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Rúben Couto enviou mensagens do telemóvel de Beatriz Lebre para despistar

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Rúben Couto matou Beatriz Lebre, a colega de curso de Mestrado por quem estava apaixonado, e para despistar as amigas da vítima enviou-lhes mensagens do telemóvel dela. A Polícia Judiciária mostrou as mensagens à progenitora para verificar se era a escrita da jovem. 

Após ter assassinado a jovem estudante, Rúben pegou no telemóvel na vítima e mandou mensagens às amigas a passar-se por ela. De acordo com o Correio da Manhã, Rúben queria ganhar tempo para que ninguém estranhasse a ausência dela. “Preciso de tempo, de me afastar” ou que iria estar “alguns dias sem dizer nada“, são apenas duas das mensagens.

As mensagens foram mostradas à progenitora para perceber o tipo de escrita e entender se as mensagens de ‘isolamento’ tinham sentido. Isto porque mãe e filha davam-se muito bem, falavam e trocavam mensagens várias vezes ao dia.

A jovem foi assassinada no dia 22 de maio, às 22h00, na residência onde vivia em Lisboa. Uma hora antes, tinha falado com a mãe e telefonou depois a uma colega a quem disse que iria sair à noite. A mesma investigação apurou uma troca de mensagens entre o assassino e a vítima.

Rúben queria namorar, mas viu o seu pedido negado, até porque a estudante namorava com um rapaz do Alentejo. Aceitou a visita em casa porque eram amigos e nunca pensou no que Rúben lhe iria fazer. À família dela, depois do crime, passou-se por namorado o que criou alguma estranheza. Está agora em preventiva.

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