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‘Pipoca Mais Doce’ elogia todas as ‘mães a tempo inteiro’: “São as minhas heroínas”

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Ana Garcia Martins tem estado muito ativa na sua página de Instagram e voltou a deixar um desabafo com os seus seguidores.

A influencer digital falou sobre a forma como tem lidado com a quarentena, com duas crianças em casa.

“Se tivesse de eleger a coisa mais difícil desta quarentena, a resposta saía na hora. Não é o não poder sair de casa, o não poder ver os amigos, o esperar um mês pelas compras on-line. O mais desafiante é mesmo tentar entreter uma criança de 20 meses”, começa por referir.

“Eu sei que não podemos queixar-nos, menos ainda das criancinhas que trouxemos ao mundo, mas isto é mesmo uma dureza e só me faz duvidar ainda mais da sanidade daquelas mães que estão com os filhos a tempo inteiro durante anos a fio. Parabéns, são as minhas heroínas, mas desconfio que só aguentam isso com largas doses de álcool”, acrescentou, elogiando todas as mães.

“É que eu só começo a ficar feliz quando se aproxima a hora de ela ir dormir e sei que vou ter duas ou três horinhas para mim. No outro dia ela estava a fazer a sesta enquanto nós almoçávamos e até desligámos a televisão só para aproveitar aquele silêncio, coisa rara aqui por casa. Quando é que a DGS emite um comunicado a dizer que os putos já podem ir uns dias para os avós?”, conclui.

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Se tivesse de eleger a coisa mais difícil desta quarentena, a resposta saía na hora. Não é o não poder sair de casa, o não poder ver os amigos, o esperar um mês pelas compras on-line. O mais desafiante é mesmo tentar entreter uma criança de 20 meses. Percebi que me dedico muito mais às lides domésticas por causa dela. Como não consigo ficar cinco minutos sossegada a ler ou a ver um filme sem ter de ir ver que asneira ela anda a fazer, e como também é impossível ficar sentada com ela, a brincar seja ao que for, vou arrumando a casa/cozinhando/ limpando o pó, com ela sempre à minha roda. Distrai-se ela e distraio-me eu. A capacidade de concentração desta miúda é semelhante à de uma foca. Na loucura, consigo que esteja sete minutos seguidos a fazer alguma coisa. Tipo, Legos, desenhos animados no iPad, brincar na mini-cozinha … mas é só mesmo isso, sete minutos. O resto… é entregar a alma ao criador e esperar que corra tudo pelo melhor, com muitos gritos e choros e birras pelo meio. Numa última réstia de esperança, e como ela não tem muitos brinquedos, pedi reforços à @chiccoportugal e já tenho mais duas ou três coisinhas para ver se ela sossega. Eu sei que não podemos queixar-nos, menos ainda das criancinhas que trouxemos ao mundo, mas isto é mesmo uma dureza e só me faz duvidar ainda mais da sanidade daquelas mães que estão com os filhos a tempo inteiro durante anos a fio. Parabéns, são as minhas heroínas, mas desconfio que só aguentam isso com largas doses de álcool. É que eu só começo a ficar feliz quando se aproxima a hora de ela ir dormir e sei que vou ter duas ou três horinhas para mim. No outro dia ela estava a fazer a sesta enquanto nós almoçávamos e até desligámos a televisão só para aproveitar aquele silêncio, coisa rara aqui por casa. Quando é que a DGS emite um comunicado a dizer que os putos já podem ir uns dias para os avós? ???

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