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Resumos

«Bem-vindos a Beirais»: resumo de 8 a 11 de setembro

Bem Vindos A Beirais Resumo «Bem-Vindos A Beirais»: Resumo De 8 A 11 De Setembro

Bem-Vindos-A-Beirais-Resumo

Resumo de 8 a 11 de setembro da série Bem-vindos a Beirais.

Episódio de dia 08 de setembro – “Traição, gritou ela”

D. Olga acorda sobressaltada devido a um pesadelo – o padre Justino era seu marido a quem beijava. Consumida pela ideia de estar a pecar mesmo a sonhar apressa-se a confessar-se ao padre Justino, que curioso tenta saber com quem ela teve o seu sonho pecaminoso. D. Olga não conta mas fica mais aliviada quando o padre lhe diz que a nossa vontade não controla os nossos sonhos. Resolvida a saber quem está a organizar a quermesse nas suas costas, D. Olga não consegue arrancar do padre nenhuma informação e promete que vai descobrir.

No posto da GNR, Julio e Victor comentam umas imagens misteriosas de um caso que acompanham, quando o padre Justino entra e diz que achas que está a ser seguido. Atrás vem D. Olga que ouve a conversa e quer também ser atendida por Júlio. Vitor faz um comentário sobre as imagens usando a palavra cadáveres deixando Olga em sobressalto e a querer saber mais, como eles não lhe contam, esta sai e pergunta a Joaquim e Moisés se sabem de alguma coisa sobre uns cadáveres que andam a aparecer nas redondezas deixando-os muito entusiasmados em ter futura clientela.

D. Olga, persistente, procura alguma pista na secretária do padre Justino que a leve à identificação de quem anda a organizar a quermesse. Ao ouvir passos a aproximarem- se, esconde-se debaixo da secretária do Padre e fica chocada ao perceber que é Susana, sua filha que entra com o padre. Acaba por ser descoberta e mostra-se muito indignada por ser traída pela própria filha, enquanto o padre Justino percebe que foi com ele que D Olga sonhou.

Joaquim e Moisés convencem-se que Tozé é o assassino porque manuseia navalhas e ultimamente parece andar com um sorriso maléfico. Acabam por entrega-lo à GNR quando este diz que acabou de despachar o Doutor Nuno e tinha de desinfetar a navalha por estar suja de sangue.

A história acaba por ser desmitificada com o esclarecimento que as mortes em causa eram de ovelhas encontradas mortas e o Dr. Nuno aparece vivo no posto da GNR.

D. Olga que continua a sentir-se traída pela sua própria filha, vê ser anunciado pelo padre Justino que a festa de Beirais deste ano será em homenagem a Olga Fontes, padroeira das quermesses, daí ser a sua filha a organizar este ano. Não aguentando a emoção de ouvir que é santa padroeira, D. olga quase desfalece na sociedade recreativa.

Episódio de dia 10 de setembro – “No lugar do morto”

Moisés e Joaquim decidem assaltar as estufas de Diogo. Ramiro apercebe-se do assalto, mas não dos assaltantes e liga de imediato a Diogo que faz queixa junto do cabo Júlio que, por conta dos ciúmes que sente ao ver Zezinha rir à gargalhada em convício com Victor, pede a Diogo que assine uma folha em branco que ele depois preenche o depoimento.

Já na agência funerária, Moisés alerta Joaquim para mais uma carta registada que deve vir das Finanças para pagar alguma divida. No posto dos correios Joaquim fica a saber que a carta indica uma coima por falta de pagamento do imposto automóvel. Mas nem tudo são más notícias, quando fica a saber que D. Olga fará um funeral digno de um rei a um primo milionário dela que partiu numa expedição nos Alpes Suíços e que corre risco de vida.

Empolgado com mais um plano para realizar dinheiro, Joaquim explica a Moisés que pretende fingir que o primo milionário morreu e enviar um telegrama com a notícia a D. Olga. Caso o primo apareça vivo, basta fazer desaparecer o caixão. No dia seguinte, D. Olga recebe um telegrama duma sociedade de advogados informando que o primo Onofre faleceu quando descia as escadas para apanhar um táxi para o aeroporto.

Entretanto Diogo decide instalar um sistema de vigilância nas estufas, mas até à data de ser instalado precisa de arranjar uma solução que vigie dia e noite. É nessa altura que Rita sugere que peça a Tiago um dos seus rotweillers para guardar as estufas. O que ninguém sabe é que Diogo tem medo desta raça de cães desde que foi mordido em criança.

