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Audiências do especial «Mega Pic-Nic Continente» motivam queixas na RTP

Depois de durante a semana já ter apresentado algumas queixas, a televisão do estado volta a não deixar passar mais uma falta de coerência entre os resultados apresentados pela GfK e pela Marktest. Em causa, a emissão especial dedicada à promoção dos produtos portugueses e patrocinada por um hipermercado nacional.

Segundo os valores apresentados pela medidora oficial de audiências, a emissão Portugal, da Terra e do Mar conquistou 4,7% de audiência média e 17,5% de share, ficando atrás da concorrência. Já durante a manhã, a mesma emissão ficou-se pelos 3,8% de rating e 16,8% de quota mercado.

Ainda assim, segundo a Marktest, os valores foram diferentes. Pelo menos a avaliar pelo que escreveu Nuno Santos na sua página oficial do Facebook: Salvador do Dia – A GfK só representa um certo país. Não gosta do Portugal da Terra e do Mar. Os programas especiais da RTP na manhã e na tarde de ontem lideraram as audiências na medição da Marktest. Idem para o Jornal da Tarde mas na medição oficial da GfK foram residuais. A festa continua…

Também Hugo Andrade partilhou o estado do colega e escreveu: A brincadeira continua e não se trata apenas de incompetência. Sei bem como se resolvia isto…

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14 Comentários

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      • O painel da GFK é muito melhor que o da Marktest. Não tem comparação. A RTP devia ter vergonha. Uma estação pública tão obcecada com as audiências

          • Claro que somos um país envelhecido, mas o problema residia no facto de a Marktest valorizar sobremaneira o público idoso, como que se apenas houvesse velhos em PT.

          • E tenho…vergonha de uma RTP que muitas vezes pratica atitudes comerciais, em vez de servir o cidadão. De uma RTP que atribui vencimentos de luxo. De uma RTP que dá programas de humor à meia-noite. De uma RTP que dá programas de humor à meia-noite.De uma RTP que vê nas audiências um escape para esconder más gestões financeiras e de recursos humanos ao longo dos anos. Fazer boa televisão não implica gastar muito dinheiro nem ter nos quadros muitas pessoas.

    • Não tenho por hábito comentar este tipo de posts, mas neste caso tenho de intervir. Meu caro biller, não se esqueça que as audiências neste caso de especiais promocionais são essenciais. Apesar de ser uma estação pública, o resultado desta emissão é essencial para a negociação de valores e contratos com o Continente para um futuro evento, já garantido. Ora como deve imaginar, se o programa é líder, quer a RTP, quer o Continente ganham mais com isso, já se o programa tem uma audiência residual, o caso muda de figura.
      Pública ou não, também tem de ter uma gestão orientada para o lucro. Só assim consegue ser um estação competitiva e, acima de tudo, reduzir a despesa estatal. E neste caso não se trata de uma emissão de serviço público, trata-se sim de uma parceira RTP/Continente que podia ser feita com qualquer outra estação.

      • Discordo completamente. A RTP tem de fazer serviço público, apresentar programas que vão ao encontro do interesse público e não do interesse do público. Uma parceria comercial não é vital para a RTP, muito menos audiências. Uma coisa é certa: o evento vale no contacto presencial com as pessoas. Diz muito pouco para quem está em casa, principalmente aos jovens: crianças, adolescentes e jovens adultos.

  • O Biller não sabe o que diz. Se por um lado diz que a RTP não tem de se preocupar com um contrato com um hipermercado, por outro lado critica que o estado tem de financiar uma TV. Incoerencias. No fundo, quando ler o nome “Biller” passo à frente e nem leio o comentario

    • Eu nunca critiquei o financiamento Estatal à RTP. Critico sim o mau serviço público prestado pela estação e os ataques ferozes à GFK.

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