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Revolta dos trabalhadores da RTP não tem fim: “Acordo com FPF é uma vergonha”

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Depois de o Conselho Geral Independente (CGI) ter emitido um comunicado, no dia 21, a informar que o Conselho de Administração (CA) da RTP tem legitimidade para negociar contratos como o que fez com a Federação Portuguesa de Futebol (FPF), a Comissão de Trabalhadores (CT) do mesmo canal veio a público manifestar toda a sua revolta.

A CT considerou que o documento assinado pela CGI “constitui um dos maiores embaraços da história recente” da estação de rádio e de televisão e que o acordo estabelecido entre o CA e a FPF “é uma vergonha” e é “indefensável numa empresa pública”.

Além de considerar, também, que não é “normal que alguém considere que um governo nada tenha a ver com um negócio feito por uma empresa pública” e na qual “a administração se compromete a ceder instalações, pessoal e património a uma empresa privada”, a CT explicou ainda que o CGI deveria manter “um distanciamento crítico” do CA, já que é “seu supervisor e não protetor”.

No mesmo comunicado, a CT referiu ainda que “dizer que este modelo [de gestão] afasta o governo da RTP é uma falácia” e que o que se passa “é que este modelo parece ter sido construído, propositadamente ou não, para afastar ‘alguns’ governos da RTP”.

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