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Príncipes do Nada. Catarina Furtado em lágrimas com história de refugiada

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A nova temporada de Príncipes do Nada é dedicada aos refugiados que, de um dia para o outro, tiveram de escapar à morte, mesmo arriscando a vida.

Estiveram na mão de traficantes, viram morrer familiares nas águas do Mediterrâneo, perderam contacto com os seus, mas tentam recomeçar do zero, sem nada. Falta-lhes comida, casa, acesso a cuidados de saúde e educação, trabalho digno e segurança. Por entre fronteiras, procuram uma nova esperança.

No segundo episódio de Príncipes do Nada, emitido esta terça-feira, dia 16, às 21h00, na RTP1, vamos conhecer Delida Paez, uma refugiada venezuelana, que foi vítima de perseguições políticas que colocaram a sua vida e a da sua família em risco. Ela é voluntária no refeitório Divina Providência, em Cúcuta, na Colômbia. Todos os dias, milhares de venezuelanos atravessam a Ponte Internacional Simón Bolívar para a Colômbia à procura de um prato de comida, só possível através do apoio do Programa Alimentar Mundial (PAM) . De acordo com o governo colombiano, mais de 1 milhão e 400 mil venezuelanos entraram no país à procura de subsistência. Mas a ACNUR (Agência das Nações Unidas para os Refugiados) fala em 4 milhões.

Seguimos até ao Líbano (o país do mundo com o maior número de refugiados por habitante) e entramos nos bairros de Sabra e Chatila com a Unidade Móvel da ONG Makassed apoiada pelo Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA), que presta cuidados de saúde, saúde materna, sexual e reprodutiva e planeamento familiar a refugiados sírios.

 

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