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«Ministério do Tempo»: Esta segunda-feira é dia de viajar até Lisboa de 1755

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A série Ministério do Tempo aproxima-se do último episódio da primeira temporada. Nos últimos meses, os portugueses têm viajado pelos quase nove séculos da História de Portugal. Esta segunda-feira, às 21 horas, a patrulha segue viagem até Lisboa de 1755. Leia agora a sinopse do episódio: 

Salvador está furioso. O maior segredo da humanidade acabou de ser revelado. Um segredo que apenas alguns, e muito  poucos, escolhidos no Ministério do Tempo conheciam: o motivo do sorriso da Mona Lisa, o famoso quadro de Leonardo Da Vinci. Para piorar as coisas, é fim de semana. A maior parte dos funcionários do Ministério do Tempo está de folga, incluindo Amélia, Tiago e Afonso. Sem outra alternativa, Salvador manda Irene e Nuno Gonçalves para investigar o que se passa no Paço da Ribeira, a 30 de outubro de 1755, dois dias antes do terramoto que destruiu Lisboa.

Nuno Gonçalves entusiasma-se com a missão. Afinal, grande parte da sua obra está no Paço da Ribeira. Vê nesta missão a hipótese de acabar, de uma vez por todas, com as dúvidas que há no século XXI sobre a sua existência. Salvador e Irene proíbem-no terminantemente de salvar um quadro que seja. Ao chegarem a 1755, Nuno Gonçalves e Irene apresentam-se à Rainha D. Mariana como um casal recém-chegado do Brasil, com interesse em adquirir um título nobiliárquico. Para que tal aconteça, querem presentear o rei com obras perdidas do famoso pintor Nuno Gonçalves. D. Mariana, agradada com as oferendas, convida-os a dormir no Paço da Ribeira.

Nessa noite, Irene e Nuno Gonçalves investigam os corredores do Paço da Ribeira. De repente, um gás soporífero é lançado. Irene e Nuno Gonçalves adormecem profundamente e acordam na manhã seguinte sem saberem o que se passou. Depois de um rápido exame às obras de arte expostas no Paço da Ribeira, percebem que alguém trocou os originais por falsificações baratas..Trata-se de um roubo perfeito uma vez que o Paço da Ribeira será destruído dentro de dois dias. Irene pede reforços a Salvador que convocar a patrulha mas sem sucesso. É convocado então Camões que não poderia estar mais feliz por partir em mais uma missão.

Camões chega a 1755. Nessa noite, ele e Amélia, já munidos de máscaras antigas, patrulham os corredores do Paço da Ribeira, descobrindo que os assaltantes são operacionais da Companhia. A liderá-los estão Mafalda Torres e Bennet. O conhecido poético consegue capturar Bennet, mas este não se rende com vida. Já Mafalda Torres escapa e aparece no gabinete de Salvador com uma proposta que o secretário geral do Ministério nunca esperou ouvir.

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