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Nuno Santos e a estratégia da Informação RTP

Nuno Santos Nuno Santos E A Estratégia Da Informação Rtp

Nuno Santos Nuno Santos E A Estratégia Da Informação Rtp

Pouco mais de duas semanas depois de ter assumido o comando da Informação da televisão pública, o jornalista conversou com a edição desta semana da Notícias TV sobre aquilo que pretende fazer no futuro e os profissionais com que conta.

“O país e o mundo são os mesmos. Estamos todos com o mesmo objectivo, mas a RTP é uma máquina bem montada. E, dizendo isto, acrescento que queremos mexer na organização e nos métodos de trabalho. Acho que é possível reforçar ainda mais as linhas que nos separam da SIC e da TVI”, começa por dizer, explicando de seguida: “Regra número 1: inovar, ser mais ambicioso e criativo na abordagem dos temas. Investir na reportagem. E fazer uma informação mais próxima dos cidadãos. A principal aposta é sublinhar ainda mais o Telejornal como a grande marca de informação portuguesa. Paralelamente, continuar a acompanhar o Jornal da Tarde, um produto vencedor, e o Hoje, que está a fazer um caminho muito interessante na 2.”

Quanto às apostas em termos de programas não diários, Nuno Santos confessa: “Estamos a trabalhar na criação de uma linha continuada de programas informativos de diversos géneros para emitir a seguir ao Telejornal, na faixa das 21h00. Já temos dois programas, que são o 30 Minutos e o Linha da Frente. Queremos criar mais, mas sabemos que esse projecto só é passível de ser concretizado em Setembro, por força das cricunstâncias”.

Quanto aos colegas, o director de Informação começou por comentar uma “intriga” sobre José Rodrigues dos Santos: “Eu não perco tempo com a pequena intriga. Reconheço que essa pequena intriga existe nas empresas de comunicação social, mas sou imune a ela. Farei o que tem de ser feito. Ainda ontem estivemos a trabalhar os dois. E ele vai ter, como em breve se verá, mais impacto na nossa antena. Está disponível para isso”, começa por afirmar, acrescentando: “Não conheço toda a história, mas sei que os portugueses não convivem bem com o sucesso alheio. (…) O Zé paga o preço do seu talento e da sua invulgar capacidade e qualidade. E ele convive bem com isso. Ele também não perde tempo com a intriga.”

Já sobre Fátima Campos Ferreira, Nuno Santos foi peremptório: “A Fátima é inexcedível e isso dá-me muita satisfação, confesso. A notoriedade que a Fátima conseguiu ao longo dos últimos largos anos, que resulta da qualidade do seu trabalho, é um crédito dela, de mais ninguém”, frisou.

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