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Simone de Oliveira desabafa: “Não me apetece nada morrer. Adoro viver”

Simone De Oliveira
Créditos: SIC
Simone de Oliveira admite que tem medo de morrer, mas numa situação extrema não quer ficar ligada às máquinas...

Simone de Oliveira admite que a possibilidade de reencontrar a família é que lhe dá alguma esperança em relação à morte.

A poucos dias de completar, a 11 de fevereiro, o 85.º aniversário, Simone de Oliveira admite que tem “um medo do caraças” em relação à finitude da vida. “Não me apetece nada morrer. Adoro viver“, disse em entrevista à revista Nova Gente, apesar de assumir que, em caso extremo, não quer que a liguem às máquinas.

Só a morte me incomoda muito. É uma chatice. Eu sei que está lá o meu pai, a minha mãe, o Varela, os meus avós, os meus primos… Se eu os encontrar lá em cima, já não é mau“, desabafou.

Apesar do medo, está convicta de que esse reencontro se há de dar. “Acredito que somos energia. E por isso há com certeza um sítio qualquer, no meio desta parafernália de mundos e guerras e não sei quê, em que as energias se possam encontrar. É a minha esperança. É aquilo a que me agarro. Não me apetece nada morrer. Adoro viver“, repetiu.

Recentemente, em entrevista a Júlia Pinheiro, na SIC, Simone de Oliveira recordou a viagem que fez a Angola, no final dos anos 60, durante a Guerra Colonial. Em conjunto com outras três artistas, combinaram que, acontecesse o que acontecesse junto das tropas portuguesas, não iriam denunciar ninguém. Leia aqui.

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