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Sara Norte sobre Joana Latino: “Picamo-nos porque a Joana acha que é dona da razão e eu também”

"O que se passa no ‘Passadeira’ fica ali."

Ana Ramos
3 min leitura
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Sara Norte esteve, esta quarta-feira, à conversa com ‘As Três da Manhã’, na Rádio Renascença, e respondeu a algumas perguntas da rubrica “Desculpa, mas vais ter de perguntar”, nomeadamente sobre o programa “Passadeira Vermelha”, da SIC.

“Vamos ter de falar desta fase da tua vida. Não há volta a dar. Eu quero saber se tiveste medo, se sentiste vontade de desistir, se quiseste pegar numa faca e partir para a agressão… no fundo, o que eu quero saber é como é que é trabalhar com a Joana Latino?”, leu Joana Marques.

Sara Norte riu-se e contou: “Eu e a Joana damo-nos bem até. Às vezes, picamo-nos, porque a Joana acha que é dona da razão e eu também acho”.

“Às vezes, eu digo assim: ‘Estou calma’. E ela começa: ‘Calma, Sara! Calma’. Uma pessoa, quando está já um bocadinho… ‘Calma, calma’. Calma nada e, às vezes, irrito-me”, continuou Sara Norte.

“Mas agora andamos bem e, no final, mesmo quando nos passamos uma com a outra, o que se passa no ‘Passadeira’ fica ali, porque ali também é um bocadinho ingrato, porque ali estamos sem personagens”, acrescentou.

“Eu gosto muito da Joana e, quando nos picamos, no final, ela vem sempre dar um beijinho e parte dela. Portanto, mostra que é um ser superior até a mim”, concluiu Sara Norte.

Inês Lopes Gonçalves questionou ainda: “É verdade que na ‘Passadeira Vermelha’ continuas a ter os mesmos problemas que te levaram ao mundo da droga? É que antes não controlavas o que metias na boca, agora, não controlas o que te sai da boca”.

“É verdade, mas eu não gosto de me controlar. Acho que chegamos a uma altura da nossa vida em que não me importa o que as pessoas pensam ou dizem ou falam sobre mim. Portanto, eu sinto-me bem a deitar tudo cá para fora e sem filtros. E, se me acusarem de ser genuína, para mim, é a melhor coisa”, confessou Sara Norte.

Veja aqui o programa.