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Sofia Aparício de luto pela morte da mãe: “Vivemos uma história de amor tardia”

Sofia Aparicio
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Sofia Aparício perdeu a mãe na semana passada e conversou sobre o assunto com Manuel Luís Goucha.

Tudo aconteceu, esta quarta-feira, 18 de novembro. A atriz explicou ao apresentador como é que tem vivido estes dias.

“Nem sempre tivemos uma relação fácil. Não sei, se calhar éramos muito parecidas, com mundos muito diferentes. Hoje em dia tenho muito orgulho a ser parecida com ela. Sou muito exigente, correta e íntegra como ela sempre foi. No fim, nos últimos anos, ela entendeu-me. Vivemos uma história de amor tardia, mas dávamo-nos muito bem”, afirmou Sofia Aparício.

Sofia Aparício explica tudo sobre o consumo de drogas

Trabalhos como modelo, cinema, teatro, televisão… São várias as facetas de Sofia, que nasceu há 49 anos na cidade de Viana do Castelo. Contudo, a presença desta segunda-feira no programa ‘A Tarde é Sua’, da TVI, serviu essencialmente para se defender de um passado no qual consumiu drogas, ainda que como um mero “divertimento”.

Eu consumia drogas para me divertir. Nunca fui toxicodependente. Nunca fiz nenhuma cura de desintoxicação. Não há heróis. Eu não sou, tive sorte. Mas não sei se por ter assumido isto há tantos anos, onde ainda ninguém falava, se por ser mulher, a imagem que as pessoas têm de mim, hoje, quem não me conhece, acha que fui uma grande drogada”, começou por explicar a atriz.

De seguida, Sofia salientou que essa parte da sua vida corresponde, realmente, a “uma parte muito pequena” da sua vida. “Se me perguntarem se gastei demasiado dinheiro em droga, claro que sim, basta ter comprado uma vez que já é [dinheiro] mal gasto”, frisou.

Ultimamente, há vários casos de celebridades que anunciaram na televisão que já consumiram drogas e que necessitaram de recorrer a tratamentos de reabilitação para ultrapassarem o problema. Sofia Aparício nunca precisou de se reabilitar, já que nunca foi dependente. Por isso, considera injusto que a opinião sobre ela seja tão má.

Acho um bocado injusto, porque há pessoas que vêm para a televisão dizer que foram toxicodependente, que fazem curas e que agora estão muito bem e são heróis nacionais. Eu, que nunca fiz nenhuma cura, nem nada disso, sou tipo a ovelha negra”, lamentou.

Ainda assim, quase meio século de vida, algo que irá celebrar já no próximo dia 2 de junho, permite-lhe não se preocupar tanto com o que a rodeia. Por isso mesmo, garantiu ainda, já não se deixa afetar com eventuais más opiniões que as pessoas possam ter sobre ela.

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