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Pedro Lima fala sobre paixão pelo surf

Pedro Lima partilhou nas redes sociais um pequeno vídeo onde recorda a sua paixão pelo surf: “A minha primeira experiência de surf aconteceu aos 12 anos”.

“Praticava natação no Sporting com o Tiago Oliveira e com o Zé Falcão e estudava com o Bruno Charneca (Bubas). Dois deles são lendas do surf ainda no activo. O outro perdeu a guerra contra a heroína e há-de estar a surfar noutra dimensão. Saudade”, acrescenta.

O ator evidencia que a representação não é a sua única paixão, relembrando velhos tempos na Costa da Caparica: “À medida que o meu surf foi evoluindo passei a gostar mais de outro tipo de ondas e agora é raro surfar na Caparica. Esta semana calhou ser o sítio onde havia melhores condições e fui matar saudades”.

Veja aqui o vídeo partilhado no seu Instagram, onde Pedro expressa o orgulho em ver que o surf tem adquirido importância ao longo dos anos.

“Há uma distância tão grande entre o que sentimos fazer e a realidade cruel das imagens, que tenho de sorrir para não chorar. O estilo está miserável mas estou vivo e feliz por o surf ter ganhado a importância que tem para Portugal e por ter prancha e fato de marcas portuguesas, do melhor que se faz no mundo”, diz o ator, terminando o texto.

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A minha primeira experiência de surf aconteceu aos 12 anos. Praticava natação no Sporting com o Tiago Oliveira e com o Zé Falcão e estudava com o Bruno Charneca (Bubas). Dois deles são lendas do surf ainda no activo. O outro perdeu a guerra contra a heroína e há-de estar a surfar noutra dimensão. Saudade. Um grande desafio nesses tempos era conseguir comprar material técnico. Era difícil encontrar pranchas e fatos. Foi nas pranchas dos meus amigos que tentei pôr-me em pé pelas primeiras vezes, sem fato, no verão, claro! Tudo acontecia na Costa da Caparica e foi por lá que descobri esta paixão. Um ano mais tarde, numas férias de Natal em Luanda, o Fernando Alvim Faria, outra lenda mas nas artes plásticas, ofereceu-me uma prancha em 2.ª mão. Era uma Local Motion trifinn com a fibra descolada do nose até ao tail. No verão seguinte, com um fato de mergulho de duas peças, esgotei os dias dentro de água. Fugíamos dos cabos-do-mar porque era proibido fazer surf com bandeira vermelha. À medida que o meu surf foi evoluindo passei a gostar mais de outro tipo de ondas e agora é raro surfar na Caparica. Esta semana calhou ser o sítio onde havia melhores condições e fui matar saudades. Quando saí da água fui abordado pelo João que andava por lá com o seu drone a captar imagens e me perguntou se eu não estava interessado no trabalho dele. O resultado está aqui. Há uma distância tão grande entre o que sentimos fazer e a realidade cruel das imagens, que tenho de sorrir para não chorar. O estilo está miserável mas estou vivo e feliz por o surf ter ganhado a importância que tem para Portugal e por ter prancha e fato de marcas portuguesas, do melhor que se faz no mundo. 📸 @surfrivi @polen_surfboards @deeply_europe #surf#drone#filme#foto#fato #prancha #surfboard #wetsuit#portugal#ondas#portuguesewaves

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