Moisés já caraterizado para ficar parecido com o primo de D. Olga, deita-se no caixão quando esta entra na agência para ver o seu primo uma última vez. No entanto, Moisés não aguenta um espirro e assusta a D. Olga de morte que não desconfia de nada quando Joaquim lhe diz que são gazes e que é normal acontecer com os cadáveres, no entanto, comenta com Susana e Nuno, que sendo médico acha estranho e o casal decide ver o que se passa. Susana fica então a saber que o primo está rijo que nem um pero e em conversa com Nuno concluem que não havendo herança apenas o funeral tinha interesse a Joaquim que ouviu o telegrama inicial que D. Olga recebeu.

Diogo e Carlos, no interior da estufa, ficam muito assustados quando percebem que o cão se soltou e tenta abrir a porta das estufas. Munidos de pás e aterrados de medo veem a porta abrir e Nazaré e Clara a surgir, depois de terem dados festas ao assustador cão. Elas percebem que eles tiveram medo do cão e riem-se.

Susana faz questão de se despedir do primo e qual não é o espanto de D. Olga e Gabriel, quando Susana espeta um alfinete no braço de Moisés de forma a desmascara-lo desvendando assim todo o plano de Joaquim e Moisés.

Episódio de dia 11 de setembro – “O confessionário”

D. Olga e suas amigas beatas perguntam ao padre Justino qual o ponto de situação de tudo o que havia para arranjar na igreja e mostram-se muito indignadas por metade de Igreja estar vedada, incluindo o confessionário. Padre Justino sugere que D. Olga se confesse na aldeia da Torre mas ela não pretende contar os seus pecados à aldeia vizinha e também não quer passar três dias à espera de ter o confessionário pronto, entregando ao padre a responsabilidade de arranjar uma solução.

Em casa de Nazaré e Carlos, este sente-se indisposto depois de ter bebido demasiado na noite anterior, pensando que era sexta-feira quando se tratava de um dia de semana. Nazaré comenta que as gémeas adormeceram muito bem a ouvir o Fernando cantar uma ladainha à porta de casa deles e gostaria que ele cantasse mais vezes. Depois de pensarem numa solução, Carlos decide gravar Fernando a cantar sem ele saber.

Entretanto o cabo Júlio mostra-se muito indignado com o que lhe parece ser um ato de vandalismo que estraga esteticamente o seu posto – uma pegada ficou marcada no piso de cimento que acabaram de colocar na entrada exterior do posto. Decidido a descobrir o vândalo.

Carlos aparece já com uma gravação de Fernando a cantarolar o Sole Mio, Nazaré que preferia que Carlos tivesse pedido o favor, ouve com atenção como Carlos conseguiu a gravação. Este conta-lhe que lançou um ovo à nuca para ele ter de ir a casa tomar banho, tendo ele gravado Fernando a cantar junto à janela da casa de banho da casa. Carlos espera assim ter mais tempo para estar a sós com a mulher já que as gémeas vão adormecer mais cedo. No entanto, à hora da sesta, as gémeas mostram que não gostam da música gravada. Carlos e Nazaré percebem então que as gémeas preferem as músicas que Fernando canta quando está embriagado e rapidamente Carlos pensa em fazer um duelo de shots, em que ele beberá água e o Fernando beberá shots de bagaço.

Padre Justino leva D. Olga a confessar-se no novo confessionário que acaba de improvisar na barbearia. D. Olga desconfia mas acaba por aceitar confessar-se ali. Quando termina ouve Agostinho contar uma piada grosseira que a deixa muito desagradada e apressa-se a dizer ao padre Justino que afinal aquele confessionário é um fracasso e não pode ser ali na barbearia. Padre Justino combina com Tozé que ele use uns auscultadores enquanto o cliente da barbearia se confessa e lava ou corta o cabelo ao mesmo tempo. D. Olga acaba por aceder a experimentar.

O duelo de shots tem início na Sociedade Recreativa, Fernando já meio tocado acaba por dizer a Carlos que a música que costuma cantar quando está embriagado é o malhão malhão. Carlos pede-lhe que ele cante e começa a gravar.

O cabo Júlio inicia uma investigação para descobrir quem calça um numero de sapato do tamanho da pegada no cimento. Munido de uma lista de nomes, sobram poucos suspeitos, entre eles, Manel que acaba por confessar que já embriagado na noite anterior pisou o cimento fresco à porta do posto. Cabo Júlio acaba por ilibar Manel visto que ele se queixa que Alzira se zangou seriamente com ele por trazer um dos sapatos estragados com cimento.

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