentes.
Atualmente, toca e canta em hotéis e num restaurante. Por vezes também em casamentos, mas onde gosta mesmo de cantar é nas ruas.
Veio para Portugal para estudar no Hot Clube, onde esteve 2 anos. Estava apaixonado pela ideia de aprender música.
Vive na sua carrinha VW Transporter – campervan – e vai fazer uma tournée pela europa para cantar nas ruas. O que mais se orgulha de ter conquistado na vida é: “Autoconhecimento!”

Márcia Trabulo, 20 anos, Amadora, SIM | Mentor: Aurea
A Márcia já participou no The Voice Portugal há 2 anos. Fazia parte do trio Edna que chegou às galas na equipa da Aurea.

Agora decidiu tentar a sua sorte a solo porque tem necessidade de ganhar autonomia enquanto cantora e de descobrir a sua identidade. Acha que a trabalhar em grupo, cada um dá só um bocadinho de si. Chegou a altura de se encontrar e de fazer alguma coisa por si no mundo da música. No entanto, e apesar disto, o trio Edna continua.

Está a terminar o 2o ano de psicologia. Gostava de conciliar a psicologia e a música, mas separadamente. Se as juntar acha que acaba por não fazer uma coisa nem outra. É claro que se as coisas no mundo da música correrem bem, prefere a música. No entanto, agora prefere acabar os estudos e depois logo se vê.

Agrada-lhe a ideia de regressar para a equipa da Aurea. Como a Aurea nunca ganhou seria uma boa estratégia.

Mariline Ortigueira, 31 anos, Estoril – NÃO

A Mariline já anda nestas andanças há muito tempo. Tudo começou quando fez programas infantis e dobragens.
Agora, a Mariline dirige uma clínica de estética há 3 anos e tem um filho, o Afonso, de 4 anos. Para além disto, ainda abriu uma empresa espanhola que importa e exporta produtos de beleza. No dia-a-dia, a Mariline faz consultas para aqueles que são pacientes pela primeira vez ou quando há casos mais complexos. Faz tratamentos de mesoterapia, peelings, etc.. A clínica é um negócio de família. Têm outra na Praia do Tamariz.

A música faz parte dela. Inclusive chora a ouvir música. Ela quis passar para o lado da música, mas não conseguiu. É ali que ela pertence.
Lamenta ter desistido do mundo da música, mas agora que tem uma profissão estável e o filho já tem 4 anos, está na altura de investir e voltar ao seu mundo. “É agora ou nunca!”, diz.

A sua avó, que faleceu em dezembro, queria muito que ela regressasse a este mundo.

Joana Couto, 22 anos, Vila Nova de Famalicão, SIM | Mentor: Anselmo Ralph

É vocalista do grupo 3a Dimensão e secretária administrativa numa empresa de comércio de fio para fazer malhas.
Vive com o pai (carpinteiro), a mãe (costureira) e a irmã (empregada numa cantina). Conheceu o namorado num concerto.

“Dou valor a tudo o que tenho…tudo o que tenho foi conquistado com o meu esforço.” O pai é o baixista da banda. Sempre acompanhou o pai na música e foi com ele que descobriu a música. A banda tem duas vocalistas, ela e a irmã, e têm também dois vocalistas masculinos. A irmã é mais velha 8 anos e é a sua maior inspiração. Além disso a banda tem 3 bailarinas e ela e a irmã também dançam e é ela que cria e ensaia as coreografias. Gosta muito de dançar, escrever e ler.

Maria Aranda, 48 anos, Évora, NÃO

Professora de francês (está desempregada, não teve colocação), separada com 2 filhos (24 rapaz e 19 anos rapariga). Vive com os 2 filhos e com a mãe que sofre de Alzheimer. O pai também cantava (morreu em 2010). No ano passado descobriu que tinha cancro na mama. Estava para participar no The Voice Portugal mas desistiu à última da hora porque “podia não ter forças para ter a participação que queria ter”. Em março terminou a quimio e a radioterapia em março. Está a evoluir favoravelmente e “acredita na cura”.

Sobre o The Voice: “Preciso da força desde desafio. Preciso desta esperança. Preciso de cantar. Preciso de exteriorizar o que habita em mim. Canta desde os 16 anos. Já cantou em hotéis, na queimas das fitas e no coro da universidade de Évora. Começou a lecionar aos 23 anos, mas a música sempre esteve presente. Até nas aulas! Sempre deu atenção à música, mas sente que nunca se dedicou como queria. Tem músicas escritas por si, inspiradas em momentos da sua vida. Atualmente canta num bar acompanhado por um pianista. Participou no programa “Casa de Artistas”. A música é um sonho só seu: “sei que dependo de mim, da minha força, coragem, querer e crer. “Orgulha-se de “Ter conseguido abraçar todas as lutas e vencer pela força que há em mim. “A música da sua vida é o “La Vie em Rose”. “Canto-a nos bons e piores momentos. Define a força feminina.”

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